Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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“Home is Where the ♥ is”
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Outubro
sábado, 31 de outubro de 2015 || 2:11 da tarde

Foi um mês muito longo e cheio de coisas para fazer. Cheguei ao fim de semana ora cheia de vontade de passar o dia fora de casa e viver experiências novas, ora tão exausta que afundava nos lençóis e só conseguia acordar 12h depois. Não foi um mês mau, de todo. Mas foi um mês cansativo, um mês para me habituar à rotina e ao ritmo novamente caótico dos dias, um mês em que vivi muita coisa que ainda estou a processar emocionalmente, um mês em que conheci pessoas novas e fiz coisas que nunca tinha feito antes. Foi um mês de conversas difíceis que eu preferia não ter tido, mas também foi um mês em que praticamente todos os meus amigos me disseram que me acham fantástica e que não duvidam da minha capacidade de ser competente (ou de morrer a tentar!) e isso não tem preço, especialmente em alturas como esta em que me sinto mais cansada ou insegura. Infelizmente não tive tanto tempo como de costume para estar com as minhas pessoas de sempre, mas essa é uma falha que sei que vou remediar em Novembro e Dezembro. A agitação foi tal que só tive tempo para ler dois livros, mas fiz questão que um deles fosse a leitura de Halloween perfeita. Também arranjei tempo para ir ao cinema ver O Estagiário (este template muda-me o itálico para texto cor-de-rosa, recuso-me!) e saí de lá bastante impressionada. Poucas novidades, muita coisa para fazer e a recusa em deixar de beber bebidas frescas só porque o tempo está a arrefecer, assim foi o meu Outubro. 


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ia fazer um post sobre isto, mas alguém o escreveu por mim
quarta-feira, 28 de outubro de 2015 || 10:04 da manhã

A cada vitória que dou, a cada passo firme que faço, as minhas pessoas de sempre congratulam-me sem surpresa, porque sabem que consigo. Mas num palco de confiança e de muita coragem há um backstage de confirmações, inseguranças, nãos e muita mentalização individual

Da Inês, no Bobby Pins (um dos meus blogs de referência)

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dos dias
terça-feira, 27 de outubro de 2015 || 10:08 da manhã

A desvantagem de ter tido um fim de semana muito bom é que agora a semana está a custar ainda mais a passar.

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coisas que talvez já vos tenham acontecido
segunda-feira, 26 de outubro de 2015 || 10:49 da manhã

Na última sexta, depois de uma noite muito mal dormida e de oito horas de aulas, arrastei-me até um café para beber um capuccino com uma amiga com a certeza que antes da hora de jantar já estaria em casa, debaixo dos cobertores. Não sei muito bem como é que isto aconteceu, mas acabei por chegar a casa várias  horas mais tarde, depois de um café, um jantar no outro lado da cidade com uma amiga comum, uma visita à sua casa e uma típica passagem pelo bairro alto pautada de conversas interessantes com desconhecidos e mil encontros com pessoas conhecidas. Cheguei a casa com vontade de hibernar durante seis meses para recuperar as energias, mas a verdade é que já não tinha uma noite tão espontânea e divertida há algum tempo. 

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dos detalhes
sábado, 24 de outubro de 2015 || 5:20 da tarde

Há uns tempos conheci uma pessoa tão interessante que, no meio de tanta conversa, me esqueci de almoçar. Não me lembro da última vez que isto tinha acontecido.


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aos seis anos e dez meses deste blog...
quinta-feira, 22 de outubro de 2015 || 10:49 da manhã

Percebi que sou melhor a escrever sobre o passado. Este blog contém muitas histórias quotidianas no presente, mas as maiores, melhores e que mais gozo me dão escrever aconteceram há uns meses ou até há anos. Quando falo do presente sou muito cautelosa, neutralizo as emoções com medo de sentir tudo de forma diferente daí a uns meses; mas quando escrevo no passado, sinto que a situação já estabilizou do ponto de vista emocional, não tenho tanto cuidado em não ferir susceptibilidades ou em não expor certos detalhes. Este blog é em igual medida um blog sobre o passado e sobre o presente e tem sido engraçado ir descobrindo que histórias permanecem comigo meses e anos depois de acontecerem e acabam por ficar aqui registadas e que histórias se vão perdendo na normalidade dos dias. 

