Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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“Home is Where the ♥ is”
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duas verdades e uma mentira
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017 || 11:43 da manhã

1. Já passei um mês sem sair de casa porque era Verão e eu estava mesmo muito cansada e a precisar de me isolar do mundo. ´

2. Já perdi a paciência para piropos ordinários e espanquei um homem desrespeitador no meio da rua. Tive que fugir do local porque as pessoas que passavam começaram a achar que eu era louca.

3. Quanto era mais nova, a minha melhor amiga tinha uma paixoneta pelo meu vizinho mais giro. Um dia, cruzámos-nos nas escadas e ela foi tão óbvia que o rapaz ficou a olhar para nós e caiu escadas abaixo. Passou duas semanas no hospital, mais 3 com gesso para curar uma fratura na perna e gastou 3000€ em implantes porque partiu os dentes da frente. 

Qual delas é mentira?

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dos dias
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017 || 2:51 da tarde

Já me pediram café, café curto, café cheio, italiana, café com cheirinho, carioca, café sem princípio, garoto, abatanado, cappuccino e mil e um tipos de café. Hoje foi, no entanto, a primeira vez que me pediram água quente com café. E estavam a falar a sério. 

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Gratidão
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017 || 2:20 da tarde

Manhãs na cama. Chá de romã e de maçã com canela. O livro do Malcolm Gladwell que me faz companhia nas horas mortas. Conhecer pessoas novas em circunstâncias hilariantes. O meu caderno dos gatos que me acompanha desde 2012 e que está prestes a acabar. Casacos novos comprados nos saldos. Ir jantar e sair com as minhas melhores amigas, passar 1/3 do tempo a fazer companhia a uma delas enquanto ela tentava vomitar e recuperar a boa disposição e, ainda assim, sentir-me a pessoa mais sortuda do mundo e não preferir estar em qualquer outro lugar. A fox comedy e as maratonas de Two Broke Girls, Mindy Project, Modern Family e How I Met Your Mother porque, sou-vos honesta, há alturas da minha vida em que eu só aguento ficção muito ligeira para me esquecer das partes menos boas da minha vida. Jogar Evil Apples e fazer piadas parvas com estranhos. Banhos quentinhos e pijamas a aquecer no aquecedor. A minha amiga mais antiga que, passados mais de 18 anos, continua a ser família e a estar presente na minha vida. Passar fotos antigas para o computador e sorrir porque tive o melhor verão dos últimos anos. 

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Quando os meus autores favoritos explicam os segredos do universo:
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017 || 5:35 da tarde

Já disse aqui algumas vezes que aguento quase tudo de forma civilizada, mas no momento em que me tratam com condescendência eu desisto e perco todo o respeito por quem me tratou dessa forma. Malcom Gladwell, um dos meus autores favoritos de sempre e de quem vos aconselho a ler todos os livros disponíveis, explica no seu livro Blink:

"He has found that he can find out much of what he needs to know just by focusing on what he calls Four Horsemen: defensiveness, stonewalling, criticism and contempt. Even within the Four Horsemen, in fact, there is one emotion that he considers the most important of all: contempt. If Gottman observes one or both partners in a marriage sowing contempt toward the other, he considers it the most important sign that the marriage is in trouble. "You would thunk that criticism would be the worst," Gottman says, "because criticism is a global condemnation of a person's character. Yet contempt is qualificatively different from criticism. With criticism I might say to my wife, "You never listen, you are really selfish and insensitive". Well, she is going to respond defensively to that. That's not very good to our problem solving and interaction. But if I speak from a superior plane, that's far more damaging, and contempt is any statement made from a higher level. A lot of the time it's an insult: "You are a bitch, you are scum". It's trying to put that person on a lower plane than you, It's hierarchical. Gottman has found that, in fact, the presence of contempt in a close relationship can even predict such things as how many colds a husband or wife gets,  in other words, having someone you love expressing contempt toward you is so stressful it begins to affect the functioning of your immune system. " 



[Pê, Silvia e Nosky, acho que iam gostar dos livros deste autor! Aconselho especialmente o Outliers]

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Life Hacks
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017 || 5:15 da tarde

Há milhares de livros que falam sobre a importância do feedback de terceiros para crescermos. Na educação, na gestão e na psicologia tem-se o feedback como ferramenta de ouro para potenciar o crescimento e o desenvolvimento contínuo. E com toda a razão, porque sem críticas construtivas é mais difícil perceber como podemos melhorar. Mas o que os milhares de livros focados no crescimento pessoal, emocional ou intelectual não dizem, o que as centenas de professores e chefes se esquecem de mencionar é que é igualmente importante saber quando ignorar o feedback que nos dão. Amigos, há idiotas para todos os gostos e se permitirmos, vão dar-nos feedback (nem sempre construtivo) sobre absolutamente todos os aspetos da nossa vida. Incluindo aqueles que são somente da nossa conta e aqueles nos quais até já estamos a fazer as coisas bem. 

