Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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“Home is Where the ♥ is”
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[private post - 2013]
domingo, 30 de março de 2014 || 6:10 da tarde

2013 mostrou-me a implacabilidade da vida. Foi um dos meus piores anos de sempre e para onde quer que olhasse só via felicidade. O que não é, de todo, mau. Não quero que os outros se sintam infelizes comigo, nem me sinto melhor se souber que não estou sozinha no sofrimento, não é isso, mas houve dias em que ia no metro a controlar-me para não chorar e a repetir a mim mesma que tinha que continuar a andar para a frente e a dar um passo a seguir ao outro e, imediatamente ao meu lado via um casal super apaixonado ou um grupo de amigos que riam à gargalhada a viagem inteira. E por contraste sentia-me ainda pior, sentia que era ainda mais injusto. Mas o problema não eram os outros, era eu, e quem se sente feliz tem todo o direito de exprimir a sua felicidade da forma (apropriada) quem bem entender, quer seja a rir, a sorrir, a dançar na rua, etc. E ainda bem. 2013 ensinou-me que o mundo não pára. Por ninguém. Os dias sucedem-se sempre, mesmo quando não queremos que determinada data chegue, mesmo quando estamos completamente desorientados e precisávamos de parar um mês inteiro para pôr a cabeça em ordem, mesmo quando não dormimos bem há três semanas, mesmo quando estamos com febre, mesmo quando passamos horas seguidas a olhar para a parede em estado catatónico. E assim aprendi sobre o como a vida é implacável e anda sempre para a frente. O período compreendido entre Janeiro e Outubro é mais ou menos um borrão. Lembro-me de tudo o que vivi, tudo o que vi e principalmente tudo o que senti, foram meses completamente caóticos. Não sou capaz de dizer se as coisas aconteceram em Janeiro ou em Junho, está tudo baralhado na minha cabeça, mas aquilo de que mais me recordo, de 2013, é a sensação de desespero misturada com a perda de noção do tempo e a visão distorcida da realidade, como se tivesse vivido seis ou sete meses num quadro surrealista. E a implacabilidade da vida, com o tempo sempre a andar para a frente e os outros exactamente iguais, mesmo quando tudo dentro de nós está diferente e em carne viva. Acima de tudo, 2013 ensinou-me que apesar de tudo o que escrevi, sobrevivemos sempre e acabamos por conseguir chegar ao dia seguinte e fazer tudo outra vez mesmo quando pensamos que já não temos mais forças.

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um num milhão
sábado, 22 de março de 2014 || 2:39 da tarde

Por muito inspirador que seja ver aqueles vídeos e relatos de pessoas que conseguiram subir na vida graças ao trabalho, competência e sorte ou sobre os milagres que de vez em quando acontecem, não me esqueço que estamos a falar de um caso num milhão. Aborrece-me um bocadinho que toda a gente se esqueça que por cada operário que se tornou director da empresa há cem mil operários que não se tornaram directores de coisa nenhuma e que trabalharam 30 anos e se reformaram cansados e pobres. Casos de pessoas como o Bill Gates, que desistem da faculdade e se tornam milionários são lindos e dão-nos esperança, mas não são tão vulgares quanto gostaríamos. Também não há muita gente que fique tetraplégica e que seja mais feliz depois do acidente do que antes...Nós gostamos de acreditar que somos o um num milhão, que os outros vão mudar por nós, que de uma forma ou de outra nos vamos safar e os nossos sonhos se vão concretizar, mas infelizmente, sem muito trabalho e ainda mais sorte isso não acontece. Eu gosto muito de ver palestras de pessoas inspiradoras, mas tenho sempre que me relembrar a mim mesma que aquilo é a excepção e não a regra. 

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contado ninguém acredita ou como ficar careca de nervos antes dos 20
quinta-feira, 20 de março de 2014 || 2:08 da tarde

Tive que mudar uma cadeira a meio de Março. Por culpa da faculdade, não minha, obviamente. Na primeira aula da cadeira nova (que estava a ser leccionada há já um mês) a professora encarregou-me logo de entregar um relatório e fazer uma apresentação oral na aula seguinte. Ainda meio abananada, no dia seguinte encontrei-me com a minha nova colega de grupo para pensarmos na apresentação. Eu levei o texto necessário lido e sublinhado, ela nem o primeiro paragrafo tinha lido. Fiz 70% do trabalho e, depois de ler o balde de lixo que ela me enviou no fim de semana e ao qual chamou, generosamente, a sua parte do trabalho, ainda tive que refazer os 30% de que ela tinha ficado encarregue. No Domingo à noite tinha o power point feito e a matéria toda do tema que estávamos a dar sabida. Segunda apresentei o relatório e o trabalho e tive que passar o power point a toda a gente porque resumia a matéria toda e aparentemente toda a gente estava atrapalhada. Quarta feira foi teste, escrevi mais do que a maioria das pessoas da turma e emprestei o meu texto sublinhado a dois amigos e os apontamentos a outra amiga. No meio disto tudo, na sexta anterior tinha tido um teste de outra cadeira. Agora expliquem-me como é que no espaço de uma semana eu faço isto tudo e ainda arranjo tempo de orientar toda a gente à minha volta, porque esta nem eu percebi. Outra coisa que não entendo é como é que quando peço apontamentos do tema que perdi toda a gente diz que a informação está toda no grupo de facebook da cadeira e quando vou lá só vejo informação super sintetizada. Mas isso fica para o próximo episódio.

