Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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“Home is Where the ♥ is”
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e começa tudo outra vez
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013 || 11:42 da manhã

Ora vamos lá directos ao assunto: 2013 foi o pior ano da minha vida. Ano semelhante a este só mesmo o ano do demónio que foi 2009 e até esse conseguiu ser bastante melhor. 2014 avizinha-se quase tão mau como 2013,de modo que não estou muito animada. Ainda assim, vale sempre a pena tentar não pensar nas coisas más e relembrar as coisas boas. Assim, deixo meia dúzia de pontos positivos e de coisas mais-ou-menos boas que 2013 me trouxe. 

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sábado, 28 de dezembro de 2013 || 9:42 da tarde

Uma das coisas que mais me custou aprender foi a ideia de que não posso prejudicar-me a mim para beneficiar os outros. Se é um princípio que faz toda o sentido, nem sempre é fácil pô-lo em prática e dizer aos amigos que não quero sair porque sinto que está muito frio ou porque sei que me vou aborrecer com o programa planeado. Inicialmente custava-me horrores desiludir as outras pessoas ou não corresponder às suas expectativas em relação a mim, mas com o passar do tempo percebi que também os outros aprendem a ajustar as suas necessidades em relação a nós. Se antes tinha disponibilidade para estar com a minha melhor amiga todos os dias ou várias vezes por semana, neste momento já não é assim. Passamos muito menos tempo juntas por falta de disponibilidade da minha parte. Disponibilidade temporal e emocional, para ser sincera. Mas ela ajustou as expectativas em relação a mim e entendeu que actualmente preciso de mais tempo sozinha ou que tenho mais ocupações. E como nos adoramos a nossa relação continua a funcionar com a mesma solidez de sempre. Também eu ajustei as minhas expectativas em relação ao meu melhor amigo quando ele começou a andar constantemente pedrado. Continuo a adora-lo, mas a partir de certa altura entendi que não podia esperar tanto dele como antes e só reaprendendo a gostar dele e a aceita-lo exactamente como ele era naquele momento é que a nossa amizade podia continuar. E continuou. 

Lembro-me que antes saía muitas vezes quando tudo o que precisava era de ficar em casa, que acabava por aturar pessoas de quem não gostava em saídas de grupo ou que dava por mim em programas que não me diziam nada e me aborreciam de morte. A certa altura, e sem saber muito bem como ou porquê, deixei de fazer isso. Fartei-me de estar desconfortável ou de viver para corresponder às expectativas dos outros e aos seus interesses. Hoje, por exemplo, recusei um convite dos meus melhores amigos, que neste momento estão nuns jardins ao ar livre a fumar e a apanhar frio. Vão ficar lá a noite toda e estão sete graus e uma aragem húmida capaz de petrificar uma pessoa até aos ossos de tão gelada que é. Se me soube bem dizer às pessoas que adoro que não vou poder ir porque não me sinto capaz de passar quatro horas a vê-los fumar erva e apanhar frio? Claro que não, mas estar ao lado do aquecedor com uma manta no colo a falar com outra amiga pelo skype e a ver séries está a saber-me pela vida. 



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x5
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013 || 6:19 da tarde

O blog fez ontem cinco anos. Mudei tanto nestes últimos cinco anos e o Home is Where the Heart is mudou comigo. Ainda tenho dois ou três seguidores que já estão comigo desde o primeiro ano e nunca tive tantas visitas como em 2013. Obrigada a todos e vamos lá a mais um ano de blog :)

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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013 || 12:44 da tarde

Depois da ceia de Natal o meu avô sentou-se a ver televisão, na sala. Eu estava uns metros ao lado, no sofá, a jogar sims. Passados uns minutos ele começa a arrotar prai de dois em dois segundos, mas nem assim deixa de olhar para a televisão. Ao fim de um tempo, já o homem ia praí no milésimo arroto em menos de cinco minutos, decidi perguntar-lhe se estava mal disposto ou se estava a acontecer alguma coisa para ele não conseguir parar de arrotar. Ele olhou para mim muito espantado e diz "se calhar tu é que estás a arrotar e estás a deitar as culpas para cima de mim" e continua a ver televisão e a arrotar sem se aperceber de tão distraído que estava. Agora digam-me sinceramente, eu mereço?

