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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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“Home is Where the ♥ is”
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noites de luar!
quarta-feira, 31 de julho de 2013 || 4:44 da tarde

Eu sei que falei de Teen Wolf e que fiz um daqueles posts em que acabo a criticar uma coisa de que gosto porque não consigo encontrar razões lógicas para gostar. Como em tudo na vida, opto por ignorar as razões sentimentais como o facto de estar muito curiosa sobre quantos tipos de lobicoisos os criadores da série conseguiram inventar. Dito isto, não era preciso todos os cães do meu bairro terem um ataque qualquer à uma da manhã e desatarem a ladrar aflitivamente durante quinze minutos. Menos preciso era dois malucos terem escolhido precisamente esta noite para se porem na mata do bairro a gritar e a gemer, alvoraçando ainda mais os cães. Completamente desnecessário foi, também, o meu vizinho do lado, mais maluco do que nos outros dias, ter decidido gritar com a avó no corredor das escadas e a ter empurrado para cima da minha porta, juntamente com um escadote que me caiu em cima quando, à uma e meia da manhã, decidi abrir a porta para ver que barulheira vinha a ser aquela. É que este tipo de coisas continuam a acontecer-me e as pessoas a quem eu tento contar isto vão começar a pensar que eu sou mais maluca que o meu vizinho. Mas juro que é tudo verdade, o meu avô também viu e ouviu tudo e foi para a cama a abanar a cabeça, que isto já são eventos a mais para a noite de uma pessoa com 86 anos!

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teen drama
terça-feira, 30 de julho de 2013 || 2:14 da tarde

Como se eu não estivesse a atravessar uma fase triste o suficiente, comecei a ver uma série que se chama Teen Wolf. Sim, lobo adolescente, sobre lobisomens adolescentes que se dividem entre as coisas de lobisomem, as namoradas igualmente adolescentes, os testes e o treino de lacrosse. E sabem o que é que é pior? Estou a adorar e nem sequer posso explicar a ninguém porque é que acho que a série é tão boa porque o nome anula logo qualquer tentativa minha de defender a coisa. Ninguém - incluindo eu própria - vai acreditar que uma série que se chame teen wolf é boa. A não ser os fãs de coisas de vampiros e lobisomens, título que eu continuo a recusar insistentemente apesar de The Vampire Diaries ser a minha série favorita (e eu vejo muitas!) e de agora me ter dado para ver séries sobre lobisomens adolescentes. Em compensação, não gosto de True Blood. Mas agora a sério, há alguma forma de eu vos explicar que teen wolf é tão mau que se torna bom? Não? Ok... 


*Os nomes das séries não estão em itálico porque o itálico deste look consiste em mudar a cor do texto para rosa. 



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o dia dos avós é quando uma neta quiser
sábado, 27 de julho de 2013 || 10:14 da tarde

O meu avô iniciou-se no mundo do trabalho aos cinco anos, como espantalho humano. Ou, nas palavras dele "eu ia para os campos e ficava lá parte do dia a afugentar os pássaros e coelhos e não os deixava comer os legumes plantados. Às vezes adormecia e acordava com o meu pai a chamar-me ou com os coelhos a cheirarem-me a cara". Dizem que o ser humano se habitua a tudo, que a minha geração se queixa tanto porque já nasceu com todas as regalias, que a geração dos meus pais só protesta tanto porque já se esqueceu do que é não ter nada. Por esta ordem de ideias, o meu avô, que foi miserável até aos 33 anos, altura em que casou e veio para Lisboa, onde continuou miseravel até ao 25 de Abril,  que trabalhou como espantalho, mordomo, pastor, pedreiro e agricultor, que dormiu anos e anos num celeiro, na palha, que passou meses a comer apenas sopa, pão e ervas para conseguir aguentar-se em pé, devia ser a pessoa mais grata do mundo por ter um teto, comida, família e uma reforma, ainda que miserável.