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Dos detalhes
segunda-feira, 19 de outubro de 2015 || 9:33 da tarde

Ontem completei o primeiro mês do meu 365 project. Contra todas as minhas expectativas, ainda não falhei um único dia. Por enquanto estou a gostar muito de completar o projecto, bem mais do que esperava. Claro que o facto de estar a fazer o desafio em conjunto com mais sete amigos dá outro ânimo à coisa, apesar de metade deles ter desistido nas primeiras duas semanas. Tenho que admitir que 80% das fotos que publico no instagram privado do projecto não têm grande qualidade do ponto de vista fotográfico, mas o que perco em qualidade ganho em felicidade por saber que estou a representar os pormenores bonitos dos meus dias e, mais que isso, a desafiar-me a viver mais e melhor para, daqui a uns anos, olhar para trás e lembrar-me que tive um ano em grande. 


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dos detalhes
domingo, 18 de outubro de 2015 || 3:22 da tarde

Nunca poderia ser uma daquelas bloggers famosas que falam muito de moda e de lifestyle. A minha vida resume-se a comer, dormir, estudar, ver séries, ler, encontrar-me com amigos e usar calças de ganga. Assim simples e sem glamour nenhum. 


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sobre o último post
quarta-feira, 14 de outubro de 2015 || 10:08 da tarde

Várias pessoas perguntaram o que aconteceu a seguir no episódio que vos contei no último post. A verdade, meus amigos, é que não aconteceu absolutamente nada. Eu fiz a avaliação oral académica com ele, tive boa nota e disse-lhe que tinha gostado muito de ter aulas com ele e que tinha pena que o contrato com a faculdade acabasse no semestre seguinte. Ele ficou tão envergonhado que nem olhou mais para mim. Nesse fim de semana, a minha colega também teve uma performance que lhe valeu a nota máxima na oralidade, mas não vamos falar disso. (Não resisti!) Avaliações orais à parte, o caso deles durou cerca de dois meses. No fim da terceira semana já trocavam "amo-te" a toda a hora e ele já lhe dizia que os olhos dela eram a luz do universo dele e outros clichés que fariam Camões roer-se de inveja -  sério, eu vi os mails.  Aparentemente a minha colega não é tão realista e desconfiada como eu e, ao invés de achar assustador ter um homem a dizer-lhe que os cabelos dela ondulavam como nereidas, achou adorável. Apaixonou-se perdidamente por ele, saíram umas seis ou sete vezes e tinham uma relação tão melosa que me fazia questionar como é que um homem adulto podia comportar-se daquela forma. Correu tudo muito bem até ele ter passado uma semana sem lhe responder às mensagens. Ao fim de uns 9 dias a esquivar-se, lá a convidou para dar um passeio à beira rio. E foi precisamente no cenário idílico do pôr do sol à beira rio que o homem adulto que uns dias antes apregoava que a amava e que nunca tinha sentido nada assim por ninguém disse à minha colega que afinal se tinha enganado, que tinha confundido os sentimentos e afinal não estava nada apaixonado por ela. Ainda se desculpou dizendo que era uma pessoa muito inconstante emocionalmente e que o namoro mais longo que tinha tido antes não chegara a durar um mês completo. A minha colega entrou numa depressão tão grande que teve ataques de choro durante meses e eventualmente teve que apostar em psicoterapia. Falei com ela há uns meses e, mais de um ano e meio depois desta infeliz aventura, ainda lá andava. Portanto, como podem ver, não estava a brincar quando disse que tinha sido um affair curto, intenso e desastroso. 

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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
|| 11:50 da manhã

Um dos períodos mais emocionantes da minha vida foi o semestre em que uma colega minha se envolveu com um professor. Bom, se quisermos ser linguisticamente precisos, diremos que ele se envolveu com ela, uma vez que a iniciativa partiu dele. Apesar de não sermos propriamente amigas, éramos colegas relativamente próximas e ela insistia em partilhar comigo todos os detalhes do caso. Mostrava-me todas as mensagens, contava-me cada conversa sem ocultar detalhes e fazia grandes dissertações sobre os seus medos e expectativas em relação aos encontros que iam marcando. Quando a relação evoluiu um bocadinho mais, até me contou detalhes que eu não queria saber sobre a performance sexual dele. Para mal dos meus pecados, o nosso professor é daquelas pessoas que diz uma série de clichés dignos de figurarem em livros de Nicholas Sparks e afins e eu tinha que me conter para não corar sempre que o via nos corredores. Claro que, nas primeiras semanas, eu insistia que não queria saber tantos pormenores e que, inclusivé, não era seguro para ela partilhar tantos detalhes de um caso que, se viesse a público, traria muitos problemas a ambos, mas eventualmente desisti de lutar contra a necessidade que ela tinha de partilhar a história com alguém e comecei a ficar curiosa sobre os detalhes do desenvolvimento do caso. A minha moral não é de ferro, ok?! Tenho um longo historial de dizer às pessoas que não tenho interesse nos detalhes íntimos das suas relações amorosas e ser ignorada e bombardeada com detalhes de qualquer forma. A certa altura uma pessoa afeiçoa-se à história e quer saber como termina.

