Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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“Home is Where the ♥ is”
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detalhes
domingo, 29 de novembro de 2015 || 11:26 da manhã

O momento em que alguém diz "Somos todos adultos..." no meio de uma conversa é o momento em que começo a ficar desconfortável e a tentar fugir. Quase sempre envolve propostas de coisas ilegais, sexuais ou extremamente aborrecidas (tipo ir às finanças). 

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Anaa e a saga dos trabalhos de grupo
sábado, 28 de novembro de 2015 || 11:13 da manhã

Também aconteceu eu ter ido pedir informações a uma professora sobre o tipo de conteúdo metodológico que ela queria que incluíssemos num trabalho. A minha colega decidiu que não queria ouvir e foi para a rua fumar. Escrevi este post às 23h e, neste momento, já tive que lhe explicar duas vezes o que é suposto escrever, já lhe enviei um documento word com os tópicos de tudo o que ela tem que desenvolver e acabei de receber uma sms dela a perguntar-me quais foram os instrumentos/técnicas de recolha de dados que usámos no trabalho. Estou outra vez naquele ponto da minha existência em que sinto a alma a querer saltar para fora do corpo e observar a situação de cima. Ou a seguro ou explico à outra, pela quarta vez, o que é que é suposto fazer... não consigo fazer as duas coisas ao mesmo tempo.


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Anaa e a saga dos trabalhos de grupo
sexta-feira, 27 de novembro de 2015 || 8:03 da tarde

Logo a seguir à situação anterior, no pódio dos momentos mais surreais da minha vida está aquele dia em que pedi a uma colega que fizesse uma pesquisa básica. Não confiando nos dotes de pesquisadora dela, fiz primeiro uma pesquisa preliminar para me assegurar que havia material. Em 15 minutos encontrei tudo o que precisava. À cautela ainda lhe dei a indicação de um dos sites em que devia procurar e da informação que era expectável encontrar. Veio ter comigo dois dias depois. Não tinha conseguido encontrar porra nenhuma. Fiz o meu melhor sorriso e disse que não fazia mal, que eu dava uma ajuda. Enviei-lhe um segundo site e disse-lhe exactamente o nome do tema sobre o qual tinha que encontrar informação. Deixem-me repetir-vos, eu enviei-lhe o link de uma página com uma lista de temas, sub-tema e informações sobre os mesmos e o nome daqueles que nos interessavam. Ia morrendo de choque quando, umas horas depois, a rapariga me envia um resumo da informação relevante... do tema errado! 

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Anaa e a saga dos trabalhos de grupo
quarta-feira, 25 de novembro de 2015 || 10:54 da tarde

Sempre que tenho que fazer um trabalho de grupo sinto que sou arrastada para um universo alternativo em que sou uma mulher de meia idade e fui obrigada a fazer um trabalho de grupo com os meus três filhos menores. É quase cómico, de tão trágico. Desde pedir-lhes para fazerem a função mais simples possível, enviar-lhes os tópicos a desenvolver e ainda receber secções de trabalho que conseguem não mencionar um único ponto relevante a dar comigo a ter que obrigar, literalmente, as pessoas a deslocarem-se à faculdade para ajudarem a fazer as partes conjuntas. Já tentei ignorar os incompetentes e fazer tudo sozinha ou com os colegas que têm um cérebro, mas depois os incompetentes sentem-se ofendidos por não terem sido incluídos. Quando marco reuniões de grupo, quase tenho que pegar neles por uma orelha e arrasta-los até à faculdade, tal é quantidade de protestos que oiço. Assim do género: "Mãe, não quero comer os legumes", "Mas tem que ser filho, faz bem à saúde", "Mas não quero", "Eu sei meu amor, mas às vezes temos que fazer coisas de que não gostamos muito", "Não gosto e não como!", " Ai a merda, comes sim senhora porque eu sou a tua mãe e estou a mandar", *beicinho e lágrimas abundantes*. Juro que tive uma conversa assim com um colega ainda esta semana, só lhe faltou chorar e dizer que não ia contar ao pai. 

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terça-feira, 24 de novembro de 2015 || 10:04 da tarde

Há uns fins de semana atrás dei por mim numa daquelas festas de localidade que passam na televisão nacional. Claro que só me apercebi de onde estava depois de lá ter chegado. O inferno existe e é uma festa de aldeia.


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segunda-feira, 23 de novembro de 2015 || 8:03 da tarde

Incomoda-me mais saber que tenho muita coisa para fazer em pouco tempo do que o acto de ter que fazer muita coisa em pouco tempo. Ou seja, incomoda-me mais pensar que tenho três trabalhos e dois testes para os quais tenho que me preparar até dia 15 de Dezembro do que me vai incomodar trabalhar de sol a sol para os ver bem feitos na data prevista. É, sou dessas. 

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pessoas
domingo, 22 de novembro de 2015 || 11:39 da manhã

Devo ter um dom qualquer para me tornar amiga de pessoas com as histórias de vida mais loucas e/ou com as características mais impressionantes. Desde a rapariga que descobriu que o namorado se tinha envolvido com a gémea idêntica de uma das raparigas com quem ela também se tinha envolvido, à minha amiga que tem um documento oficial a declara-la lady por ter terrenos na Escócia, passando pela pessoa que foi trabalhar um Verão na China e voltou noiva e completamente apaixonada por um Chinês. A minha vida parece SEMPRE aborrecida quando a comparo com a dos meus amigos!


