Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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“Home is Where the ♥ is”
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Anaa 101
quarta-feira, 31 de agosto de 2016 || 7:32 da tarde

Eu tenho muitos talentos na vida, mas o maior será certamente a minha propensão natural para dar por mim fechada em salas, carros ou outros espaços pequenos sozinha com casais. Entre muitas demonstrações de afecto demasiado intensas e discussões passivo-agressivas comigo como único público eu nem vos digo os suores nervosos que me dão só de pensar no constrangimento que é. 

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just one year
terça-feira, 30 de agosto de 2016 || 5:56 da tarde

Há exactamente um ano li o primeiro livro de uma duologia que conta a história de um encontro inesperado entre dois estranhos e o impacto que isso tem em cada um deles ao longo do ano seguinte. A primeira parte é contada do ponto de vista da rapariga. Este ano li a segunda parte da duologia, desta vez retratada do ponto de vista do protagonista, que não teve qualquer contacto com a rapariga após aquele primeiro encontro que mudou a vida de ambos. A história e os personagens são os mesmos, mas eu mudei tão radicalmente neste último ano que me pareceu que estava a ser introduzida a um universo novo, tal foi a diferença na forma como eu interpretei e senti tudo. 


Falando nesta duologia, posso adiantar que é um dos meus livros favoritos e que aconselho muitíssimo a quem goste de literatura young adult. Podem ver a sinopse da primeira parte aqui

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Antifragile
sábado, 27 de agosto de 2016 || 1:05 da tarde

Quero começar por dizer que este é um dos livros mais impressionantes que li nos últimos tempos. E também que é um dos livros mais atípicos que li nos últimos tempos. O autor é economista, mas neste livro fala de muito mais que economia e não são precisos grandes conhecimentos na área para perceber as ideias do autor e os vários exemplos que este vai dando. O autor parte da premissa de que existem três tipos de sistemas: frágeis, que são destuidos pela incerteza e pelo caos, robustos, que sobrevivem à incerteza e ao caos e antifrágeis, que se tornam mais fortes e resistentes com doses controladas de caos. E passa o livro inteiro a explicar-nos como é que isto acontece e a dar exemplos fantásticos nos quais eu nunca tinha pensado mas que fazem todo o sentido. É um daqueles livros que fala sobre mil temas interesantíssimos sem se tornar chato ou demasiado técnico e foi uma das melhores descobertas literárias da minha vida. 


Sinopse aqui

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dos detalhes
sexta-feira, 26 de agosto de 2016 || 7:09 da tarde

Toda a gente com quem me encontro me diz que estou extremamente morena. Ontem fui à praia com uma colega que não via desde junho e a primeira coisa que ela disse quando me viu foi "Estás tão branca!". Perspectiva é tudo. 

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Ana 101
quinta-feira, 25 de agosto de 2016 || 2:05 da tarde

o facto de eu não ser muito impressionável, não significa que eu não seja sensível, na verdade, eu sou ultra sensível, mas decidi que esse ia ser um segredo só meu.

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dos detalhes
terça-feira, 23 de agosto de 2016 || 11:47 da tarde

As pessoas vão ser sempre o activo mais difícil de gerir. Os números não têm sentimentos nem inseguranças. 

Daqui

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5 coisas que a minha experiência em Praga me ensinou
quarta-feira, 17 de agosto de 2016 || 2:03 da tarde

1. Sou mais independente do que pensava. 
Não quer dizer que esteja pronta para largar tudo e ir viver para outro país, mas a verdade é que fui sozinha para a República Checa e, apesar de ter sido ligeiramente assustador nas primeiras horas, foi uma experiência fantástica e muito libertadora. 

2. Às vezes, fazer as coisas sozinhos é a melhor opção. 
Sou 100% defensora dos momentos mágicos vividos em conjunto com as pessoas mais importantes da nossa vida, mas esta experiência serviu para confirmar que é mesmo preciso passar por alguns processos sozinhos para crescermos. Não ter levado amigos nem bengalas emocionais permitiu-me aproveitar muito mais as três semanas que passei fora e criar ligações muito mais fortes com quem conheci lá. 

3. São as pessoas que fazem os locais valer a pena. 
A República Checa é um lugar incrível onde eu voltaria numa abrir e fechar de olhos, mas as melhores recordações que trago de Praga não são os monumentos nem mesmo os parques naturais, mas sim o ambiente descontraído da cidade, as fotos que tirámos todos juntos, os momentos de convívio no pub da faculdade ao fim do dia, os gritos de alegria e a emoção de fazer a festa com 30 portugueses e uns quantos estrangeiros sempre que a Seleção portuguesa marcava um golo e as dezenas de piadas privadas e histórias que construí com as pessoas que viveram a experiência comigo!

