Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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“Home is Where the ♥ is”
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sexta-feira, 30 de setembro de 2016 || 11:15 da manhã

Se tiver psicologos a ler-me, dirão que desenvolvi um disturbio, mas a verdade é que há já mais de um ano que me movimento maioritariamente em meios onde quase ninguém me conhece. Com excepção dos meus amigos íntimos, que não troco por nada neste mundo, afastei-me muito de todos os círculos que previamente frequentava e passei a mexer-me em contextos totalmente novos. E isso deu-me uma liberdade inacreditável. De repente vi-me totalmente sozinha, em contextos completamente novos e rodeada por dezenas e dezenas de pessoas que não me conheciam. Não tinha ninguém do meu passado para modelar a faceta de mim que mostrava aos outros, não devia coerencia a ninguém e tive espaço para explorar camadas de mim que até então nem eu conhecia. Não sei se criei uma personagem para me mascarar ou se mostrei a parte mais profunda e real de mim própria, mas posso dizer-vos que esta mudança de ambientes e esta saída da minha zona de conforto vieram trazer-me não só uma auto-segurança quase inabalável como uma sensação de liberdade e de satisfação que eu não antevi. No último ano fiz muitas coisas que nunca antes teria feito e senti-me mais eu do que nunca a faze-las. Tive oportunidade de me relacionar com os outros sem amarras e de uma forma que nunca tinha experimentado antes dos meus early 20s e fui mais feliz nas minhas relações com os outros e comigo própria do que em qualquer outro período da minha vida. Não foram raras as vezes em que até a mim me espantei por estar a fazer tantas coisas tão "fora de personagem" e a sentir-me tão confortável a faze-las. Em 2014 disse-vos que senti que algo tinha mudado irreversivelmente dentro de mim e que não sabia exactamente o quê, mas podia entir que era algo significativo. Hoje sei que o que mudou foi precisamente isto: tornei-me mais desprendida e senti uma necessidade enorme de mudar de meio social, de conhecer pessoas novas e de ter espaço para me reinventar totalmente. Até agora tem sido um prazer descobrir camadas minhas que não conhecia e já não trocava a sensação de liberdade que isso me tem proporcionado pelo aconchego da segurança que procurei a minha vida inteira. 

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dos detalhes
quarta-feira, 28 de setembro de 2016 || 9:35 da tarde

Nunca houve nenhum período da minha vida em que fizesse amizades tão depressa e em que desse por mim a sair tanto com pessoas que conheci há muito pouco tempo (sem esquecer as amizades antigas). Nunca houve um período da minha vida em que analisasse e pensasse tão pouco sobre o que me vai acontecendo. Nunca houve um período da minha vida em que tivesse o lado emocional tão desligado. Mas nunca houve um período da minha vida em que me sentisse tão livre e em que levarntar-me da cama fosse tão fácil. 

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balanços
terça-feira, 27 de setembro de 2016 || 9:55 da tarde

Há mais ou menos um ano atrás cometi a maior loucura da minha vida. Demorei muito tempo a pensar se tomei a decisão certa ou não, mas mais de doze meses depois não consigo imaginar o quão mais pobre a minha vida seria se não tivesse tido um acesso de coragem e de loucura e não tivesse feito algo totalmente aterrorizador e atípico em mim. Hoje sei que o saldo é mais que positivo e não consigo deixar de sorrir ao perceber que ter essa atitude tão diferente do normal em mim foi precisamente o primeiro passo para deixar de ser quem era e começar a caminhar em direção a quem queria ser. 

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dos dias
sexta-feira, 23 de setembro de 2016 || 7:00 da tarde

Sei que vivi um fim-de-semana muito surreal quando vou a Coimbra naquela que poderia ter sido a melhor road trip do meu verão e não só tenho uma série de contratempos que me impedem de ver a cidade de forma decente, como a única prova da minha estadia é uma daquelas fotos de grupo tiradas pelo fotógrafo de uma discoteca popular. 

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ponto da situação
terça-feira, 20 de setembro de 2016 || 2:32 da tarde

Há duas coisas que me deixam louca: pessoas que problematizam não-problemas e pessoas que se queixam constantemente. Neste momento estou rodeada de ambas, portanto prevejo que a próxima semana seja muito longa e produtiva no que toca a gestão de stress e de conflito. 

