Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
quarta-feira, 30 de novembro de 2016 || 8:47 da tarde

Fui ao cinema ver o novo filme do universo Harry Potter e esbarrei com o meu ex-professor mais competente, formal e giro de sempre. Imaginei tudo na minha vida, excepto encontra-lo a ver um filme do Harry Potter com a mulher e o filho três filas acima de mim. E saí de lá a simpatizar ainda mais com ele. 


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spirit animal
|| 7:44 da manhã

No novo filme do universo Harry Potter há um senhor que está permanentemente confuso e desorientado com a vida. Foi a personagem com quem mais me identifiquei porque, sejamos honestos, nos últimos anos eu sou esse senhor na vida real!





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sobre o post anterior
segunda-feira, 28 de novembro de 2016 || 11:24 da manhã

Aproveito ter tocado no tema para dizer que para mim a escola nunca foi um fim. Sempre achei que, na verdade, todas as horas sentada em sala de aula e, mais tarde, à secretária a estudar e fazer trabalhos eram a maior barreira entre mim e os milhares de coisas que queria aprender. Decorar matéria não é aprender. Escrever numa folha tudo o que sei sobre o Renascimento em 90 minutos também não é aprender. Passar sistematicamente mais de 5h diárias a estudar e a ler livros técnicos é, possivelmente, a melhor forma de não só não assimilar de forma sólida novos conteúdos como esquecer conteúdos que já dominámos. Por isso, nunca fui para a escola para aprender conteúdos relevantes, mas sim porque sabia que tinha que percorrer com sucesso um caminho que, eventualmente me levaria a um fim. Não vou ser injusta e dizer que nunca aprendi nada relevante. Aprendi muitas coisas importantíssimas em sala de aula. Mas hoje, depois de tantos anos, consigo dizer com um grau elevado de confiança que o custo benifício é claramente negativo e que 85% daquilo que aprendi veio das pessoas com quem me cruzei e das sucessivas lições sobre auto-superação que as semanas de estudo exaustivo e falta de tempo me trouxeram ao longo dos anos. 


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da educação
domingo, 27 de novembro de 2016 || 8:22 da tarde

Sou muito sensível a questões relacionadas com injustiças ou abusos de poder no sistema de ensino. Felizmente enquanto cresci, a minha familia soube dar-me não só a noção de que é obrigação minha tratar toda a gente à minha volta com respeito, independentemente das circunstâncias, mas também confiança suficiente em mim própria para reagir quando me estão a tratar mal. Por isso mesmo, fico absolutamente escandalizada com os abusos de poder e faltas de respeito de professores para alunos (e o contrário também, claro) que vi de forma constante ao longo de todo o meu percurso como estudante. Faz-me mesmo muita confusão que os alunos sejam avaliados sistematicamente enquanto os professores ainda não têm um sistema de avaliação de desempenho rigoroso, adequado e fidedigno nem um mecanismo que controle e harmonize um pouco o grau de exigência e a quantidade de trabalho esperado. Não me preocupam os casos pontuais, mas preocupa-me muito que ao longo dos meus mais de 10 anos enquanto aluna, tenham sido mais os casos de incompetência ou abuso do que os restantantes. 

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Gratidão
sábado, 26 de novembro de 2016 || 3:44 da tarde

O feríado do Thanksgiving que faz tanta falta no mundo. Cachecóis quentinhos. Episódios novos de Grey's Anatomy. O meu casaco vermelho. Regressar ao universo Harry Potter. Canetas da Uniplaces (são fantásticas!). Passar tardes de fim-de-semana enrolada em mantas e cobertores. Almoços com amigos espontaneos a meio da semana. Batatas fritas que tornam sessões de trabalho mais suportáveis. Cappuccinos quase diários. O jogo da Kim Kardashian que me proporciona pequenos momentos de distração ao longo do dia. Os livros da Morgan Matson. Momentos de calma e solidão ao longo do dia, que me permitem abrandar o ritmo e recarregar energias. Boleias ao final do dia. Elogios. As conquistas dos meus amigos. Kinder Delice. Abraços a meio do dia. Mensagens carinhosas e pessoas que se lembram de mim aleatoriamente. Saídas com pessoas novas. Fotografias divertidas com as melhores amigas do mundo. 

