Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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“Home is Where the ♥ is”
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percentagens
domingo, 29 de junho de 2014 || 6:38 da tarde

Ser pragmática é bom 90% das vezes e é algo que eu até gosto em mim. Mas depois há aqueles 10% de situações em que eu preferia não ter um sentido prático tão apurado e conseguir relaxar e aproveitar o momento, mesmo quando é um momento contra-produtivo que não serve para absolutamente nada de bom. Acho que o que estou a tentar dizer-vos é que às vezes penso demais. 

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bipolaridades
|| 5:57 da tarde

Gosto de festas. Sim, sou eu que não gosto da maioria das datas especiais, já que sinto que há demasiada pressão para nos divertirmos e fazermos tudo como os outros só porque é tradição. Mas, paradoxalmente, adoro festas. Gosto que os meus amigos organizem os mais variados tipos de festa e lembro-me que alguns dos melhores momentos da minha infância e adolescência foram passados nas festas de anos, Halloween ou Carnaval que o meu melhor amigo organizava. Também gosto de as organizar, ajudar a tratar dos detalhes, dos temas, dos convites, das actividades e tudo e tudo. No décimo segundo ano tive uma cadeira em que tivemos que organizar dois eventos abertos ao público e acho que nunca me diverti tanto como nas alturas em que andava de um lado para o outro a organiza-los. Mas a festa/evento não pode ser meu. Vou às festas dos outros com todo o gosto, mas organizar eu uma cerimónia qualquer é acontecimento para temer o fim do mundo. Não me lembro de ter feito qualquer tipo de festa depois dos nove anos. Nenhuma, nem de aniversário, tal é o meu ódio a dar festas. Amo festas, gosto de ajudar os outros a organizar os seus eventos mas curiosamente não me sinto confortável no papel de anfitriã, é muita pressão para mim, faz-me ficar preocupada e acabo por me sentir nervosa e apreensiva, pois quero que toda a gente se divirta. Às vezes ponho-me a pensar nisto e nem eu compreendo como é que consigo ser tão contraditória neste tema.

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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
quinta-feira, 26 de junho de 2014 || 3:46 da tarde

Lembram-se da minha ex-professora que passava a vida a publicar fotos de sexo, BDSM, teorias sobre a falta de sexo ou pinturas provocadoras ou eróticas? Hoje viu-me à porta da escola, a falar com outra professora (eu vivo mesmo ao lado da minha escola básica, de vez em quando encontro gente conhecida quando venho para casa) e juntou-se a nós. Abraçou-me, disse que eu estava linda e diferente, mas que ao mesmo tempo estava exactamente igual e continuava a ser a menina dela. Eu gosto muito dela, foi uma excelente professora, mas tive que me conter o tempo todo para não lhe dizer "pois, se vê os seus ex-alunos como meninos e publica conteúdo sexual tão explicito e pessoal espero que nunca me veja como uma adulta, porque temo seriamente as imagens que me podem aparecer no feed de notícias do facebook". Relembro que ela insiste em ter-nos a todos no facebook como amigos. Às tantas os meus pensamentos ficaram tão descontrolados que me ia dando um ataque de riso. Felizmente não se demorou muito tempo e foi embora a correr e a gritar ao vento que a posso tratar pelo nome porque já não é minha professora. Acho que até transpirei a tentar conter os meus pensamentos. É esse o problema das pessoas que publicam conteúdo muito explícito a chocante nas redes sociais, depois é impossível olhar para a cara delas e não pensar nas imagens. Toda a gente já viu conteúdo bem mais explícito do que aquilo que ela publica e ninguém se choca, mas vai ser sempre constrangedor associar certas imagens à cara de um ex-professor. 

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Do Tempo
segunda-feira, 23 de junho de 2014 || 3:04 da tarde

