Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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problemas de primeiro mundo
quarta-feira, 16 de agosto de 2017 || 9:38 da manhã

Aparentemente ainda há pessoas que acham aceitável aparecer em casa dos outros sem avisar. Olhem amigos, eu aguento muita coisa nesta vida, mas ser roubada do meu descanso de domingo por primos em quem não ponho a vista em cima há cinco anos que vieram do Norte sem avisar e trouxeram o filho mal educado por arrasto não é, de todo, uma das coisas que eu me predisponho a aguentar. Durante dez minutos considerei muito seriamente sair de casa pela janela do quarto e teria levado a cabo uma fuga ninja se não tivesse tomado juízo no último momento, trazida à razão pelo medo muito razoável de partir um pé na aterragem. 

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Outros ensinamentos da minha tutora:
domingo, 13 de agosto de 2017 || 8:12 da tarde

"Se fores ao Carnaval de Torres arranja um amigo colorido até à meia noite, depois disso não podes confiar na tua capacidade de decisão"


Esta senhora nunca me deu um conselho que não fosse precioso!

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A minha tutora ensinou-me um novo lema de vida:
sexta-feira, 11 de agosto de 2017 || 10:23 da tarde

Nem nunca nem sempre.



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#gocorporate
quinta-feira, 10 de agosto de 2017 || 9:50 da manhã

A julgar pela quantidade obscena de cidades de norte a sul que já visitei eu trabalho, eu poderia jurar que estava a fazer uma tour nacional e não um estágio. 



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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
segunda-feira, 7 de agosto de 2017 || 7:39 da tarde

Se acham que as minhas histórias são surreais, deixem-me dizer-vos que quase qualquer pessoa do meu grupo de amigos do secundário me derrota 10 a 0. Desde ter uma amiga lésbica que deu por si a sair com o seu instrutor do ginásio 15 anos mais velho a uma outra amiga que descobriu que teve um caso com a gémea idêntica de uma rapariga com quem o namorado também tinha tido uma aventura. Sem esquecer aquele ano em que duas das minhas amigas se apaixonaram simultaneamente por duas finlandesas e acabaram a viver em união de facto com elas ...na mesma cidade da Finlândia e sem combinarem. Um ano antes, uma outra amiga tinha descoberto que era bissexual e atravessado metade da Europa para estar com a mulher por quem se tinha apaixonado no Verão anterior. A minha vida é muito aborrecida ao lado destas histórias. Eu podia escrever um livro e enriquecer à custa delas, juro-vos. 

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das pessoas
domingo, 6 de agosto de 2017 || 3:29 da tarde

Dois dos meus melhores amigos foram viver para outro país e, nas semanas anteriores, o grupo juntou-se em todas as ocasiões possíveis e imaginárias para aproveitar os últimos momentos de proximidade física. Foram dias e noites muito felizes em que celebramos o final inevitável de uma era incrível e as conquistas deles e de cada um de nós ao longo dos últimos anos. Nas duas últimas saídas ri até ter lágrimas nos olhos e cheguei mesmo a quase vomitar o jantar por não conseguir parar de rir. Sou incrivelmente sortuda por ter amigos com quem posso chorar a rir mesmo nos momentos em que sentimos todos vontade de chorar. 


Hoje acordei com uma mensagem de voz deles, a contarem a piada que quase me fez vomitar de tanto rir há duas semanas atrás e passei mais 10 minutos às gargalhadas e com os olhos a brilhar. 

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problemas de primeiro mundo
sábado, 5 de agosto de 2017 || 12:55 da tarde

Fiz um trabalho tão bom a convencer um grupo de pessoas a adoptar uma determinada decisão que me fazia sentido, que uns dias depois mudei de opinião na sequência de ter recebido informação nova e tive uma trabalheira dos diabos a convencer toda a gente a acompanhar-me na mudança de decisão. Eu às vezes ando mesmo às cambalhotas pela vida. 

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Resumo dos últimos meses
sexta-feira, 4 de agosto de 2017 || 2:30 da tarde

"I've been treating my mondays like fridays"


E tem sido incrível.

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Modern Love
quinta-feira, 3 de agosto de 2017 || 3:22 da tarde

Tenho quase a certeza que já vos falei desta coluna, mas recentemente voltei a ler alguns dos seus textos com mais atenção e fez-me todo o sentido voltar a falar deste projeto. Modern love faz parte do jornal New York Times e está disponível nos formatos físico e digital. É uma coluna já relativamente antiga e muito reconhecida do jornal em que várias pessoas escrevem sobre as suas experiências. Não há qualquer restrição quanto à idade, profissão ou formação académica, as únicas exigências são que o tema central ao artigo seja o amor e que os autores partilhem situações que tenham, de facto, acontecido na realidade. Há alguns dias falei-vos do It Happened to Me, que também consistia numa série de submissões feitas por pessoas muito diferentes, no entanto o Modern Love não só é uma plataforma mais séria, como a edição e seleção de textos é muito mais exigente e isso nota-se na qualidade e maturidade dos artigos que chegam à publicação. Leio esta coluna há muitos anos e fico sempre agradavelmente surpreendida pela qualidade das peças, mas também pela sua diversidade: podemos encontrar histórias escritas por pessoas de todas as idades e backgrounds e apesar de o amor-romance ser o tópico central da maioria das peças, também são publicadas histórias relacionadas com amizade e família, que são tipos de amor igualmente importantes. 

Resultado de imagem para love illustrations
Ilustração de Philippa Rice


Há um número limite de artigos do NY Times que podemos ler sem ser subscritores e eu esgotei muitas vezes o meu limite a ler estas histórias muito bonitas e construidas de detalhes e emoções que fazem o nosso quotidiano. 

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