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sorte macaca natalícia
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013 || 4:17 da tarde

Lembram-se de eu ter escrito um post a dizer que decidia fazer as coisas sempre na pior altura possível? Pois, ontem decidi instalar todos os jogos Sims no computador novo. A meio do processo vejo que me faltam jogos porque alguns deles tinham sido emprestados por uma amiga. Não podia instalar os restantes sem esses três, porque para o jogo não ficar com problemas convém instalar por ordem. Passei a tarde no skype com uma amiga, que ainda me tentou enviar umas versões pirateadas, mas como seria de esperar aquela porcaria não deu. O que é que eu decido às cinco da tarde da véspera de Natal? Pois claro, que tenho mesmo que ir a casa da minha amiga. A minha mãe chega a casa e eu lá a convenço a meter-se no trânsito. Passo pela casa da minha amiga, beijinho beijinho e vamos embora que tínhamos ambas outros compromissos. À descida um cão do demónio que devia andar de açaime atira-se a mim e falha a minha perna por uns dez centímetros. Enquanto eu mando o dono à merda natalícia meto-me no elevador. Fico lá presa durante dois minutos porque, segundo o que consegui perceber pelos gritos dos pais, uma criança tinha puxado o botãozinho para parar os elevadores porque achou que seria boa ideia. Já vos disse que odeio elevadores? Já a hiperventilar lá consegui chegar à rua e passei mais dois minutos a tentar fechar a porta porque o vento era tanto que a porta não fechava. Era eu toda empoleirada, com um pé na parede e tudo e o vento a soprar que nem um mini-tufão contra mim. Claro que estava um rapaz qualquer a olhar para mim e a rir-se. Nos dez metros entre a porta e o carro consegui ficar completamente encharcada. Entrei no carro a rir à gargalhada e a minha mãe abanou a cabeça com aquele ar que ela faz quando pensa que a filha é maluca. 


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awkward moments natalícios
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013 || 10:01 da tarde




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blogs ainda mais fixes do que este
sábado, 21 de dezembro de 2013 || 2:40 da tarde

Fly Blackbird 

A autora deste blog é fantástica e tem um estilo de escrita fluído e descomplicado. Quando for grande quero ter uma vida como a dela e conseguir fazer tantas coisas ao mesmo tempo como ela faz. Se não fosse pedir muito também queria ter um namorado como o dela e ter tanto estilo. Descobri o blog dela na semana passada e desde então já li montes de posts de seguida. Vão lá espreitar o cantinho dela enquanto eu tento escrever qualquer coisa de jeito aqui no meu cantinho.

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ponto da situação
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013 || 6:37 da tarde

- Um terço das vezes que passo à frente do Julio de Matos vejo alguém nu ou semi-nu. Muita gente gaba-me a sorte, mas garanto-vos que não é tão giro como parece. 

- Hoje, quando estava a chegar a casa, assisti a porrada no meio da rua. Outra vez. Entre frases como "Vê lá se não és atropelada" ou "És mal-educada para o c******" um dos homens que andava ao soco sai-se com um "take it easy, take it eeeeeeeeeeeasy, p*** da m****". Pequenas pérolas de Chelas. 

- Saí de casa com mais de uma hora e um quarto de antecedência e ainda assim consegui chegar atrasada à faculdade. 

- Tive um professor que passou um semestre a dizer uma coisa e, no último teste que fizemos confessou-nos que queria que nós tivessemos discordado de tudo o que ele andou a dizer durante o semestre porque devíamos ter percebido que ele só nos dava dados que lhe interessavam e que a nossa opinião estava viciada. Foi tão ridículo que não consegui não me rir na cara dele. Estamos a falar da mesma pessoa que diz sempre que eu tenho que ser menos crítica e mais suave a dar a minha opinião e a comentar as posições de outros autores mas que, quando eu fiz isso me deu 12 porque eu tinha dado uma "opinião morna". 

