Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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dramas e dilemas
domingo, 30 de novembro de 2014 || 12:20 da tarde

Isto do Natal e do Dia de Acção de Graças é muito giro, mas eu estou aqui sem saber como é que vou aguentar até ao fim de Janeiro sem episódios novos das minhas séries favoritas. Quando tinha arranjado forma de não pensar muito na falta que Suits me faz, eis que Scandal, Grey's Anatomy, The Vampire Diaries e How to Get Away with Murder entram em winter break. Orange is the New Black também só volta em 2015. Resta-me ir aguentado com episódios de Revenge e de Pretty Little Liars, que está prestes a regressar, mas digo-vos já que nada me substitui Suits e Scandal. Nos entretantos pode ser que comece a ver Vikings ou House of Cards. Alguém tem outras sugestões?

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olha-me esta gaja a importar tradições estrangeiras
quinta-feira, 27 de novembro de 2014 || 2:53 da tarde

Porque hoje é dia de Thanksgiving, porque faz todo o sentido darmos graças pelas coisas boas da nossa vida e porque a Pê deu inicio a uma onda de gratidão aqui na blogosfera. Quem quiser fazer algo parecido, está à vontade.

1. Sou grata pela minha família, porque me ama daqui até à lua, é o o meu porto seguro e me ensina a ser forte todos os dias. 
2. Sou grata pelos meus amigos, porque são todos radicalmente diferentes, o que me permite explorar as minhas diferentes facetas e porque tornam os meus dias muito mais animados. 
3. Sou grata pela blogosfera, porque já me permitiu conhecer virtualmente pessoas absolutamente espantosas e porque as vossas histórias me preenchem o quotidiano. 
4. Sou grata a mim mesma (egocêntrica!) porque nem nos piores momentos perco a cabeça fria, porque mesmo quando as coisas estão insuportavelmente difíceis eu arranjo forças para continuar a caminhar.
5. Sou grata pelo meu computador, em particular, e pela internet, em geral, porque honestamente não sei o que é que faria da minha vida sem este mundo. 
6. Sou grata por viver num país que, apesar de corrupto, não deixa de ser lindíssimo e de me possibilitar estudar sem criar student loans de centenas de milhares de euros. 
7. Sou grata por todas as séries que vejo, porque me permitem fugir da realidade durante um bocadinho, porque me inspiram e porque tornam a minha vida muito mais feliz. 
8. Sou grata por todos os minutos que tive o privilégio de passar na Bósnia e Itália, porque é fantástico estar longe de tudo e, ainda assim, sentir-me em casa, porque nas minhas oito estadias na Bósnia aprendi toneladas sobre mim mesma e porque conheci as pessoas mais fantásticas deste planeta. 
9. Sou grata por todos os livros que já li, porque expandiram o meu universo e me permitiram sonhar e aprender. 
10. Sou grata por todas as roupas bonitas que tenho, porque me fazem sentir gira e bem comigo mesma. 
11. Sou grata por todas as noites de conversas no MSN e, mais recentemente, no Skype, porque me salvaram muitas vezes da tristeza e da solidão e acabaram por ser noites verdadeiramente memoráveis. 
12. Sou grata por ter estudado num sítio péssimo, porque, apesar de incrivelmente difícil de suportar durante os anos que lá estive, me tornou muito mais consciente do mundo que me rodeia e me fez dar ainda mais valor a educação, ao conhecimento e à ambição. 
13. Sou grata aos genes que o meu pai me transmitiu, porque assim posso almejar, um dia, ser uma pessoa tão incrível como ele foi e porque me permitem transbordar de orgulho quando dizem que eu sou igualzinha a ele. Sou, também, grata aos genes da minha mãe, porque me dão a segurança de saber que sou capaz de partir a cara toda a quem me tente magoar. 
14. Sou grata pelas sextas-feiras,férias e fins de semana, porque não há sensação melhor do que respirar fundo e saber que temos tempo para nos desligarmos do mundo. 
15. Sou grata pela minha capacidade de lidar com as pessoas, porque isso me tem permitido ser prudente nas relações humanas e perceber quem quero do meu lado, de quem quero distância e como resolver mil problemas diferentes. 
16. Sou grata por ser saudável e resistente porque...bom, por razões óbvias, não é?!
17. Sou grata pela globalização, porque trouxe muitas desvantagens, mas também tornou a minha vida infinitamente melhor e me permite ter contacto com produtos e cultura de todos os cantos do mundo. 
18.Sou grata por todos os elogios que já me fizeram e por todas as vezes em que me admiraram ou valorizaram, porque isso me deu margem para ir acreditando em mim e crescendo. 
19. Sou grata pela praia e por todos os dias de praia da minha vida, porque o mar é o melhor calmante e o melhor bálsamo para as ansiedades.
20, Sou grata por ter conhecido o                 , porque apesar de ter sido a pessoa que mais me magoou, seria parva se não admitisse que aquilo que ele me tirou só se compara àquilo que ele me deu e ensinou. Sou grata por todos os pedaços de mundo que vimos juntos, por tudo o que ele me ensinou sobre a vida e as pessoas, por todas as experiências que me proporcionou, mesmo pelas más, porque hoje sou uma pessoa melhor e mais forte do que antes de o conhecer. 