 A verdade é que o meu avô é a pessoa mais revoltada contra o sistema político e económico que eu conheço, o comunista mais acérrimo e o maior opositor da austeridade, porque não, as pessoas não se habituam a ser miseráveis e a sobreviverem em vez de viverem. O meu avô, verdadeiro representante da classe trabalhadora, nunca diz que "no tempo de Salazar é que era", porque infelizmente ele sentiu na pele o que foi o tempo de Salazar, porque sabe o que é ter fome e ser impossibilitado de ter uma vida digna. O meu avô trata os políticos com muito respeito, antes de dizer o nome deles introduz sempre um título, como mandam as regras da boa educação. Geralmente é "o filho da puta do Passos Coelho" ou "o cabrão do Sócrates" ou "o aldrabão do Cavaco". Há uns anos atrás costumava rir-me dele, desta convicção tão forte que ele tinha em todas as suas crenças, hoje em dia não consigo evitar admira-lo mais a cada dia que passa por ser manter fiel a si próprio. 




Besides, o meu avô ouve rancho e Rihanna, aprendeu a tocar piano aos 73 anos, deixou de fumar aos 74 e faz as testemunhas de Jeová que tocam à nossa campainha corar porque, para não o aborrecerem mais, conta piadas religioso-porcas. É impossível não gostar dele mesmo quando o odeio. 



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[private post]
quinta-feira, 25 de julho de 2013 || 5:22 da tarde

Desde que deixei de ter essa disciplina demoníaca que é Educação Física, parece que o desporto voltou a ser uma coisa normal e não uma tortura. Quando digo desporto, quero dizer, ver os outros a fazer desporto e não eu mexer o meu corpo para fazer algo desse género, obviamente. Passo horas a ver os campeonatos de ginástica artística feminina, dou uma espreitadela aos campeonatos masculinos, de vez em quando vejo ténis e mergulho (não, não é o Splash, é mergulho artístico a sério). Pelo meio está a dança, mas essa sempre foi um dos meus interesses. Também vejo surfistas em acção, em parte pelo espectáculo que é o surf, em parte pelo espectáculo que são os surfistas. Perante isto, só consigo pensar que alguém estaria muito orgulhoso de mim. E sim, estou a falar do tarado do meu ex-professor de educação física, que nem agora que já não sou aluna dele, consegue evitar comportamentos inadequados quando me vê.

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a luz
terça-feira, 23 de julho de 2013 || 1:01 da tarde

Hoje, quando sem intenção apaguei a luz a um cliente que estava na casa de banho do café da minha mãe, lembrei-me de um acontecimento trágico na minha vida ao qual as minhas amigas acham imensa graça. Claro que é o tipo de coisa que só me acontece a mim, talvez por isso seja tão estupidamente cómico. Não é que, há uns anos atrás entrei numa casa de banho um bocado manhosa, num restaurante algures no meio de uma província rural e, conhecendo a minha sorte como conheço, me ponho a imaginar o que é que diria se alguém me apagasse a luz e tentasse entrar pela casa de banho a dentro? Não sei porque é que parti do princípio que alguém ia apagar-me a luz e tentar entrar para a casa de banho, mas como todo o cuidado
é pouco, lembro-me de pensar " Se isso acontecer, a única coisa que eu não posso mesmo dizer é: ÉH, QUEM APAGOU A LUZ? porque parece demasiado algo que um desenho animado diria." (imaginem o buggs bunny a dizer isto, por exemplo.) Assim que acaso de ter este pensamento parvo - numa questão de milésimos de segundo, juro - alguém apaga a luz e tentar abrir a porta, que felizmente estava trancada. Conseguem adivinhar o que é que eu gritei de imediato? Pois, "ÉH, QUEM APAGOU A LUZ?"

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home is where the hotties are
domingo, 21 de julho de 2013 || 2:38 da tarde





Chace Crawford
28 anos, EUA. 
Actor/Modelo - Gossip Girl

Ver Gossip Girl era tão mais interessante por causa dele. Curiosamente, a personagem interpretada por ele acabou por ser a minha favorita da série. Não sei muita coisa sobre a personalidade dele, mas li numa entrevista que os colegas, no set de Gossip Girl, achavam-no tão giro e perfeito que lhe puseram a alcunha de Ken. Quem sou eu para discordar...