Claro que o caso foi extremamente intenso, durou pouco e terminou de forma desastrosa, mas nem vos digo nem vos conto a adrenalina que era ir para aquelas aulas. Olhar à volta e ver que era a única pessoa que percebia as indirectas e as trocas de olhares, tentar não me rir sempre que me lembrava das parvoíces que ele dizia para a conquistar (tenho pena de não poder partilhar algumas convosco). A situação chegou ao cúmulo de ele saber que eu sabia e trocar olhares também comigo durante as aulas, assim uma espécie de pergunta camuflada "estou a fazer isto como deve ser ou está a ser demasiado óbvio?". Duas das minhas melhores amigas tinham essa aula comigo e eu não lhes podia contar nada, apesar de estarmos perante a fofoca do ano! A situação entre eles ia crescendo em intensidade e acho que eu e ele nos sentíamos igualmente constrangidos quando tínhamos que passar um pelo outro no corredor; ele por saber que eu sabia pormenores desnecessários sobre a sua intimidade e eu por saber que, emocionalmente, ele era um adolescente de quinze anos. A cereja no topo deste bolo de adrenalina e constrangimento chegou no final do semestre, já que a avaliação dessa cadeira incluía um questionário individual oral. Chega a minha vez e eu entro no gabinete dele, para aquilo que ele classificou como "uma conversa informal sobre a matéria", mas que na verdade era uma tentativa de enfiar um semestre inteiro de matéria numa conversa de dez minutos. A última vez que tinha transpirado tanto tinha sido na fatídica tarde em que o louco do meu professor de educação física tentou dançar tango argentino comigo e eu fui obrigada a sentir todos os músculos do corpo dele encostados ao meu.

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ouvi dizer
segunda-feira, 12 de outubro de 2015 || 11:11 da manhã

Sei que é segunda-feira quando oiço um rapaz dizer, exasperado: "A única coisa que me dá ânimo para aguentar este dia é saber que já só falta uma hora e meia para poder ir ao bar e beber um chá em condições". Vida Loka, Yolo, etc. 

daqui

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dos detalhes
domingo, 11 de outubro de 2015 || 2:30 da tarde

Conhecer pessoas novas com quem simpatizamos é fantástico, mas nada bate a magia da cumplicidade das velhas amizades. As aventuras e amizades relâmpago são importantes em determinados momentos, mas nada se compara à a sensação de conforto que é voltar às nossas pessoas e às dinâmicas do costume e saber que podemos dizer e fazer tudo sem quaisquer constrangimentos porque as pessoas do outro lado nos conhecem o suficiente para não se assustarem com a espontaneidade. 

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história da minha vida
quinta-feira, 8 de outubro de 2015 || 10:47 da manhã

As caras de choque e os susteres de respiração sempre que digo que tenho vinte e um anos. Toda a gente insiste que não posso ter mais que dezoito.

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problemas de primeiro mundo
terça-feira, 6 de outubro de 2015 || 8:31 da tarde

Passo a grande maioria do Inverno com um chapéu-de-chuva a pesar-me na mala e raramente o uso. Em contrapartida, nos únicos cinco ou seis dias em que não o tenho comigo, é mais do que certo que vai chover torrencialmente e eu vou chegar a casa a pingar. Nunca falha. 


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das pessoas
segunda-feira, 5 de outubro de 2015 || 11:24 da manhã

Ouvir uma das pessoas mais competentes e trabalhadoras que conheço dizer-me que tem a certeza absoluta que eu consigo fazer tudo aquilo a que me propuser porque sabe que sou aquele tipo de gente que faz o que tiver que ser feito nem que quase morra a tentar não tem preço.  Às vezes acho que sou demasiado selectiva nas pessoas com quem me relaciono e que devia deixar entrar estranhos no meu círculo íntimo com mais facilidade e menos reservas. Depois as minhas pessoas dizem-me estas coisas - dizem-me sempre as frases certas nos momentos certos, na verdade - e eu percebo que nunca poderia ser menos selectiva, porque tive a sorte de ir encontrando amigos que não só me aceitam exactamente como sou, como me inspiram a ser uma versão melhor de mim e já não sei contentar-me com menos do que isso no que toca às minhas amizades. 