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em momentos de tensão é isto que eu digo
quarta-feira, 26 de novembro de 2014 || 1:06 da tarde

(depois de ter passado meia hora sozinha a atender clientes, no café)

- Mãe, não sei o que é que hei-de fazer. O homem disse que ia ao carro buscar trocos para pagar o café, mas está lá dentro há dez minutos. Eu estou aqui que não sei o que é que hei-de fazer à minha vida: não sei se espere e passe por estúpida ou se vá lá e lhe vandalize o carro. Mãe, não estás a perceber, eu já vandalizei um carro...com um ainda escapo, mas se vandalizar mais outro vou parar o purgatório de certeza! (risos)


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oh, a normalidade dos dias
terça-feira, 25 de novembro de 2014 || 10:46 da manhã

Mais um dia na história da humanidade. Mais um dia em que eu só não me peguei à porrada com uma velha porque não calhou. Há algo de reconfortante neste tipo de rotina quase cósmica. Ou então não.

 

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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
domingo, 23 de novembro de 2014 || 2:04 da tarde

Lembrei-me agora que provavelmente ficaram todos a pensar que eu sou completamente louca por ver um cão preto em plena cidade e julgar que estou perante um javali. Mas deixem-me informar-vos que foi uma preocupação completamente legítima.

Há uns anos atrás, fui com a minha mãe à casa de campo da família  e enquanto ela plantava couves e mexia na terra, decidi dar uma volta pela aldeia. Subi uma ruazinha deserta e sentei-me no baloiço de um parque infantil abandonado. Estive lá uns cinco minutos, a contemplar a paz do campo e a dar em doida para me ir embora dali. Juro que ao fim desses cinco minutos vi um carneiro do tamanho de um pónei a correr na minha direcção. Primeiro ri-me, claro, pensei que o meu cérebro estava a pregar-me partidas e que aquele carneiro era uma espécie de miragem de quem está aborrecido. Mas conforme a besta se aproximava sem dar sinais de abrandar, garanto-vos que me foi passando a vontade de rir. Felizmente o parque infantil tinha um daqueles divertimentos que são um conjunto de cordas estilo muralha, para os miúdos treparem até cima. Tive que saltar do baloiço, atirar-me às cordas e subir o mais depressa que podia. Eu sei que isto parece saído de um filme, mas se estivessem lá tinham visto o meu terror, completamente sozinha numa aldeola com meia dúzia de pessoas, presa num apetrecho infantil com os pés bem levantados para o carneiro não lhes dar uma marrada e a ver o sol pôr-se naquele clima de filme de terror. Ainda estive ali uns quatro ou cinco minutos em pânico, com a besta a marrar contra a estrutura de madeira do parque e eu agarrada às cordas que nem uma naufraga. A minha sorte é que, entretanto, os donos deram pela falta do bicho e se puseram a correr pelas redondezas à procura dele. Claro que quando chegaram ao pé de mim eu já estava branca de terror e ao "Desculpe lá, menina, distraímo-nos trinta segundos" eu já só consegui responder "enfiem o carneiro no cu e desapareçam daqui para fora". Fosse eu uma lady tinha esticado a mão e pedido ajuda para descer. Mas não, só desci quando os vi entrar e fechar o portão da propriedade e me convenci que não ia morrer ali às "mãos" de um carneiro do tamanho de um pónei. 