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Proezas
sábado, 20 de julho de 2013 || 1:39 da tarde

Estar no café da minha mãe e agir como patroa do estabelecimento, mudando a televisão para um canal que não interessa a mais ninguém. Entrarem cinco homens das obras e ficarem 30 mins a beber cerveja e a ver...o Masterchef. Juro que estavam todos mil vezes mais entusiasmados do que eu. "Ah, que parva, não é assim que se corta o borrego", "Mas o lume está muito alto, assim não vai conseguir assar a carne", " Esta dama não sabe temperar uma boa carne para churrasco, assim fica seco e sem sabor".

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Gossip Girl
sexta-feira, 19 de julho de 2013 || 12:59 da tarde

Acredito que Gossip Girl deixou uma marca enorme no mundo das séries. Os blogs do mesmo tipo explodiram aos milhares, as raparigas tentaram adoptar o estilo das personagens, adensou-se o culto da exclusividade e da riqueza, já retratado noutras séries, os actores tornaram-se icones de moda mundiais e NY até tem rotas turísticas que levam os interessados numa tour por alguns dos sítios mais populares da série. Vi esta semana o último episódio. Os últimos 45 minutos de sempre. E bateu uma tristeza e uma saudade. Admito que a série nem sempre foi coerente, teve os seus momentos exagerados e irrealistas, teve voltas e reviravoltas algo desnecessárias mas, quando vi o final e as coisas se compuseram exactamente como eu queria, exactamente como era suposto que acontecessem, confesso que esqueci todos os pequenos erros técnicos ou minutos menos empolgantes que possam ter ocorrido ao longo das seis magníficas temporadas. Acabaram mesmo a tempo, antes de transformarem a série numa novela mexicana. Estava na hora de a Serena e o Nate pararem de saltar de parceiro em parceiro, de a Lilly parar de casar e recasar, de se perceber o que raio é que ia acontecer ao Dan e de o Chuck e a Blair finalmente se entenderem de vez. E aconteceu tudo mesmo a tempo. Quero acreditar que a série vai ficar para a história, como O.C. (do mesmo produtor executivo) ficou. 






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Monte dos Vendavais, a releitura
quinta-feira, 18 de julho de 2013 || 1:47 da tarde

I cannot express it; but surely you and everybody have a notion that there is or should be an existence of yours beyond you. What were the use of my creation, if I were entirely contained here? My great miseries in this world have been Heathcliff's miseries, and I watched and felt each from the beginning: my great thought in living is himself. If all else perished, and he remained, I should still continue to be; and if all else remained, and he were annihilated, the universe would turn to a mighty stranger: I should not seem a part of it. My love for Linton is like the foliage in the woods: time will change it, I'm well aware, as winter changes the trees. My love for Heathcliff resembles the eternal rocks beneath: a source of little visible delight, but necessary. Nelly, I am Heathcliff! He's always, always in my mind: not as a pleasure, any more than I am always a pleasure to myself, but as my own being. *


É impressionante como uma obra cujas personagens são todas detestáveis consegue ser tão boa. Li-a pela primeira vez há alguns anos e, não tendo mudado a minha vida nem estando no meu top 10, consigo tirar bastante satisfação da leitura. Demasiada satisfação, se tivermos em conta que não há uma única personagem que não seja demoníaca. Devo ter uma queda para obras tempestuosas, não sei. 


*imaginem que a citação está em itálico. É que o itálico, neste template, consiste em alterar a cor do texto para cor-de-rosa...

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awkward moments com homens em tronco nu
quarta-feira, 17 de julho de 2013 || 2:38 da tarde