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sugestões
sábado, 3 de outubro de 2015 || 7:05 da tarde


Chama-se David Gandy e é um dos modelos masculinos mais bem sucedidos do mundo. Já tinha escrito num post anterior que o considero o homem mais bonito que alguma vez vi em toda a minha vida. Toda a gente pensa que ele é italiano, tal é o bom gosto e o aspecto deslumbrante. Gosto especialmente que ele não seja apenas mais uma cara bonita, bastou-me ver duas ou três entrevistas com ele para perceber que veio de uma família de classe alta e que é uma pessoa extremamente culta, viajada e muito educada e cheia de postura. A forma como tem conduzido a sua carreira também revela uma enorme inteligência, soube tomar as decisões certas e actualmente trabalha com as melhores marcas de roupa, é a cara de vários perfumes e tem a sua própria linha de roupa masculina - que além de ser de um bom gosto incrível o tem como modelo. Como se a classe inglesa, o bom gosto italiano e o facto de ser muito viajado não fossem já suficientes para deixar uma pessoa desorientada, bastou-me uma pesquisa muito rápida para ficar surpreendida com a quantidade de trabalho na área da solidariedade que tem feito nos últimos anos, tendo até criado a sua própria fundação. Tornou-se modelo aos 21 anos, quando ainda era aluno universitário. Não sei se chegou a concluir os estudos superiores na área de Multimédia e de Markting, visto que se tornou imediatamente muito bem sucedido no mundo da moda. 



Não percebo nada de moda, mas dizem os entendidos que David Gandy foi um dos modelos que ajudou a mudar os padrões de beleza masculina, numa altura em que os modelos eram, tal como as modelos, incentivados a ser demasiado magros e a exibir alguma fragilidade física. Se isto não é suficiente para vos convencer, deixem-me só acrescentar que ele é colunista e blogger recorrente da Vogue e da GQ e, espantem-se, não fala só de roupa, apesar de o seu bom gosto e a sua paixão por fatos, carros e relógios serem as suas imagens de marca. Um dos meus maiores problemas com a indústria da moda (a par com a difusão de padrões de beleza física irrealista e, em alguns casos, pouco saudáveis) é precisamente a predominância de temas fúteis e de pessoas superficiais. Gostar e/trabalhar no mundo da moda não tem nem deve significar que o resto da personalidade não é relevante e que a cultura e a postura não devem ser trabalhadas. Detesto ver modelos e estilistas sem conteúdo emocional e psicológico, por isso podem imaginar o meu entusiasmo quando percebi que o modelo mais bonito que já vi na minha vida é, também, uma pessoa fascinante. Segurem-me que eu não me calo. 



Deixo-vos vários links:
instagram (É profissional, dificilmente verão imagens da sua vida íntima, mas deixem-me assegurar-vos que chegar à faculdade e ver as fotos dele nos intervalos entre as aulas ou nas horas mortas é um dos pequenos prazeres dos meus dias).
Entrevista com um apresentador hilariante
Colecção de roupa interior desenhada por ele (vejam lá onde é que abrem o vídeo, este é um bocadinho gráfico)
Campanha para a Marks&Spencer
Entrevista mais seria para a Vogue

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Setembro
quinta-feira, 1 de outubro de 2015 || 11:23 da tarde

Setembros são sempre meses complicados para mim. Este foi melhor do que eu esperava. Confesso que começou mal, mas felizmente terminou substancialmente melhor. Como é normal, as mudanças na rotina demoram algum tempo a ser processadas emocionalmente. Ainda não sei dizer se foi um mês bom ou um mês mau, mas soube desde o primeiro dia que ia ser um mês de algumas mudanças e um tempo em que ou ia descobrir que era mais corajosa do que pensava ou em que ia perceber que talvez não tivesse a coragem e ousadia necessárias para me ir tornando, progressivamente, na pessoa que espero um dia vir a ser. Já disse aqui uma vez que raramente fazia posts sobre a minha vida a quente (do género do último) porque o tempo traz-nos racionalidade e o distanciamento necessário para fazer uma análise coerente dos acontecimentos.Assim sendo, ainda não sei o que vos dizer sobre Setembro. Fora de temas sérios, este mês as minhas séries favoritas voltaram e avizinham-se longos serões longe do mundo real. Também comecei a ver uma série que estreou no ano em que eu nasci e que foi a predecessora de algumas das melhores séries da actualidade: ER. Não sei se já vos tinha dito, mas sou louca por filmes e séries dos anos 90; acho curioso ver como o mundo está tão igual e, simultaneamente, tão diferente. Também descobri um modelo masculino que passou a integrar o número 1 da minha lista de homens mais bonitos do mundo. Vou fazer um post sobre ele porque acho que toda a gente merece conhece-lo. Se o acharem tão giro e interessante como eu, garanto-vos que o vosso Outubro vai melhorar.

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