- Fui fazer mais uma sessão da depilação a laser e na hora de marcar a próxima, a técnica fez uma série de piadas sexuais que acabavam todas com a noite do dia dos namorados arruinada porque eu tinha a as pernas sensíveis. Escusado será dizer que mais triste do que considerar fazer a depilação nesse dia é mesmo ser gozada por causa disso. 

- Dentro da mesma linha de ideias, hoje uma colega disse que eu estava solteira à muito tempo e devia arranjar namorado o mais depressa possível porque toda a gente era comprometido menos eu. Gostava de me conseguir rir, mas não teve mesmo piada. 

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 || 1:18 da tarde

Uma criança desatou a lamber o varão a que as pessoas se seguram no metro. Relativamente normal. A mãe diz-lhe que não pode lamber o metro. Quando a criança pergunta porquê ela responde-lhe que é porque as pessoas põe lá as mãos e sujam o varão e por isso ele pode apanhar uma doença. Realmente acho que sim, o problema nem é as pessoas não quererem/poderem agarrar um sítio todo lambido, é mesmo aquilo estar sujo porque há parvos que gostam de se segurar lá. Eu não sei se fazia melhor e claro que não apanhar doenças é uma razão mais do que suficiente, mas se é para não ser capaz de incutir o mínimo de civismo a uma criança de seis anos e explicar-lhe que na rua não podemos fazer certas coisas para não prejudicar os outros então é melhor comprar um cão...

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Anaa volta a surpreender (ou não...)
terça-feira, 17 de dezembro de 2013 || 5:06 da tarde

Eu às vezes faço-me rir a mim mesma. É certo e sabido que quando não tenho nada para fazer também não me dá para fazer nada, sou capaz de passar dias inteiros a vegetar, mas quando estou, sei lá, em plena semana de frequências de final de semestre invento mil e um projectos giros. Vamos começar pelo facto de eu ter criado um blog no dia 26 de Dezembro. Foi uma data tão mal escolhida que nem eu me lembro que o meu próprio blog faz anos. Também podíamos falar daqueles anos todos em que eu andei no ballet e naquele fim-de-semana antes da penúltima semana de aulas (a.k.a a semana em que em cinco dias uma pessoa consegue ter seis testes e duas apresentações orais) eu perdia sempre imenso tempo entre ensaios gerais e espectáculos numa sala de exibições random aí por Lisboa. Ou daquela vez em que a dois dias de ir 10 dias de férias para o estrangeiro decidi que era boa altura para fazer um album de fotografias e passei as 48 horas seguintes entre malas, roupa mal passada e idas ao fotógrafo para imprimir as bichas em papel de fotografia. Este ano, cheia de coisas para fazer como estou, claro que decidi experimentar fazer não uma mas duas coisas extra. Curiosamente na véspera dos testes já costumo saber a matéria e não tenho grandes problemas com o tempo, senão já andava aí a repetir cadeiras ou assim. É por estas e por outras que ainda nem pensei em ir tirar a carta...com a minha cabeça esperta ainda marcava o exame de código para um dia em que já tivesse três frequências ou assim.

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constatações
sábado, 14 de dezembro de 2013 || 2:52 da tarde

Há um prazer imenso em saber que podemos fazer outra pessoa corar com apenas meia dúzia de palavras. Principalmente quando aquilo que dizemos é a verdade mais óbvia do mundo.


[este post é o mais inocente possível. não levem as minhas palavras para sentidos menos próprios porque não é mesmo a nada disso que eu estou a referir-me]

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doce ironia
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013 || 5:02 da tarde

Uma colega perguntou-me se eu conhecia estudantes de Erasmus para os entrevistar para um trabalho da faculdade. Eu indico-lhe uma sala com um finlandês e três italianas com quem costumo ter uma aula. Uns dias depois fico a saber que ela e uma das italianas estão juntas e, aparentemente muito felizes. Estou muito feliz por elas, sinceramente, mas vamos lá discutir a ironia de eu "apresentar" italianos e italianas aos meus amigos e não arranjar nenhum para mim...