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para fechar o assunto
sábado, 22 de novembro de 2014 || 5:32 da tarde

Mas o que me faz mais confusão na atitude da pessoa do post anterior não é a insistência em encontrar-se comigo para eu lhe dar umas informações facilmente transmissíveis por mail nem a lata de me dizer que precisa de um serviço da minha parte mas que não tem dinheiro para me pagar, por isso TENHO que a ajudar de graça. Não, coisas como essas coisas dão-me vontade de rir e de chorar ao mesmo tempo, mas não me confundem. O que realmente dá cabo de mim é saber que as informações de que a criatura precisa estão online e acessíveis e ela, nesta altura do campeonato, ainda não faz ideia do que a espera, dos prazos, dos requisitos ou da melhor forma de se preparar e de conseguir resolver tudo. Repito, as informações que ela precisa estão no primeiro ou segundo link da busca de resultados do google. E eu sei disto porque fui informar-me, para poder informa-la a ela.  


whoop de doo http://ift.tt/1B4gD2B


Estes últimos tempos têm sido complicados para mim, mas graças a Deus ensinaram-me a ser mais resistente e madura e a preocupar-me com ter todas as informações com antecedência, porque só assim é possível navegar no caos burocrático que é este país, 

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entretanto, na minha vida..
quinta-feira, 20 de novembro de 2014 || 5:35 da tarde

Depois da saga "mando mail a pedir uma reunião presencial, pedem-me para explicar o problema por mail, trocamos oito mails sem a pessoa em questão perceber o problema - tal como eu previ - e, depois de me terem atrasado a vida duas semanas, eis que me dizem que talvez fosse melhor, de facto, marcar uma reunião presencial", chega à minha vida a saga "amiga insiste em encontrar-se comigo para lhe resolver um problema, digo-lhe que nesta fase ainda não é necessário, ela insiste novamente porque está muito confusa, eu digo-lhe que, se está confusa, fale comigo pelo chat do fb para poder explicar-lhe tudo mais depressa, ela diz que sim, mas continua a mandar-me sms com perguntas cuja resposta não é linear e me ocupa umas 10 sms de cada vez e a sugerir que eu me encontre com ela sabe deus onde, às oito da noite de um dia de semana". 



Isto há gente tão complicada que desconfio que para andar dois passos para a frente, primeiro precisam de fazer vinte mortais encarpados para trás, irra!

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das coisas que me fazem confusão
domingo, 16 de novembro de 2014 || 6:36 da tarde