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pronto, já posso ser fixe
|| 11:46 da manhã

Participei num Mannequin Challenge. 


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Dos machismo e do aumento da lista de pessoas de quem me vou vingar assin que conseguir comprar um Taser
sexta-feira, 25 de novembro de 2016 || 10:05 da manhã

Hoje tive que ouvir um camelo dizer com um enorme sorriso na cara que os homens continuam a ganhar mais que as mulheres no mercado de trabalho atual e não lhe pude partir a boca para fazer aquele sorriso machista desaparecer. É um dia negro para a minha honra.


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Perguntas Relevantes
quinta-feira, 24 de novembro de 2016 || 10:17 da tarde

Está na moda usar lancheira?


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Coisas que aposto que nunca vos aconteceram
|| 4:40 da tarde

O meu dia de ontem incluiu fazer uma prova vendida em frente a 30 jurados e fingir que era esposa de um advogado HIV positivo e acabadinha de sair de um manicómio.

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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
quarta-feira, 23 de novembro de 2016 || 10:14 da manhã

Tenho quase a certeza que, há uns dias, acabei a almoçar com uma pessoa que gere um serviço de (quase) acompanhantes de luxo asiáticas. Nunca quis tanto voar porta fora e rir e chorar ao mesmo tempo como no momento em que me apercebi que se calhar aquele negócio não era só de messagens de luxo como me tinham explicado. 




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Coisas que aposto que nunca vos aconteceram
domingo, 20 de novembro de 2016 || 1:46 da tarde

Já não me acontecia algo verdadeiramente surreal que começava a pensar que tinha deixado de atrair situações bizarras. Infelizmente para mim e felizmente para este blog, não deixei.

Há uns dias fui para uma biblioteca pública terminar um trabalho que queria despachar. Como estava a ser produtiva e queria mesmo terminar, coloquei os fones e desliguei um bocadinho do mundo. Ao fim de sensivelmente meia hora a internet começou a falhar e eu desliguei o Spotify e continuei a trabalhar sem músicaa, já que a biblioteca onde estava é um local bastante silencioso. Mais ou menos por esta altura, sentou-se ao meu lado um rapaz que começou, também a trabalhar no computador. Passado dois segundos, comecei a ouvir gemidos muito baixinhos a vir do PC dele. Olhei à minha volta e percebi que mais ninguém estava a ouvir. Na minha inocência ainca achei que ele tinha tido o azar de receber um pop up manhoso com publicidade a um site pornográfico qualquer. O problema é que ao fim de dez segundos os gemidos não só continuavam como estavam muito mais altos e eram, agora, acompanhados de palmadas muito sonoras. Na altura pensei com alguma irritação que era preciso de parvo para demorar tanto tempo a fechar um pop-up, mas quando já tinham passado uns 20 ou 30 segundos olhei para as pessoas que estavam sentadas ao nosso lado e percebi que alguma coisa estava mesmo mal. Quando finalmente me atrevi a olhar para o ecrã do PC dele - quase a chorar de riso e de vergonha alheia - vi que ele tinha um vídeo pornográfico aberto no canto do ecrã enquanto escrevia um trabalho qualquer. Ou seja, a pessoa sentada ao meu lado não só estava a ver pronografia num sítio público, como a estava a usar como banda sonora para estudar! 


pin:@cutiepiesteff✧•*¨*•.:

Por esta altura já estavam 200 cabeças voltadas na nossa direção, a tentar perceber porque é que, de repente, tinha começado a ecoar gemidos pela biblioteca. Um silêncio sepulcral, pornografia aos altos berros e eu sentada ao lado do rapaz com um ataque de riso tão forte que mal conseguia respirar. Felizmente a pessoa sentada à minha frente teve presença de espírito para acenar ao rapaz e lhe explicar que os fones dele não estavam bem ligados ao PC e nós estávamos a ouvir tudo. Quando, 1 minuto depois, chegou o segurança para o expulsar eu ainda estava meia petrificada de tanto stress e tanto riso. Eu podia estsr sentada em qualquer lugar daquela biblioteca, mas eu sendo eu claro que fui parar ao lado da pessoa que ia fazer ecoar pornografia no silêncio da biblioteca!

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dos dias
sexta-feira, 18 de novembro de 2016 || 10:33 da manhã

O momento mais aventureiro deste mês foi aquela noite em que eu dormi do lado errado da cama. É para verem a animação que vai por estes lados.