 Tirando isso, agora retirar-me e passar o resto da semana a beber chá de camomila para recuperar da correria que foram os últimos dias. 

E estou viciada em teen wolf, o que significa que vou encher o blog de fotos do cast...


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Das mentiras desnecessárias
segunda-feira, 17 de março de 2014 || 5:22 da tarde

Quando estávamos no 12º ano (em escolas diferentes) a minha melhor amiga teve uma crush por um rapaz que tinha sido nosso colega no básico. A crush era mútua, mas se ela era parva ele era parvo e meio e andaram dois anos a jogar um contra o outro. A coisa chegou ao ponto de o rapaz inventar uma namorada imaginária de quem falava constantemente, a quem contava e de quem recebia prendas e com quem passava férias e fins de semana. Isto contava-me ela e os meus amigos que tinham ido para a mesma escola que eles. Acho que durante meses ele chegava mesmo a sair do metro numa estação diferente, numa linha diferente, só para fingir que ia para casa da rapariga fazer sexo e para deixar a minha melhor amiga ciumenta. Sim, durante meses o rapaz chegou a casa vinte minutos mais tarde para que os outros acreditassem que ele ia para casa dela. 

Como é que isto acabou? Claro que eventualmente toda a gente descobriu que ele tinha uma namorada imaginária e ainda hoje eu e o meu grupo de amigos nos rimos dele quando nos lembramos dessa história. A minha melhor amiga acabou por desistir de tentar falar com ele e seguiu para outra. E ele? Ele acabou a chorar no meu ombro em pleno metro porque não só tinha tido uma má nota a uma disciplina a que costumava ter 19 (a má nota foi acima de 15, deixem-me informar-vos) como porque percebeu que não ia a lado nenhum com ela e era um projecto de homem. Podia vestir roupa de marcas caras, ler bons livros, ser extremamente atraente e ter um poder de comunicação e manipulação enormes, mas ainda era o tipo de pessoa que tinha necessidade de arranjar uma namorada imaginária depois de ter sido traído pela rapariga com quem tinha andado anteriormente. Pessoas como ele e histórias como a dele são uma das razões pelas quais eu tento que o meu blog seja o mais privado possível: aprendi imenso com eles e preciso de falar sobre as histórias que partilhamos porque não só são hilariantes como me permitem retirar delas lições valiosas.  




(Atenção, da mesma forma que um homem faz uma coisa dessas uma mulher também o faz. Isto não é uma crítica aos homens, achei que convinha avisisar antes que venham todos encher a caixa de comentários a chamar-me nomes!)

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hipoteticamente
sábado, 15 de março de 2014 || 1:04 da tarde

Imaginem que os vossos melhores amigos estão numa espiral de auto-destruição há anos e não há nada que possam fazer ou dizer que os leve a mudar. Imaginem que já tentaram tudo o que podiam sem se tornarem chatos, opressivos, juízes ou mandões. Imaginem que eles acreditam mesmo que estão a tomar decisões normais e não entendem que estão a estragar as próprias vidas ou, no limite, a impedi-las de melhorar. Imaginem que vocês próprios se recusam a ralhar e mandar neles porque esse não é o vosso papel, é o dos pais deles. Dito isto, quando é que é aceitável desistir e perder completamente a esperança? Quando é que se torna apropriado e suportável virar as costas e deixar de fazer um esforço para conviver com as realidades e pessoas degradantes com quem os vossos amigos se rodeiam?  (não são perguntas retóricas, estou mesmo a perguntar quando é que, nesta situação, vocês desistiram de tentar!)

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teorias alheias
terça-feira, 11 de março de 2014 || 8:06 da tarde

Dizem que não devemos voltar a um sítio onde já fomos muito felizes. Não sei se concordo, mas compreendo. Acho,sim, que não devemos voltar a um sítio onde já fomos felizes quando tudo está igual excepto nós próprios e as circunstâncias da nossa vida. Há uns tempos voltei à minha escola secundária para um evento de uma disciplina que tive e que adorei ter, no 12º e a nostalgia foi enorme. Por contraste com todas as coisas boas que tinha nessa altura a minha vida, no agora, pareceu muito mais triste.