É curioso como as pessoas continuam a dizer-me que o tempo tem passado a uma velocidade alucinante, porque eu sinto exactamente o oposto. Desde há dois anos para cá o tempo arrasta-se de um forma assustadora. Sinto que dos 18 aos quase 20 mudei em tudo e de forma irreversível. Nunca mais vou ver a vida como a via há dois anos e não gosto disso, tornei-me mais pessimista, mais desassossegada. Estes dois últimos anos passaram devagar, envelheceram-me e mudaram-me tanto. Senti-os como se de 10 anos se tratasse. Acho que senti cada segundo demorar-se na minha própria pele. Senti o peso das horas no peito, constantemente. De todas as horas. Os minutos congelaram e as reflexões repetiram-se mil vezes sem que o instante passasse. Disseram-me que o tempo atenua tudo, molda tudo. Não é verdade, o tempo não atenua a forma como me sinto, não atenua este sentimento de estagnação e de lentidão, não atenua as inseguranças e não aproxima os momentos que teimam em não chegar. O mais curioso é que penso nisto tudo enquanto esboço um sorriso e espero que a pessoa acabe de falar. Custa-me a querer que naquele momento  ínfimo não lhes tenha cabido mil e um pensamentos e que os segundos não tivessem congelado indefinidamente. Mas aparentemente não, o tempo tem passado a um ritmo acelerado para todos menos para mim. Às vezes apercebo-me disso com mais agudeza, fico mais cansada ao fim do dia porque parece que estou a pé há uma semana ou fico espantada por toda a gente continuar exactamente na mesma quando eu mudo tanto e tenho tanto tempo para mudar. Se 90% da vida não se passa só dentro da nossa cabeça não sei como é que se podem explicar estas sensações tão díspares em relação a um período de tempo que é igual para todos. 

  

[agora que releio este post noto que ficou mais pessimista do que aquilo que eu desejava. Foi sem querer, está tudo bem]

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dramas e dilemas
sexta-feira, 20 de junho de 2014 || 10:02 da tarde

Uma amiga minha teve um breve relacionamento com um homem. O caso durou cerca de um mês e meio, mas nesse tempo sei que ele esteve fora do país três semanas e que nas restantes só se viam uma ou duas vezes. Acho que no total encontraram-se cinco ou seis vezes. Cinco encontros e ela anda a chorar por ele há seis meses. Mas quando digo chorar, estou mesmo a falar de ataques de choro e de pânico a cada dois dias. Eu sei que desgostos de amor são complicados e demoram muito tempo a ultrapassar, mas faz-me alguma confusão ela ainda se sentir num buraco negro, seis meses depois de terem trocado umas sms e saído cinco vezes. Eu acho que com esse contacto nem teria tempo de me apaixonar a sério, quanto mais de pensar que não seria capaz de viver sem alguém. Às vezes ponho-me a pensar se o problema será meu, por ser muito cautelosa e demorar bastante tempo a conhecer e confiar nas pessoas com quem me relaciono, mesmo a nível de amizades.




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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
quarta-feira, 18 de junho de 2014 || 10:14 da tarde

Tive um dia complicadíssmo. Dormi quatro horas, mal e cheia de pesadelos. Quando finalmente a parte difícil do dia terminou e cheguei ao café pensei que me ia deitar no banco de trás do carro e dormir uma sesta. Tinha acabado de pousar a mala, quando um senhor de oitenta anos começa a ter um ataque com direito e todo o tipo de coisas assustadoras, entre as quais espumar da boca, não reagir, vomitar-se todo e arriscar-se a asfixiar no próprio vomito. Chamamos logo  o INEM, a mulher dele não só não quer deixar o marido ir para o hospital como demora vinte minutos a vestir-se para entrar na ambulância. Enquanto isso, o homem esperava deitado na maca pálido que nem um morto e a paramédica olhava para mim como que a perguntar se era ela que estava a sonhar ou estava mesmo tudo parvo.  A surrealidade foi tanta e eu estava tão exausta que juro que fiquei ali uns segundos, também sem reacção, a tentar avisar o resto dos clientes (o café estava cheio!) que o homem estava com problemas. Com o pânico claro que me deu para gritar "ai que o homem está-se a finar". Não sei o que é que me deu, mas felizmente ninguém me ouviu no meio da confusão que se gerou ali. 
Já há uns dias a minha avó se lembrou de cair no meio da sala de estar às três da manhã...num dia em que eu ia ter uma frequência às oito, obviamente. Agora digam-me se eu mereço estes maus timmings. 