Eu gostava de saber porque é que, conhecendo a minha tendência para dar por mim em momentos constrangedores, ainda insisto em ser boa pessoa e tentar realizar boas acções, já toda a gente sabe que a coisa vai dar para o torto. No último Sábado, fui com uns amigos para um parque perto da nossa casa. Entretanto, como me acontece sempre, tive que dar uma corrida a casa para aliviar a bexiga e no caminho de regresso para o parque, sozinha e cheia de pressa, vi um gato entrar no quintal de uma vivenda. "Awwww, que fofinho" foi o meu pensamento automático, uma vez que nos últimos meses deu-me para desenvolver uma panca descomunal por gatos. Claro que dois segundos depois já me tinha arrependido de o achar fofo, uma vez que, como todos os gatos espertos fariam, se atirou a uma gaiola com um canário e, não contente com mandar o coitado do animal para o chão, começou às patadas à gaiola para a destruir e comer o bicho.  E aqui entra a minha burrice. Depois de me pôr a gritar com o gato e de o ter conseguido afastar do pássaro uns metros, decido que a melhor opção é ir bater à porta da casa e dizer ao dono que lhe estão a tentar comer o canário. Lá bati duas ou três vezes, cada vez com mais força e, como o proprietário não abria a porta, atrevi-me a dar três ou quatro passos para levantar o pássaro do chão e coloca-lo, pelo menos, em cima do muro ou algo do género, antes que aparecessem 300 gatos para continuar o trabalho do primeiro. Claro que, não tendo aparecido nos primeiros quatro minutos em que fiquei ali especada à espera, a criatura decidiu abrir a porta exactamente quando eu estava a meio do quintar, com ar de assaltante gigante. Para mal dos meus pecados, o dono daquela casa, situada no meio de mil vivendas onde moram idosos ou casais de meia idade, era um rapaz poucos anos mais velho que eu, que me abriu a porta em tronco nu, com um ar de sono que só foi atenuado pelo susto de ver uma miúda que não conhece de lado nenhum no meio do quintal. Eram 16h, ninguém está a dormir a essa hora! Para melhorar a situação, o rapaz faz parte de um gangue lixadíssimo aqui da zona de Chelas. Não sei como é que não desatei a rir à gargalhada ali mesmo, tal era a situação constrangedora em que me encontrava. Lá consegui controlar-me e balbuciar "Um gato atacou o seu pássaro e fez-me impressão vê-lo assim caído, por isso achei melhor chama-lo para o gato não o comer quando eu virar as costas" e sair dali o mais depressa possível, logo a seguir a um "Obrigado, vou matar estes gatos" do rapaz. Sinceramente, a julgar pela fama que tem, é bem capaz de matar mais do que gatos, mas isso são outras histórias. 

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verão > inverno
domingo, 14 de julho de 2013 || 8:30 da tarde

Não há nada melhor do que juntar um grupo de amigos num daqueles terraços que ficam no último andar dos prédios/vivendas, estender mantas no chão, comer montes de porcarias e ver a tarde passar por entre gargalhadas.

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Crónicas de um café
sábado, 13 de julho de 2013 || 2:08 da tarde

Desde que comecei a passar mais tempo com a minha mãe no café dela que já me deparei com todo o tipo de gente estranha. Quem mais me irrita são aqueles grupos de pessoas em que todos os elementos insistem em pagar. É lindo ver três pessoas diferentes a discutir e a mandar-me notas para dentro do balcão, numa tentativa desesperada de serem eles a pagar. Eu ainda pergunto várias vezes quem é que paga, peço para se entenderem, mas nada. Quando agarro numa das notas, começam todos a gritar ainda mais, mandam-me as notas quase para dentro da caixa registadora e ficam extremamente ofendidos por que não posso aceitar todas. 

No topo da escala de clientes irritantes, empatados com os primeiros, estão as pessoas que têm a lata de vir cá ao café e pedir copos de água fresca atrás de copos de água fresca. Um copo de água natural eu posso servir, uma garrafa de água fresca eu posso vender, mas abrir uma garrafa de água fresca só para dar um copo de água não posso, senão vamos à falência. E claro que a minha mãe não está disposta a ter uma garrafa de água da torneira a refrescar porque acha que quem faz questão de beber água fresca tem que comprar uma garrafa ou qualquer outro produto do café. É perfeitamente normal que se sinta "gozada" quando fazem este tipo de coisas, afinal, é o sustento dela, é um bocado má educação pedir só um copo de água, sentar a ler o jornal e sair sem consumir nada. Numa criança, quando anda a brincar, é perfeitamente normal, em pessoas de 50/60 anos que moram a 2 minutos e insistem em pedir copos de água todos os dias não é assim tão normal...

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Home is where the hotties are
sexta-feira, 12 de julho de 2013 || 12:26 da tarde





Bradley James
30 anos, Reino Unido
Actor
Merlin

Este é mais um daqueles homens que é mais fofo do que sexy e que fica muito melhor em video do que em foto. Conheci-o graças à sua personagem em Merlin, série onde desempenha o papel de rei Artur, do reino de Camelot. A série é super cómica, em parte devido ao Bradley e à sua personagem. Além de ser um excelente actor, é super carismático e é impossível ver a série sem nos apaixonarmos por ele.