No top cinco das coisas que mais me enervam no mundo estão as pessoas que, a meio de uma conversa ou discussão, dizem "acabou a conversa". Isto irrita-me ao ponto de me deixar vermelha de raiva e é certo e sabido que atirar-me com esta frase é meio caminho andado para eu nunca mais me calar. Aliás, se bem me lembro, da última vez que me tentaram calar com esta eu respondi qualquer coisa como "Esta conversa só acaba quando eu não tiver mais nada para dizer ou se me matares". Eu não sou uma pessoa de discussões, raramente discuto e menos vezes ainda levanto a voz, deixem-me sublinhar isto antes que pensem que sou uma louca psicótica que anda aí em lutas corpo a corpo. Nestas férias assisti a uma discussão forte entre o guia e uma das raparigas da minha idade que ia connosco. Verdade seja dita, ela fui impertinente e indelicada e ele tinha razão, mas não acho razoável que se comece uma discussão e depois nos achemos no direito de dizer tudo o que queremos e terminar com um "acabou a conversa", como se pudessemos decidir quando é que o outro tem que se calar. Eu sei que às vezes são coisas que dizemos no calor da discussão e que geralmente a última coisa que queremos é continuar uma conversa dolorosa, mas nunca me senti no direito de dizer isto nem compreendo como é que muitas pessoas o fazem com tanta frequência. 

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das séries do coração
sexta-feira, 14 de novembro de 2014 || 10:41 da manhã

Só há uns meses é que descobri Scandal, mas desde que vi o primeiro episódio que estou perdidamente apaixonada pela série. Mal soube que era produzida pela Shonda Rhimes (de Grey's Anatomy) fiquei logo cheia de curiosidade, mas confesso que pensei que não fosse gostar, porque além de se centrar muito em política e na Casa Branca, fá-lo durante o mandato de um presidente Republicano, partido pelo qual eu não tenho grande apreço. Mas, curiosamente, adorei. Tem a dose certa de política sem se tornar enjoativo, uma personagem principal feminista e cheia de garra que me faz querer ser como ela, um toque de informação sobre as agências secretas ligadas à Casa Branca, vários romances improváveis mas que resultam super bem, personagens que vão evoluindo e têm uma complexidade emocional invejável e vários escândalos associados a pessoas ricas e poderosas. Os temas abordados são actuais e denunciam o racismo, os favoritismos legais, a desigualdade de oportunidades entre homens e mulheres e a corrupção política e judicial.  Honestamente, a série tem tudo e está no meu top 3 do momento, passo a semana inteira à espera que saia o novo episódio. Aconselho toda a gente a experimentar, nem que seja só a primeira temporada. Alguém segue a série? O que acham?

(já para não falar que as cenas sexuais da série são brutais. nada explícitas, mas muito bem conseguidas)

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amor, a definição
quarta-feira, 12 de novembro de 2014 || 10:11 da tarde

Alguém com quem podemos comer doces e rir muito, à uma da manhã, enquanto todas as outras pessoas dormem. 


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guilty pleasure televisivo
segunda-feira, 10 de novembro de 2014 || 2:59 da tarde

E!. Já sei que o guilty pleasure da maioria das pessoas é o TLC, mas o meu é o E!. Devoro tudo, desde o programa das Kardashians ao dos miudos ricos de Beverly Hills, passando pelas notícias fofoqueiras sobre a vida dos famosos do momento. Os programas são tão leves que me permitem passar um bom bocado entretida, sem pensar nos meus problemas e nas coisas menos boas e, ao mesmo tempo, ver o mundo de uma perspectiva completamente diferente. 



E claro, não convém esquecer os velhos vícios: Shark Tank e aquele outro programa da Sic Radical sobre uma loja de penhores em Detroit onde os clientes e os funcionários são tão mal formados que metade do dialogo são asneiras. Tão bom.

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assim se vê quem é que queremos junto a nós num apocalipse zombie...
sábado, 8 de novembro de 2014 || 3:11 da tarde