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dramas e dilemas
terça-feira, 17 de junho de 2014 || 1:41 da tarde

Quando as pessoas que me são próximas têm um problema e me pedem ajuda costumo ser capaz de ajudar. Não estou a falar apenas do típico "não te preocupes, vai correr tudo bem", mas sim de conselhos e de soluções concretos para problemas concretos. Geralmente consigo pensar da forma certa, ser prática e ver qual é o melhor caminho, ou pelo menos o mais viável. Ainda hoje quase tive que obrigar a minha mãe a fazer uma coisa que já queria que ela fizesse há muito tempo, mas que ela nunca tinha pensado com seriedade suficiente para fazer. E ela admitiu que realmente foi a melhor solução. Isto é tudo muito bonito, mas a verdade é que quando os problemas se passam comigo não consigo resolve-los com a mesma clareza. Continuo a ser mais racional do que emocional na análise que faço das situações (apesar de a imparcialidade não existir, nesses casos) mas nunca resolvo as coisas com tanta certeza e eficácia como quando as coisas se passam com os outros. Perante isto só posso concluir que se passa uma de duas coisas: ou sou naba a resolver os meus assuntos, ou estes são mais complicados do que os dos outros. Duvido que seja a segunda opção, o que me deixa agarrada à primeira e constatar que ser" competente a resolver os problemas de toda a gente menos os nossos não é muito animador.


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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
domingo, 15 de junho de 2014 || 7:54 da tarde

Ir visitar uma pessoa que está internada, falar com ela normalmente, mas estar tão desanimada que acabam a ser consoladados pela pessoa que fez uma operação há dois dias e ainda está cheia de dores por causa dos pontos. Eu juro que não me queixei de nada, mas há pessoas que nos conhecem bem demais para precisarem de palavras 

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dilemas e dramas
sexta-feira, 13 de junho de 2014 || 3:01 da tarde

Na semana passada fui à feira do livro e comprei os dois últimos volumes das Brumas de Avalon, que tenho que ler, depois de reler o segundo livro da saga, porque já não me lembro de nada. Também comprei um livro do Murakami. Entretanto estou a meio da primeira parte do terceiro livro da saga do George R.R.Martin. Com tantos livros que tenho para ler nos próximos tempos e tantos períodos em que me apetece ler e nem tenho nada de jeito em lista de espera, a vontade de reler o A Insustentável Leveza do Ser tinha que me dar agora. Típico. 

Já agora, já alguém leu algum destes livros de que falei? Qual é a vossa opinião?

So many books so little time

[pê, se estiveres a ler este post, eu não me esqueci do teu desafio, tenho a tua mensagem guardada no goodreads, acho que vou reler primeiro e depois respondo-te como deve de ser :)]

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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
quarta-feira, 11 de junho de 2014 || 10:25 da manhã

Sabes que a tua vida está um caos quando divides o teu tempo entre estudar para três frequências diferentes, alinhar compromissos, ir à faculdade fazer as piores frequências do semestre, ajudar a tua mãe num café e visitas de hospital. Sabes que se calhar não lidas com as coisas de forma muito normal quando dás por ti a imprimir e emoldurar um certificado com o prémio "A mais Sexy da enfermaria" e a aproveitar o intervalo entre visitas para estudar como se não houvesse amanhã enquanto olhas para o lado e os outros familiares estão no bar a jantar ou a beber sumos e a pensar que tu és estranha. Oh well...

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das desconversas
domingo, 8 de junho de 2014 || 2:39 da tarde

A minha mãe é uma optimista invertebrada e eu uma pessimista imutável. Não sei se estão a conseguir imaginar as nossas conversas, mas garanto-vos que algumas são de chorar a rir. Como nunca nos entendemos temos que parar a meio, sem chegar a nenhuma conclusão, porque ela bufa por todo o lado, irritada por eu ser tão negativa e eu deito fumo por ela não perceber que há mil coisas que podem correr mal. 

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[private post]
sábado, 7 de junho de 2014 || 2:28 da tarde

Hoje lembrei-me daquele dia em que acordei com uma batida na porta às nove da manhã e, de micro-calções e t-shirt larga, ainda ensonada e a esfregar os olhos, vejo o padre entrar-me pelo quarto a dentro com um bosnio lindo de morrer e só  uns quatro anos mais velho que eu e pedir-me para o entreter e conversar com ele enquanto as coisas não estavam todas organizadas para partirmos para a uma tarde nas cataratas que podem ver na imagem que usei numa das últimas publicações sobre a Bósnia. Sim, foi um padre que me enfiou o rapaz pelo quarto a dentro, saiu e fechou a porta atrás dele. E assim fiquei sozinha com um bosnio com quem mais tarde viria a simpatizar, em micro-calções, a bocejar e tão atarantada que nos primeiros cinco minutos nem as palavras queriam sair em inglês. 