4. As circunstâncias fazem a pessoa. 
Fiz coisas que nunca antes tinha feito e tomei decisões que em Lisboa provavelmente não teria tomado. Isto, porque estava num contexto totalmente diferente e tinha espaço para me adaptar da melhor forma às circunstâncias que estava a viver na altura. E não me arrependo de absolutamente nada do que fiz nem tenho remorsos em relação àquilo que não fiz. 

5. Há momentos que só são mágicos porque sabemos que não se vão voltar a repetir. 
Fiz coisas novas e inesperadas, fui mais descontraída que o habitual e vivi todos os momentos com muita intensidade. Isso só foi possível porque sabia que a minha experiência lá duraria três semanas e, depois disso, eu voltaria à minha rotina normal. Há experiências que só são tão mágicas por terem os dias contados. 

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gratidão
terça-feira, 16 de agosto de 2016 || 12:29 da tarde

Calções. Brisas frescas. Noites de Verão. Ver os Jogos Olímpicos e não pensar na vida. Fazer muitas coisas pela primeira vez. Gostar de mim e do meu corpo. Comer bolachas e fruta à noite. Estar acordada às 4h da manhã e sentir a calma e o silêncio de que tanto preciso. Fazer coisas de cujo resultado me orgulho. Palavras simpáticas das pessoas que trabalham/convivem comigo. Aprender coisas novas. Acreditar, finalmente, que talvez não seja um caso perdido e consiga fazer PPTs minimamente decentes. Ter descoberto uma nova série de que gosto. Ter voltado a ter tempo para ver séries e saber que tenho mil episódios para por em dia. Amigas que me vão abandonar durante pelo menos seis meses mas que pelo menos vão estar a conquistar a Europa e a viver momentos fantásticos. Fotos giras de Praga que os meus colegas me enviam de surpresa. O melhor livro que já li nos últimos tempos - e totalmente inesperado! Vernizes nude. O 365 project. Tardes de praia. Selfies com as minhas pessoas favoritas do universo. 

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dos detalhes
quinta-feira, 11 de agosto de 2016 || 5:44 da tarde

Sou muito boa a fingir que está sempre tudo totalmente controlado, mas a verdade é que se eu fosse mais transparente e os outros pudessem ver o quão desorientada eu estou a maioria do tempo, as pessoas à minha volta não confiavam tanto em mim como confiam.


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dos detalhes
quarta-feira, 10 de agosto de 2016 || 11:35 da manhã

Já tentei várias vezes, mas a verdade é que não consigo mesmo achar piada ao Snapchat. 




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dos detalhes
terça-feira, 9 de agosto de 2016 || 8:37 da tarde

Fechar os olhos e flutuar no mar sem pensar em absolutamente nada enquanto o sol me aquece a pele, os lábios sabem a sal e as ondas levam os maus momentos é e será sempre a terapia mais poderosa do mundo.



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Desejos para um futuro a médio/longo prazo
quinta-feira, 4 de agosto de 2016 || 6:14 da tarde

Passar uma temporada nos EUA que me permita celebrar o 4 de Julho e o Labour Day. 



Desejos para um futuro a curto/médio prazo: deixar de ver tantos filmes!

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Gratidão
quarta-feira, 3 de agosto de 2016 || 10:50 da tarde

Não ter hora para acordar. Poder dormir a sesta sem sentir que devia estar a fazer outras coisas. Saber fazer aquilo que tenho para fazer. Tops giros. Amigos que me telefonam a perguntar por mim e a marcar saídas. Estar morena. Flutuar no mar de olhos fechados e esquecer o mundo durante trinta segundos de cada vez. Bolas de Berlim na praia, o único sítio onde gosto delas. Água fresquinha em dias quentes. Conhecer as melhores pastelarias de Lisboa. Limonadas e tardes de conversa. Almoços inesperados no Frankie e nos 100 Montaditos. Rever fotos de Praga e ficar apaixonada uma e outra vez. Pôr finalmente as leituras em dia e relembrar-me da sensação de ler livro atrás de livro. Reuniões de três horas que acabam com gargalhadas. 

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dos detalhes
terça-feira, 2 de agosto de 2016 || 9:25 da tarde

Há umas semanas a Pê disse-me, num comentário aqui no blog: "O sono é a tua estratégia de evitamento". E não é que é mesmo?! Tenho dormido uma quantidade obscena de horas. 

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