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Ser adulto: a definição
segunda-feira, 10 de março de 2014 || 12:38 da tarde

Sabes que já não és uma criança quando percebes as piadas para adultos e as mensagens das entrelinhas dos filmes da Disney e da Pixar.



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para variar, este é um post sério
sábado, 8 de março de 2014 || 3:42 da tarde

[Se não quiserem ler o meu post completo vejam estas fotos, que resumem bem o que vou dizer.]

Hoje, mais do que ouvir falar de gajas boas e de ler posts recalcados no tumblr em que as mulheres dizem que têm sempre razão e se gabam de terem um dia e os homens não, gostava de ouvir alguém falar de coisas sérias, de assuntos que continuam a justificar que exista um dia da mulher. Existe um dia da mulher porque, numa sociedade que se diz a favor da igualdade ainda é necessário um dia para nos lembrarmos todos que só no século XX é que as mulheres ganharam direito ao voto, que durante séculos as mulheres foram relegadas para segundo plano e ficavam em casa a tratar dos filhos e a serem estupidificadas enquanto esperavam que o marido viesse da taberna ou do trabalho para o entreterem sexualmente e levarem uma tareia ao mesmo tempo. É preciso um dia específico para lembrar a toda a gente que nos dias de hoje ainda existem milhares e milhares de mulheres sem quaisquer direitos, que são submetidas a torturas e mutilações porque são vistas como um objecto de prazer sexual e um ser inferior cujo único objectivo é entreter e gerar herdeiros. 

Mais do que gajas boas a abanar as mamas e mulheres a desejar um feliz dia às outras porque "nós é que somos as maiores e fazemos tudo o que os homens fazem e ainda usamos saltos enquanto o fazemos" (e outras frases do género) gostava de ouvir falar do facto de NOS DIAS DE HOJE, as vítimas de violações ainda serem culpabilizadas por usarem saias curtas ou tops decotados, de ainda não haver uma política de tolerância zero nesses casos, de apenas 33% das pessoas que aparecem em filmes serem do sexo feminino e NÓS acharmos que a proporção é de 50-50 porque temos a cabeça formatada para achar normal esta ligeira desigualdade. Gostava que se falasse do facto de apenas uma pequeníssima percentagem de pessoas do sexo feminino ocuparem cargos de poder no ensino das melhores universidades do mundo e nas direcções dos vários departamentos das empresas e organizações quando, curiosamente, existem mais mulheres na universidade do que homens (ao nível da licenciatura e mestrado). Gostava de ouvir alguém debater porque é que ainda é considerado normal as mulheres serem submetidas a piropos ordinários e olhares depravados. Porque é que isto ainda não é considerado crime contra a segurança pública? Gostava de ouvir um Homem falar sobre aquela vez em que andou na rua e foi tratado como um objecto sexual por 10 ou 20 estranhos num só dia, em público, com toda a gente a ouvir e a rir, mas sei que nunca vai acontecer, porque isso é algo com que os homens (felizmente) não têm que lidar. 

Não gosto de datas especiais mas abro uma excepção para esta, porque infelizmente ainda é preciso. Porque ainda se espera que as mulheres aceitem o sobrenome dos homens e não o contrário, porque a maioria dos homens ainda se sente insultado se lhe disserem que se está a comportar como uma mulher ou a reagir como uma mulher. Porque ainda se alteram radicalmente as fotografias das mulheres na comunicação social porque o nosso valor se mede pelo peso e pela beleza. Porque num canal generalista da televisão nacional acabei de ouvir uma apresentadora dizer que hoje iam falar das mulheres mais bonitas de portugal e não das mais bem sucedidas ou mais lutadoras, ou mais inteligentes ou mais outra coisa qualquer que não envolva mamas. Porque ainda há preconceitos contra as mulheres que têm muitos parceiros sexuais. Porque a maioria dos países ditos de primeiro mundo nunca tiveram uma presidente ou primeira-ministra. Porque, no fundo, vivemos uma igualdade aparente, deixam-nos acreditar que temos tanto valor como os homens para nos distrairem enquanto escolhem O próximo presidente ou O próximo director-geral ou O próximo médico-chefe ou O próximo cientista responsável pela investigação.

Isto é que é o dia da mulher, não são as frases pré-feitas que andam aí nem as flores do metro. O dia da mulher é incómodo porque fala de uma realidade incómoda e isso, eu lamento. 