Lá começamos a falar. No fim dessa tarde já sabíamos metade da vida um do outro. Hoje é advogado, a primeira pessoa da sua família com estudos superiores. Uma das primeiras pessoas que conheci lá e que me ensinou que no fundo somos todos iguais, independentemente da língua, do aspecto ou das referências culturais. Mais uma das razões pelas quais voltar à Bósnia (ainda) é sempre voltar a casa. Mais uma das razões pelas quais os melhores momentos da minha adolescência hão-de ter sempre um saborzinho a leste. Eu, que nem sequer gosto do leste.



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it's not about the storm
quarta-feira, 4 de junho de 2014 || 12:43 da tarde

"And once the storm is over, you won’t remember how you made it through, how you managed to survive. You won’t even be sure whether the storm is really over. But one thing is certain. When you come out of the storm, you won’t be the same person who walked in. That’s what this storm’s all about."

Haruki Murakami, Kafka on the Shore



Nunca li nada dele, mas pelas citações que tenho visto por aí, parece-me um excelente autor. Acho que vou aproveitar esta feira do livro para comprar o Kafka à Beira Mar a um preço ainda mais acessível do que as edições de bolso, que já são bastante baratas. Gosto da forma como os escritores asiáticos pensam o mundo, problematizam e descrevem de forma completamente diferente de qualquer outra pessoa, em qualquer outro ponto do mundo. Já alguém leu alguma coisa dele que aconselhe?

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eu devia fazer uma lista de pessoas a quem me apetece encher a cara de estalos
segunda-feira, 2 de junho de 2014 || 7:51 da tarde

Faz-me imensa confusão ver o comportamento daquelas pessoas que não podem saber que alguém está a fazer dieta sem tentarem dificultar o processo. Geralmente quando faço alguma alteração na minha alimentação ou rotina não aviso ninguém, precisamente porque não gosto que depois me controlem os progressos ou tentem aliciar a fazer asneiras. Nem a minha família aviso, para não ter pressões extra e poder mudar de opinião quando me apetecer, se bem que geralmente não levo a mal comentários pertinentes e feitos por pessoas próximas A minha mãe está a tentar emagrecer, cortando nas calorias e fazendo caminhadas, porque na fase da menopausa o metabolismo torna-se um pouco mais lento. Tem um cliente que todos os dias a aborrece com isso. Estamos a falar de um cliente que tem bastante excesso de peso e que come o que lhe apetece sem ninguém o incomodar. Ora é comentários sobre os bolos que ela vende que têm muito bom aspecto, ou vai controlar aquilo que ela come, ou faz comentários sobre o tema, ora goza com o esforço dela ao ponto de ela ter que o tratar mal. Não percebo mesmo qual é a necessidade que certas pessoas têm de controlar a alimentação dos outros, pessoalmente acho que fazer reparos (principalmente negativos) sobre o aspecto ou dieta de alguém é extremamente rude. Não compreendo esta maldade que leva certas pessoas a tentar tornar a vida dos outros tão mais complicada. 

Há umas semanas viu-me a comer um pão com queijo com um cola zero e, sem eu lhe perguntar nada, disse-me logo e à frente dos clientes que beber coca-cola e comer pão engordava e que eu devia ter cuidado com isso. Teve pouca sorte, eu fui uma pré-adolescente gorda e fiquei um bocado traumatizada com críticas ao meu aspecto, mesmo depois de ter emagrecido novamente. Respondi-lhe logo que não me lembrava de ter marcado consulta no nutricionista nem de ele ter tirado um curso na área. Claro que acabaram todos a rir-se dele e que nunca mais se atreveu a ser parvinho comigo, mas anda a chatear-me tanto com os comentários que faz à minha mãe (que felizmente não lhe liga nenhuma e até é bem gira) que eventualmente acho que vou ter que lhe responder mal outra vez para ele parar. 

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dilemas
domingo, 1 de junho de 2014 || 6:59 da tarde

Espero que o Senhor me dê mais paciência para viver episódios que parecem saídos do século XVI. "Adoro ver duas gajas enroladas, fico logo todo contente. Mas homens não, não sei, faz-me nojo, é anti-natural. Deve ser por eu ser um gajo 100% heterossexual." Como é que eu respondo a isto com respeito pelo direito à liberdade de expressão e lhe digo, simultaneamente, que pensar uma coisa dessas faz dele um acéfalo? Dilemas. 


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