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Gratidão
domingo, 13 de novembro de 2016 || 7:35 da tarde

Pessoas que transformam o trabalho em (quase) diversão.

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Dos dias
sexta-feira, 11 de novembro de 2016 || 12:09 da tarde

Sinto que esta semana demorou 10 anos a passar.


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dos detalhes
segunda-feira, 7 de novembro de 2016 || 12:27 da tarde

Não vou a um concerto há quase cinco anos. E o mais estranho é que, apesar de antes ir com muita frequência e adorar, agora nem sequer sinto falta. 


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the summer I turned pretty
domingo, 6 de novembro de 2016 || 12:50 da tarde

Há uns tempos li um young adult sobre uma adolescente que costumava férias no mesmo local todos os verões desde que nasceu. A protagonista dizia muitas vezes que tinha duas vidas e que a mais real de ambas começava em junho e era automaticamente suspensa no início de setembro, quando fazia as malas e regressava a casa. Não achei o livro particularmente fantástico, mas tendo passado duas semanas na Bósnia durante oito anos seguidos, revi-me muito nos sentimentos das personagens que iam para a casa de férias para se encontrarem e reencontrarem. E enquanto ia virando as páginas percebi que eu própria estou numa espécie de casa de férias metafórica há três anos e que não sei se quero, algum dia, suspender esta versão de mim própria e voltar ao meu old self. 


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[private post]
sábado, 5 de novembro de 2016 || 5:58 da tarde

- Tens que parar de funcionar em piloto automático
- Não quero.

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Harry Potter and the Cursed Child
quarta-feira, 2 de novembro de 2016 || 5:37 da tarde

Voltar a ler Harry Potter passados tantos anos foi estranho. Quem me lê há algum tempo sabe que os sete livros que compõem a saga são os meus favoritos desde sempre (e possivelmente para sempre).Nos últimos anos, uma das lições mais sólidas que aprendi foi que  há um tempo para tudo e que não vale a pena tentarmos forçar algo a acontecer quando o timing não é o certo. E, por muito que os meus olhos brilhem sempre que releio a saga, para mim é muito claro que apesar de ter sido muito bom enquanto durou, a saga já chegou ao fim e o tempo para novidades e revelações acabou com a publicação do sétimo livro. Além disso, não gosto de sequelas nem se prequelas porque mesmo quando são muito boas, têm sempre um sabor agri-doce, estão muito perto do main plot mas, por muito que queiramos, não são o main plot. 

Não achei a sequela boa nem má. Esteve ali no meio, quase a roçar a indiferença, o que para mim é o sinal mais claro de que o livro falhou na sua missão. O texto era dinâmico e o enredo, apesar de não ser muito original ou complexo, também não é aborrecido. Muitos dos detalhes foram enternecedores de ler, outros foram só estranhos e despropositados. No entanto, o livro tem um problema que, para mim, é inultrapassável: as personagens perderam a essência e a profundidade que as caracterizava. Estes eram dois dos meus atributos favoritos da saga e confesso que me custou um bocadinho ler uma Hermione ou um Harry completamente planos e desajustados do seu core de personagem. Com toda a honestidade, já li fanfiction que conseguia captar muito melhor a alma das personagens do que esta sequela e isso para mim é o erro mais grave associado à publicação de uma sequela neste timing e neste formato.  

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Outubro
terça-feira, 1 de novembro de 2016 || 1:54 da tarde

Foi um mês excessivamente ocupado e com menos tempo do que eu desejaria para estar com os meus amigos ou para recarregar energia. Adicionei um par de pessoas à minha lista de amigos. Fiz algumas coisas giras. Li dois livros e ainda não sei muito bem como é que arranjei tempo para ir virando as páginas. Andei em piloto automático. Tive mais paciência do que julgava ser possível. Faltei a uma festa à qual queria muito ter ido. Tive alguns momentos de convívio muito espontaneos e inesperados. Descobri um novo rooftop do qual me tornei assídua. Voltei a ver Anatomia de Grey. Suspirei muitas vezes por julho e por todas as tardes que passei de olhos fechados a flutuar no mar ou a deixar o sol aquecer-me as costas. Voltaram os produtos Kinder e com eles o meu outono tornou-se um pouco melhor. 


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