Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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Postcards from Czech Republic
quinta-feira, 30 de junho de 2016 || 2:28 da tarde

Já viajei para muitos países da Europa, mas foram sempre os portugueses quem eu vi a terem comportamentos de selvagem. E esta viagem não está a ser excepção, já vi comportamentos tão vergonhosos por parte dos portugueses que estão em Summer School comigo que considerei seriamente fingir que era italiana. Mais um dia na minha vida, portanto. 

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Postcards from Czech Republic
|| 2:27 da tarde

Este país tem um clima muito estranho. De manhã faz frio, é preciso casacos. e sabe bem beber chá e outras bebidas quentes. Durante a tarde põe-se um calor abrasador que me faz transpirar mais do que em Portugal e à noite continua extremamente abafado. Pelo meio do calor tropical, é frequente irromperem trovoadas e eu ter que correr a abrigar-me ou a abrir um chapéu de chuva. Isto acontece várias vezes ao dia. Sim, a sério. 

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Postcards from Czech Republic
quarta-feira, 29 de junho de 2016 || 5:36 da tarde

Não lhe basta ser igual ao protagonista de um dos meus livros favoritos, o rapaz também sabe falar português. 

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Postcards from Czech Republic
|| 1:38 da tarde

A universidade Checa que me está a acolher é extremamente organizada e além de ter uma série de actividades milimetricamente programadas, tem um programa de acolhimento em que alunos checos se inscrevem para serem nossos guias e orientadores durante as três semanas que aqui passamos. Claro que um dos nossos buddies não só é igual ao protagonista de um dos meus livros young adult favoritos, como é fisicamente semelhante ao Bradley James. O universo adora ver-me corar. 


[pê, é o Willem de Just One Day. Vão ser semanas difíceis!]

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Postcards from Czech Republic
|| 6:36 da manhã

Já o disse uma vez que nunca pensei vir a apaixonar-me por países de leste, mas a verdade é que estes conquistaram o meu coração sem que eu esperasse. A República Checa não está a ter tanto impacto em mim como teve a Croácia, a Bósnia ou a Polónia, mas reconheço os traços das culturas de leste de que tanto gosto e quase consigo sorrir ao sentir a semelhança. Até agora não me apaixonei por Praga, mas sinto tanta familiaridade com os Checos que não posso deixar de sorrir a este pais. Fui muito feliz noutros países de leste e tudo em Praga me lembra esses momentos, o que é um bom ponto de partida para partir à descoberta e, quem sabe, apaixonar-me por esta cidade. 

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Postcards from Czech Republic
terça-feira, 28 de junho de 2016 || 7:22 da tarde

Sou o tipo de pessoa que nunca aguentaria fazer Erasmus. Reconheço que é uma experiência fantástica e que a nível de auto-desenvolvimento, dificilmente se alcança tanto em tão pouco tempo, mas sou realista e sei que não seria capaz e que provavelmente enlouquecia de stress antes de o primeiro mês terminar. Dito isto, perdi a cabeça e decidi inscrever-me numa Summer School em Praga. Durante as próximas três semanas vou escrever-vos de um dormitório internacional e partilhar convosco alguns detalhes da minha experiência. 

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Sobre o último post
domingo, 26 de junho de 2016 || 8:50 da tarde

É muito fácil arranjar desculpas para não fazer aquilo que é trabalhoso ou nos puxa para fora da nossa zona de conforto. Os timings são sempre maus, estamos sempre dependentes de alguém, nunca se proporciona ou seria simplesmente uma grande loucura. O caminho para sermos a pessoa que queremos é muito longo e cada passo rumo aos nossos objectivos é pesado e cansativo. Eu, amante incondicional da minha zona de conforto e perita em esconder-me num canto e passar despercebida, sei isso melhor do que ninguém. Mas também sei que algumas das experiências que mais me fizeram crescer foram aquelas em que eu mandei as desculpas às urtigas e arrisquei. No final de 2015 decidi que passava demasiado presa à minha zona de conforto e que isso estava a aumentar o espaço entre quem eu era e quem queria ser. Em 2016, a minha única resolução de ano novo foi sair mais vezes da minha zona de conforto, de modo a poder viver mais experiências novas e ir mais de encontro à pessoa que quero ser. Já passou meio ano e posso dizer-vos que foi das melhores decisões que já tomei. 

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[private post]
sábado, 25 de junho de 2016 || 10:18 da tarde

Arranjar mil motivos para ficar é fácil. O difícil é ignora-los e arranjar coragem para ir na mesma.

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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
sexta-feira, 24 de junho de 2016 || 11:09 da manhã

Há vidas muito surreais. Há uns dias estava a falar com uma partner de uma Sociedade de Advogados top a nível nacional e perguntei-lhe se havia bom ambiente dentro da empresa e se organizavam eventos de socialização para os colaboradores poderem conviver fora do stress do quotidiano laboral. Estava à espera que ela me falasse de jantares, cocktails e outros pequenos eventos do género, mas a senhora saiu-se com um "Sim, sim e têm imensa adesão. Ainda na semana passada fomos todos ao Dubai". Até me engasguei. 




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Salt
quarta-feira, 22 de junho de 2016 || 6:59 da tarde

"I knew you
before
i met you.
I've known you
my whole life."

Apesar de ser leitora compulsiva, confesso que não costumo ter especial interesse por obras de poesia e que se contam pelos dedos de uma mão os livros deste género que já li. No entanto, quando a pê me disse que tinha encontrado um livro que achava que toda a gente devia ler, demorei exactamente trinta segundos a agarrar nele e a virar a primeira página. E não me arrependo nada. Salt é composto por um conjunto de poemas muito breves que falam sobre alguns dos temas mais profundos e mais globais da vida: o amor, a auto-estima, o feminismo, o racismo e o sofrimento. Não é, de todo, um livro triste, foca-se na capacidade de superação e na beleza da vida. E é mesmo verdade: toda a gente devia ler este livro. Porque a forma como a autora se expressa é linda, porque descreve sentimentos que qualquer Ser Humano já sentiu e porque aborda as temáticas mais essenciais da vida com uma simplicidade que só alguém muito sábio consegue transmitir. 