Ontem, depois de jantar em casa de uma amiga, fomos passear o cão dela. Devo dizer que os meus sentidos não estavam na sua melhor forma, porque tinha passado o dia inteiro sem comer e o meu corpo estava demasiado ocupado a absorver fervorosamente os nutrientes do jantar para me permitir estar especialmente atenta ao meio envolvente. Às tantas, reparei que o cão dela estava a ficar eriçado e uns segundos depois, este começou a ladrar. Quando vi uma forma indistinta preta a vir na nossa direcção, aparecido de repente ao virar da esquina, no escuro da noite, pensei que era um javali. Não sei porque é que a minha mente foi buscar a imagem de um javali, ainda que apenas por dois segundos, mas a verdade é que, naquele momento, não tive dúvidas nenhumas que estava perante um ataque de javali e que íamos morrer todos ali. Claro que o meu primeiro instinto foi esconder-me atrás da minha amiga e usa-la como escudo, mas depois de já estar escondida atrás dela, lembrei-me que talvez fosse melhor ajuda-la a salvar-se em vez de a sacrificar à besta. Já estava com os dedos enterrados nos ombros dela para a puxar para trás e tirar dali a reboque com o cão, que por esta altura já estava a ladrar furiosamente, quando vi um casal virar a esquina, calmamente, e chamar o javali. Só nessa altura é que percebi que o javali era um labrador preto com um daqueles cones que impedem que os cães cocem as feridas e que tinha que me comportar dignamente, sob a pena de ser gozada por aquele casal para o resto das nossas vidas. Tudo isto aconteceu na minha cabeça, no espaço de três ou quatro segundos. Percebem porque é que eu chego ao fim do dia esgotada?



Ironicamente, estamos a falar da mesma amiga do post anterior. Mais uma memória de mim a fazer figura de parva, portanto

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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
quinta-feira, 6 de novembro de 2014 || 10:54 da manhã

Tenho uma amiga cujas memórias mais recorrentes de mim são, desconfio, aquele jantar em que a cadeira onde eu estava sentada se partiu e eu fiquei de quatro, no meio do chão, perante o olhar espantado de nove ou dez pessoas e aquela noite em que eu ia queimando a casa toda, à uma da manhã, porque me esqueci que talvez fosse má ideia fritar um rissol que ainda estava meio congelado, acabando eu encostada à parede por uma labareda de fogo gigante. Perante isto, questiono-me sobre a figura que tenho andando a fazer em público nos últimos três anos. 



Aliás, sou conhecida pelo avô desta amiga como a rapariga que partiu uma cadeira, mas que foi habilidosa o suficiente para cair com um jarro cheio de água e não entornar nem uma gota. 

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I rest my case
domingo, 2 de novembro de 2014 || 9:25 da tarde

Regra geral, são as pessoas que defendem determinados sistemas que mostram ao mundo porque é que estes não funcionam. Veja-se a criatura, cujo nome me recuso a publicitar, que escreveu um artigo no qual diz que as mulheres eram mais felizes se voltassem a ser escravas, perdão, donas de casa. Mas quem fala do machismo poderia falar de qualquer outro sistema. Vocês acreditem em mim, quando existe uma má ideia, normalmente, os seus defensores enterram-se sozinhos, nem dão luta à oposição. E sim, está a dar-me um gozo do caraças que um artigo machista esteja a levantar uma onda feminista tão grande e tão bonita de se ver. Não sei se a intenção do autor era escrever palavras tão ofensivas e redutoras como escreveu, acredito honestamente que não, mas abençoado artigo, que está a mostrar (mais uma vez) como os padrões duplos pelos quais a sociedade ainda se rege são ridículos e têm que cair. 



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pillow talk
sábado, 1 de novembro de 2014 || 1:24 da tarde

Quase tive um colapso nervoso quando a pessoa com a cama mais confortável onde eu já me deitei me contou que ia trocar de cama e de colchão. Perante o meu ar chocado e os meus queixumes, a minha amiga suspirou e disse-me que já sabia que, de todos os seus amigos, era eu quem ia reagir pior à notícia. A cama nova chegou e, aparentemente, não só é igualmente confortável, como é muito maior que a anterior. Esta semana recebi o convite "oficial" para a ir experimentar e, meus amigos, digo-vos com toda a sinceridade que nunca a perspectiva de me ir meter na cama de alguém me deixou tão animada. 

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