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oops, I did it again
quarta-feira, 5 de março de 2014 || 7:50 da tarde

Na semana passada uma amiga contou-me que, numa bela tarde de Verão, depois de muita actividade debaixo dos lençóis, perguntou uma coisa muito especifica sobre um tema muito específico ao namorado. O rapaz respondeu-lhe que não sabia, mas que adorava esse tema. Basicamente, acabaram a tarde a ter conversas intelectuais na cama sobre o quanto gostavam de determinado tema e a debater possibilidades e interesses. 

Este semestre tenho uma cadeira em que passo a vida a falar sobre esse mesmo assunto. Hoje, depois de ouvir falar sobre isso pela milésima vez mandei uma mensagem à minha amiga a dizer "estamos a falar de x outra vez, juro que não consigo parar de pensar no teu namorado". Claro que despistada como eu sou só percebi que aquilo que eu tinha escrito podia soar muito mal. Felizmente ela própria passa a vida a fazer piadas e a dizer que me vai dar o número dele no Natal, se fosse uma daquelas mulheres ciumentas acho que lhe tinha dado um ataque de nervos. Mas juro que as minhas intenções eram as melhores, só escolhi as palavras erradas pela segunda vez no espaço de uma semana...



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Heresiaaaaa
terça-feira, 4 de março de 2014 || 2:24 da tarde

Demorei quase vinte anos a perceber que não sou uma pessoa de filmes. Quando era pequena tinha dezenas e dezenas de filmes e nunca via nenhum apenas uma vez, chegava a ver o mesmo filme umas três vezes na mesma semana, era só acabar e rebobinar a cassete. Hoje em dia adoro séries e todas as semanas vejo uns quantos episódios, mas filmes, é raro vê-los. Não sei muito bem porquê, às vezes até saí um filme que eu gostava de ver, mas daí a ter mesmo vontade e paciência para o ver vai um caminho longo. Este ano os únicos filmes nomeados para os Óscares que vi foram o Hobbit e o Frozen. Gostei muito do Frozen, já o Hobbit, correndo o risco de cair numa heresia enorme, não gostei assim tanto. Merecia ganhar a fotografia e os efeitos especiais e as paisagens são qualquer coisa de cortar a respiração, mas era mesmo preciso 3 filmes com 3 horas cada um para retratar um único livro? É que eu cheguei ali a meio do primeiro filme e já estava cansada.

 O 12 Anos Escravo não é filme que algum dia me vá apetecer ver, sim senhora, fala de um tema importante e sério, mas não me estou a ver a chegar a casa e ansiar por passar duas horas e meia com os nervos a ver cenas de escravatura, tortura e violência e a ter pena do escravo. Sim, estou a falar a sério. O Gravidade deve ser muito bom, varreu os óscares todos, mas detesto filmes de ficção científica, não dá. O Clube de Dallas parece ser fantástico. Não só por falar de um tema importantíssimo como pelas interpretações brilhantes dos actores. Não duvido que seja um filme fantástico em todos os aspectos, mas lá está, não me apetece nada passar horas submergida num tema tão pesado como a SIDA, o sofrimento e a discriminação. Infelizmente já tive a minha parte de pessoas a morrer em sofrimento. Gostava de ter vontade de ver o filme, a sério, mas para já não a consigo arranjar. O Her já recebeu montes de comentários positivos, não gosto particularmente do argumento, mas acredito que seja um daqueles filmes muito bons com um argumento mauzinho. O Lobo de Wall Street também não faz nada o meu estilo e já ouvi tanta crítica que perdi a réstia de vontade que pudesse ter de o ver online. O Golpada Americana tem um elenco brutal (já vos disse que adoro o Bradley e a Jennifer?) mas mete máfias e possivelmente tiroteios e FBI e eu fico cansada só de pensar no quanto me ia aborrecer. Mas é outro filme que eu gostava de querer ver. Não arranjo nenhuma razão plausível para não querer ver o Nebraska, mas não quero. Sobra o August: Osage County que me parece giro e vai para a minha lista de filmes a ver. 

Dito isto, perguntam-me vocês: "então de que tipo de filmes é que tu gostas?" E eu respondo-vos que muito sinceramente não sei.

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Eu devo querer mudar o nome para Jennifer Lawrence...
sábado, 1 de março de 2014 || 8:38 da tarde

Na semana passada encontrei uma professora do secundário. Nesse mesmo dia tinha sonhado que o marido dela, professor universitário, me tinha dado aula de uma cadeira que eu até tenho mas que ele lecciona noutra universidade. Quando lhe ia contar isto, sai-me com um "sabe, professora, hoje sonhei com o seu marido" e só me apercebi do quão mal a minha frase soou quando vi as minhas amigas a rir desalmadamente. Lá tive que explicar que não, não era pervertida nenhuma e não andava a sonhar com o marido das outras pessoas assim fora do contexto. Que vergonha. 

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