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dos detalhes
quinta-feira, 15 de setembro de 2016 || 4:18 da tarde

Quando não estou bem, a melhor solução é sempre estar sozinha e quieta, de preferência num ambiente escuro e na companhia de um livro, filme ou série. Acredito muito no poder terapêutico de uma boa gargalhada com os nossos amigos, mas quando estou em baixo ou há algo que me preocupe a sério sinto necessidade de me virar para dentro e de viver esse momento menos bom sozinha. 

 

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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
|| 8:46 da manhã

Sei que está grave quando um rapaz com quem só tive duas ou três conversas breves vem ter comigo e me aconselha um creme para as olheiras da marca x e outro da marca y, despedindo-se dizendo que nele fazem milagres, por isso em mim também farão. 

 
(Não, não tinha perguntado.
Sim, estava com olheiras. 
Sim, acho que vou mesmo comprar um dos cremes)

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detalhes
quarta-feira, 14 de setembro de 2016 || 8:22 da tarde

"quando se está longe por muito tempo o difícil não é ser longe, é ser  perto. "

 

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Coisas que aposto que nunca vos aconteceram
domingo, 11 de setembro de 2016 || 1:42 da tarde

Fui a uma reunião tentar convencer uma pessoa importante q.b a juntar-se a um projeto giro mas no qual nós teríamos mais a ganhar do que ela. Quando me pergunta quais são as contrapartidas que participar no projecto lhe traria, eu começo o discurso com: "Bom, em primeiro lugar terá a oportunidade de privar comigo durante algumas semanas, o que ainda está para se ver se será uma contrapartida boa ou má, mas sejamos optimistas e assumamos que será positivo." Acabamos os dois a rir, mas juro que não sei onde é que fui buscar tanta lata. 


Spoiler: Aceitou :)

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Ana 101
quarta-feira, 7 de setembro de 2016 || 10:46 da manhã

Durante uns meses deste ano pensei que me tinha tornado workaholic, mas depois vieram as férias de verão e eu percebi que afinal não padeço dessa doença. Podia passar o resto da vida sem fazer nada!

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wake me up when september ends
terça-feira, 6 de setembro de 2016 || 9:15 da tarde

A minha estratégia para lidar com o final do verão é ignorar que o verão está a acabar. Está a resultar. 

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repost
segunda-feira, 5 de setembro de 2016 || 6:01 da tarde

O truque é não pensar.


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Antifragile
domingo, 4 de setembro de 2016 || 1:12 da tarde

Estou a aprender mais truques e lições de vida com este livro semi-técnico do que com poderia aprender com qualquer livro de auto-ajuda. Estou perdidamente apaixonada. 

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Agosto
sábado, 3 de setembro de 2016 || 11:27 da manhã

Passei muitas tardes a flutuar no mar e a deixar o sol aquecer-me a pele. Comecei a ler um dos melhores livros da minha vida - Antifragile. Passei um fim-de-semana mágico na Ericeira, com direito a ver o sol a pôr-se sobre o mar estendida no sofá da casa onde ficámos. Cimentei amizades. Fiz coisas pela primeira vez e tive medo. Senti-me mais gira que o normal porque o verão e a pele morena fazem milagres. Passei duas semanas inteiras só de calções, o que é claramente inédito na minha vida. Aproveitei as férias da minha tia para jantar fora dezenas de vezes e passear à beira rio. Despedi-me de duas amigas que vão passar os próximos seis meses no estrangeiro. Vivi a vida de forma descomplicada e sem grandes dramas, mesmo como eu gosto. 

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das pessoas
sexta-feira, 2 de setembro de 2016 || 1:21 da tarde

Esta semana tive uma reunião com um rapaz tão impressionante que quando cheguei a casa e vi no LinkedIn que ele tinha sido presidente de uma organização de estudantes bastante conhecida em Portugal, achei a coisa mais natural do mundo. Aliás, quando ele se apresentou como o responsável de uma área de negócios importante dentro de uma empresa conhecida eu nem sequer questionei a competência dele, tal foi o carisma com que ele falou comigo. Amigos, o difícil não é chegar a um cargo de liderança, mas sim ser o tipo de pessoa tão incrível que parece ter nascido para ocupar tal cargo. Saí da reunião a querer ser como ele, obviamente. 





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