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problemas de primeiro mundo
quinta-feira, 19 de novembro de 2015 || 11:26 da tarde

Adoro chá, sendo que os meus chás favoritos são o preto e o de pêssego (este último feito também com base de chá preto). Tendo em conta que ambos têm teína, não convém bebe-los ao fim da tarde ou à noite, sob a pena de só adormecer de madrugada. Sabem quando é que me apetece mesmo beber uma caneca de chá? Exacto, ao fim da tarde e à noite. 

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quarta-feira, 18 de novembro de 2015 || 8:45 da tarde

Eu juro que tento gostar das festas universitárias e daquela cultura do carpe diem, só vives uma vez, etc. Mas é difícil quando 1/3 das pessoas já sai tão bêbeda do restaurante que não consegue chegar à festa propriamente dita duas ruas acima e outro 1/3 não perde tempo a seguir o exemplo dos primeiros assim que mete um pé na festa. Todas as minhas tentativas vão por água abaixo quando dou por mim a ter que saltar no último segundo, porque alguém está a vomitar quase para cima dos meus pés. 

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dos detalhes
terça-feira, 17 de novembro de 2015 || 11:05 da manhã

Já me tinha deparado com muitos professores que não foram capazes de me ensinar absolutamente nada de novo. Ou porque são incompetentes, ou porque não dão matéria, ou porque não têm jeito para transmitir conhecimento. Mas nunca me tinha deparado com um que além de não conseguir fazer-me compreender coisas novas, também conseguisse fazer-me deixar de compreender aquilo que já dominava há anos por complicar a matéria de uma forma surreal. Aliás, acabei de fazer um teste no qual vou ter uma nota muito razoável. Não usei um único conhecimento adquirido nas aulas, apenas conhecimentos que adquiri no nono ano. Os meus colegas que tentaram aplicar os métodos que o professor ensinou vão ter todos negativa. Se isto não fosse tão trágico até me ria convosco. 

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pessoas
sábado, 14 de novembro de 2015 || 11:18 da tarde

Tenho, finalmente, um colega betinho betinho. Claro que nos adoramos mutuamente e que foi empatia à primeira vista. 

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quarta-feira, 11 de novembro de 2015 || 9:51 da tarde

Na semana passada tentei convencer uma colega que era rebelde. Ainda hoje ela se ri de mim e me pergunta se quero um copo de leite quentinho. Não engano ninguém. 

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Ela explica
segunda-feira, 9 de novembro de 2015 || 9:44 da manhã

Ia escrever sobre como ter que me relacionar com pessoas insensíveis ou brutas dá comigo em doida, mas depois a Luna do Crónicas das horas perdidas disse tudo o que eu poderia dizer sobre o tema. 

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ponto da situação
sexta-feira, 6 de novembro de 2015 || 10:09 da manhã

Estão a ver aquela sensação de alívio que é terminar uma frequência ou um trabalho e saber que vamos ter uns dias de descanso até à próxima entrega? Eu também não. 

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da vida.
quinta-feira, 5 de novembro de 2015 || 10:59 da manhã

As minhas pessoas estão  quase todas a emigrar ou a pensar faze-lo a médio prazo. Alguns conhecidos já foram (um beijo ânia), mas o meu núcleo ainda está todo à distância de um telefonema a marcar um café. No próximo ano, se tudo correr bem (e mal) já não será assim. Sempre que mais uma pessoa me conta os seus planos de se candidatar a universidades estrangeiras ou a trabalhos internacionais, meu coração fica enorme por saber que me faço rodear de pessoas ambiciosas, destemidas e talentosas (uma grande parte dos meus amigos são overachievers) e simultaneamente muito pequenino por saber que a minha cidade vai sendo cada vez menos lar à medida que as pessoas que lhe dão cor vão espalhar magia pelos quatro cantos do mundo. 

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começar bem o dia
quarta-feira, 4 de novembro de 2015 || 7:08 da tarde

Há uns anos atrás passei por uma série de situações constrangedoras por me pôr a acenar ao longe a pessoas que eu pensava serem conhecidas e, ao aproximar-me, perceber que afinal estava só a acenar a estranhos. Depois de me envergonhar a mim própria em público várias vezes, decidi deixar de acenar a pessoas que não estivessem perto de mim - porque sim, vejo mal ao longe mas continuo a não querer usar óculos. Entretanto, passaram vários anos e eu claramente esqueci-me da humilhação que é ser olhada de lado por estranhos para quem sorri e acenei uns segundos antes. Hoje, enquanto atravessava um parque de estacionamento, vi um amigo a conduzir um dos carros na fila para entrar. Pus-me a dizer-lhe adeus e abri um sorriso de orelha a orelha enquanto quase corria em direcção ao lugar do pendura. O único problema é que quando cheguei lá, percebi que afinal não conhecia o condutor de lado nenhum e que, para piorar o constrangimento, o rapaz era giro que se fartava. Ainda lhe tentei dizer que o tinha confundido com outra pessoa e pedir desculpa, mas nessa altura já estava ele perdido de riso a dizer-me que não costumava dar boleia a estranhos mas que abria uma excepção para mim só por ter gostado do meu entusiasmo. Nunca-mais-volto-a-acenar-a-ninguém!

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segunda-feira, 2 de novembro de 2015 || 8:20 da tarde

Há uns dias, uma das poucas amigas que têm acesso ao blog dizia-me que vinha cá todos os dias e adorava ler porque lhe dava a sensação que a minha cabeça era o lugar mais organizado do mundo e que todos os meus pensamentos eram bem estruturados e coerentes. Não sei se é essa a imagem que (vos) passo, mas há dias em que a minha cabeça rodopia a uma velocidade tão estonteante que escrever (aqui e não só) é a única forma de abrandar os pensamentos e tornar a minha mente um lugar mais habitável. 

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