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terça-feira, 21 de junho de 2016 || 11:48 da manhã

No dia em que eu deixar de conseguir ser realista só porque preciso de cenários felizes, sei que perdi uma das minhas maiores armas.

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gratidão
segunda-feira, 20 de junho de 2016 || 4:49 da tarde

Amigos novos com quem posso fazer coisas novas e ver a relação crescer. Amigos velhos, porque sem portos seguros não faz sentido navegar para outros mares. Ter quem me abrace e me diga que vai correr tudo bem quando é meia-noite e eu não consigo dormir por estar preocupada com alguma coisa. Maçãs. Pessoas que se esforçam e que fazem o que lhes compete. Sorrisos a meio do dia. A paciência dos que me rodeiam sempre que cometo algum erro. Novamente, roupa de verão que me fica a matar. Frequências que me correm bem. Kinder Buenos. Mais Kinder Buenos. Convites para socializar inesperados. Almoços com pessoas fantásticas. Ter emagrecido um quilo na melhor altura possível. Noites que se transformam em manhãs e pessoas com quem faz tanto sentido tomar o pequeno almoço como tinha feito ir beber uns copos 12h antes. Santos populares e esta cidade com uma alma tão única e tão bonita. A liberdade que é dançar num bailarico popular e pôr de lado todos os preconceitos e preocupações durante 30 segundos de música que nunca ouviria numa situação normal. Fazer amigos na fila para a casa de banho de um bar em Santos. Receber tantos convites de tantas pessoas maravilhosas que, infelizmente, tenho que recusar alguns. Ir para uma reunião às 10h da manhã de directa e o meu cérebro não desistir de mim a meio da dita reunião. Os melhores vinte minutos de sono que já tive. Fotografias em que fico bem. Dias bonitos. Serões a ver o Lago dos Tubarões. Encontrar um livro de poesia de que gosto. 

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pergunta para um queijo
terça-feira, 14 de junho de 2016 || 11:28 da tarde

Quanto estão com a cabeça a rebentar e precisam mesmo de desligar do mundo e das responsabilidades, o que é que fazem para descomprimir? Contem-me as vossas estratégias!


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Maio
sábado, 11 de junho de 2016 || 6:12 da tarde

Foi um mês tão preenchido que só hoje é que me lembrei que não vos falei sobre como foi Maio para mim. E não tenho grande coisa a dizer. Não tive tempo para ver séries, li um livro e meio e não fiquei particularmente impressionada, só vi um filme e foi tão terrível que fiquei contente por o ter visto enquanto estudava. O meu telemóvel avariou e as pessoas que convivem comigo já se habituaram a emprestar-me os seus durante cinco minutos para eu tirar a minha foto do dia, porque nem sem smartphone equaciono não terminar este projecto. Fiz coisas giras. Outras não tão giras. Fiz uma das piores frequências da minha vida e ainda estou a recuperar do trauma. Não comi decentemente. Vivi momentos inesquecíveis com pessoas de quem vou ter que me despedir brevemente. Gostava de vos dizer que fui muito madura, mas a verdade é que fiz um enorme esforço para não processar emocionalmente os assuntos que me aborrecem e preocupem. E fui bem sucedida. Também descobri um grupo musical novo, chamado Pentatonix, que além de ser fantástico, é muito bom para ouvir enquanto se estuda. Ainda não foi em 2016 que cumpri o meu desejo de abrir a época balnear antes de Junho. Em 2017 estou cá para tentar novamente. 

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dos detalhes
segunda-feira, 6 de junho de 2016 || 9:03 da tarde

Uma das professoras de cujas aulas menos gostava quando andava no secundário é, actualmente, uma das minhas ex-professoras favoritas e com quem mais falo quando nos encontramos. Há coisas muito irónicas na vida. 

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dos dias
domingo, 5 de junho de 2016 || 10:26 da manhã

Tive a semana mais longa e complicada do último ano. As próximas semanas vão ser igualmente atarefadas, mas se houve alguma coisa que os últimos dias me ensinaram foi que até na pior semana do ano podem acontecer coisas boas que vale a pena guardar no coração. 



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pessoas
sexta-feira, 3 de junho de 2016 || 6:00 da tarde

Conheci alguém a quem acontecem ainda mais coisas surreais do que a mim. Claro que nos tornámos logo amigos!

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Anaa 101
quinta-feira, 2 de junho de 2016 || 4:26 da tarde

Sempre que tenho muita coisa para fazer num curto espaço de tempo, adormeço durante a tarde e só acordo várias horas depois, extremamente desorientada e ainda mais cansada do que quando adormeci. Se eu contasse isto a alguém, ninguém acreditava que não faço de propósito! 

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dos detalhes
|| 12:27 da manhã

Acho que a dica mais eficaz que vos posso dar no que toca à manutenção de níveis de sanidade mental elevados é que procurem não estar sempre com as mesmas pessoas ou nos mesmos lugares. Assim simples. Eu retiro imenso conforto da rotina e sou um bocadinho avessa a mudanças radicais, mas até eu sinto que enlouqueço se estiver constantemente no mesmo local ou rodeada das mesmas pessoas. Não sei se funcionará convosco tão bem como funciona comigo, mas garanto-vos que no meu caso particular, sair um bocadinho da rotina e estar com pessoas diferentes faz milagres e dá-me anos de vida!

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