Ao longo deste ano recebi mais feedback do que em qualquer outro período da minha vida. Recebi-o de pessoas hierarquicamente acima, hierarquicamente abaixo, pares, professores, família, amigos e pessoas que não me são nada e não tinham conhecimento suficiente para dar a sua opinião. Cresci mesmo muito com os apontamentos que me fizeram e as sugestões que me deram e estou incrivelmente grata por isso. Mas também ouvi as críticas mais ridículas da minha vida, fui elogiada por feitos que não são assim tão impressionantes e tive que ouvir muitas vezes que estava errada ou que devia fazer diferente quando sabia, por experiência própria e imprópria que não era bem assim. 


O que eu quero dizer não é que devemos irgnorar as críticas construtivas que nos fazem ou que o feedback é inútil, não me interpretem mal. Mas se pudesse voltar atrás no tempo e falar sobre este tema com a Anaa de 14 anos, nunca lhe diria que o truque é crescer com o feedback. Diria, sim, que o truque é não ser insegura e desenvolver pensamento crítico e auto-segurança suficientes para perceber quando é que é tempo de ouvir, acatar e mudar e quanto o caminho para o crescimento passa por conseguir ignorar as coisas nem sempre acertadas que nos dizem. E isso, na minha opinião, é o verdadeiro desafio e a parte em que a maioria de nós falha mais frequentemente. 

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Coisas que aposto que nunca vos aconteceram
domingo, 15 de janeiro de 2017 || 11:53 da manhã

Tenho um amigo que costumava comer tostas mistas quase todos os dias e chegou ao cumulo de abrir seis contas diferentes no café em frente ao sítio onde costumava trabalhar. Usava sempre o primeiro nome e um apelido diferente. O problema é que esquecia-se sempre de pagar e fechar as contas. Claro que ao fim de alguns meses e de dever mais de 25€ em sumos e tostas mistas, a dona do café percebeu que estava a ser enganada, chamou-o e perguntou-lhe o nome completo. E foi assim que eu descobri que tinha um amigo que quase teve que fugir à justiça por ser esquecido e gostar demasiado de tostas mistas. 


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problemas de primeiro mundo
sábado, 14 de janeiro de 2017 || 11:49 da manhã

Eu tenho um problema: gosto de tudo o que passa na Fox Comedy (excepto Simpsons e afins) e não consigo parar de fazer maratonas de séries que já vi! 


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Inspirar. Expirar. Repetir.
domingo, 8 de janeiro de 2017 || 12:21 da tarde

Em Piloto Automático é mais fácil.

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#2017
terça-feira, 3 de janeiro de 2017 || 10:41 da tarde

Sabem que não gosto de fazer to do lists e de limitar a minha própria vida. Ao contrário de 2016, em que defini um grande objetivo, em 2017 não quero ter esse peso. Sei que vou ler 30 livros porque esse é um prazer do qual não posso abdicar sob a pena de ficar não só inculta como completamente louca. Mas não tenho outros objetivos formais mais sérios. Sei que quero não me esquecer de sair da minha zona de conforto e aceitar desafios novos. Sei que quero crescer pessoal e profissionalmente. Sei que quero ter mais paciência para aturar as pessoas oportunistas e irritantes com quem tantas vezes me aborreço. Sei que quero ser uma pessoa mais optimista. Quero alcançar muita coisa em 2017, mas vou faze-lo sem o peso de objetivos e prazos definidos porque já aprendi sou mais feliz quando dou margem de manobra a mim própria. Vou trabalhar para que 2017 seja um ano incrível, mas o que não funcionar não funcionou e o que vier inesperadamente é um bonús. Há anos em que descolamos e num lançamos num voo intenso e outros em que planamos, sentimos o vento e lentamente nos preparamos para subir um pouco mais alto. 2016 foi o primeiro caso e sinto que 2017 será o segundo. 

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