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postcards from italy
terça-feira, 10 de dezembro de 2013 || 3:42 da tarde

Este ano decidi que em 2014 não ia viajar, que ia poupar o dinheiro e passar o verão entre aulas de condução (se concluir, até lá, que estou preparada para começar), tardes fechada no quarto a deprimir e saídas com os meus amigos que, de preferência, não envolvam toda a gente a fumar erva e eu a vê-los pedrados. Dito isto, o meu guia de viagens favorito no mundo inteiro (António, se eu te pudesse dizer o quanto gosto de viajar contigo chamavas-me tarada e banias-me das tuas viagens) diz à minha mãe que este ano está a pensar passar por Bolonha, Florença, Siena e Roma e daí seguir para a Croácia e terminar na Bósnia. Florença e Siena estão no topo da lista das cidades que eu mais quero conhecer e o meu amor por Roma já há muito que é sabido e consumado sempre que posso. Portanto, restam-me duas opções: ou perco uma das melhores viagens da minha vida e passo a totalidade do Verão no quarto a deprimir ou vou para a prostituição para arranjar dinheiro. Não sei qual das opções assustaria mais a minha mãe. Agora numa nota ligeiramente mais séria, passar fome não está fora de questão. (pronto, talvez a nota não fosse assim tão mais séria, eu sou uma pessoa de alimento)

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domingo, 8 de dezembro de 2013 || 3:26 da tarde

Enquanto a maioria das pessoas tem uma paixão desmesurada pelo Mean Girls, eu não me canso de ver o 10 things I hate about you. Porque além do elenco fantástico e apesar de eu gostar de filmes e séries actuais, sabe bem ver um filme sem actores de 30 anos a interpretar personagens de 16. É uma lufada de ar fresco, às vezes acho que hoje em dia é crime as personagens televisivas terem terem um aspecto normal. Aos 16 anos ninguém pode aparentar ter 30 e usar saias curtíssimas, vestidos e saltos altos todos os dias. Eu percebo que é ficção, mas é reflexo desta pressão da perfeição física que ultimamente se descontrolou...e ver o 10 things lembra-me que é possivel fazer um bom filme, aproximado à realidade e divertido sem vestir as personagens de forma escandalosa ou contratar actores de 30 anos e maquilha-los até à medula ao interpretarem adolescentes de 16.

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go big or go home (no meu caso é claramente go home)
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013 || 1:19 da tarde

Comecei o dia a ler um texto que, a dada altura, comparava a cara da múmia de um dos Ramsés à cara de figuras como Czar ou Napoleão. O meu cérebro ficou tão paralizado com a estupidez a que foi exposto que, umas horas depois sentei-me ao lado de uma família no metro e passei a viagem toda a pensar que adoraria saber que língua é que eles estavam a falar e se estariam a falar de mim. Na última estação, quando já me tinha levantado para sair, percebi que afinal falavam português. Do Brasil, é certo, mas isso não é desculpa para não perceber e para pensar que iam a falar uma língua do leste da Europa. Já posso dormir durante os próximos dois meses ou é preciso mais provas de que não estou capaz de usar as minhas faculdades mentais básicas?

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vamos lá falar de coisas sérias
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013 || 8:59 da tarde

É só a mim que o batom do cieiro deixa os lábios ainda mais secos? É que isto é coisa para ser um drama, tendo em conta que eu sou ligeiramente viciada em pôr batom do cieiro mas não quero andar com os lábios secos. 

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home is where the hotties are
domingo, 1 de dezembro de 2013 || 7:20 da tarde




Ian Harding. Conhecido pela sua participação em Pretty Little Liars. A personagem conquistou-me primeiro que o actor, mas nada que dois ou três videos de entrevistas dele não resolvessem. 


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