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Eu mereço?
quinta-feira, 11 de julho de 2013 || 9:13 da manhã

Tenho uma invasão de formigas em casa. Daquelas grandes, com carreiros de bichas a percorrer o chão da sala. Eu ponho spray para matar insectos, o meu avô mata algumas e deixa-as mortas para as outras voltarem para trás, pomos lixívia no parapeito da janela por onde elas entram, varremos as pêgas à vassourada, nada, sempre que viramos as costas quando voltamos a olhar temos o triplo das formigas a passear pela casa. Eu percebia que se elas fossem para a cozinha, onde há coisas boas que quantidade suficiente para alimentar o formigueiro inteiro, mas não, as cabras invadiram o meu quarto. De todas as divisões da casa, claro que a sorte escolheu o meu quarto para ser invadido de formigas. Claro que ontem, quando me ia deitar e vi o tecto cheio de carreiros de formigas, quase dei um grito de horror, chamei a brigada de desinfestação (a.k.a o meu avô), peguei na minha almofada e fui dormir para o quarto da minha tia, onde passei uma noite super apertada numa cama de corpo e meio que teve que aguentar com dois corpos numa noite de calor. Eu mereço?


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Dos moralismos
quarta-feira, 10 de julho de 2013 || 8:44 da manhã



Ambas as imagens retiradas do shiuuuu. Este tipo de segredos é cada vez mais frequente no Shiuuu, um blog onde qualquer pessoa pode publicar um segredo anonimamente. Claro que saber que, hoje em dia, muitas pessoas iniciam a vida sexual aos 14 é  um bocado assustador, mas correndo o risco de ser chamada leviana ou doidivanas, acho ainda mais assustador que existam adultos que, em vez de comentar estes segredos com educação, sensibilidade e compreensão, independentemente das suas opiniões, insistam em dizer coisas como "Eu com 14 anos ainda brincava com barbies" ou "Com essa idade devias era estar preocupada com a escola e os desenhos animados e não com sexo." Não sei se é a falta de sensibilidade das pessoas que comentam estes segredos, se são os falsos moralismos ou se é a noção que as pessoas desenvolveram de que uma pessoa só desperta para a vida sexual e só pode ter problemas sérios a partir dos 18 que me perturba mais.  Se eu acho que 14 é uma idade demasiado precoce para ter relações sexuais? Acho, claro, muito dificilmente estaremos preparados fisica ou psicologicamente, principalmente no caso das mulheres, mas também sei que o desejo e as fantasias não esperam até ao dia em que fazemos 18 anos para despertar. Não sei, mas se alguém acordou no dia dos seus 18 anos com uma maturidade e um amadurecimento sexual extraordinários comparativamente ao dia anterior, em que tinha 17, diga-me, adorava conhecer fenómenos assim. Paralelamente, não consigo perceber muito bem como é que as pessoas que comentam estas segredos dizem que só brincavam com barbies e viam tv e depois uma pessoa farta-se de ouvir histórias de loucuras no verdade ou consequência ou das férias com os primos na casa da avó. Ou eu conheço pessoas muito rebeldes que eram umas loucas sexuais nos seus teens ou então a maioria das pessoas não hesita em comentar segredos de jovens de 14/16 anos com moralismos que não pôs em prática. Enquanto, como sociedade, não admitirmos que os adolescentes já não são crianças e têm pensamentos sexuais e ideias próprias e não pararmos de julgar, criticar, ridicularizar e bombardear com proibições e moralismos, esta tendência crescente de andar na cama com os namorados antes dos 16 vai continuar. Não é suposto uma pessoa partir da teoria para a prática logo aos 14, claro que não, é muito cedo, mas sei lá, a mim parece-me que dizer a toda a gente desta idade que era suposto andarem a brincar com barbies provoca um distanciamento ainda maior dos adolescentes em relação aos adultos. Eu, pelo menos, não me sentiria compreendida, mas lá está, eu acho que é possível falar das coisas e reprovar uma atitude sem cair logo em cima da pessoa com teorias da salvação e do paraíso e sem julgamentos que dão logo direito a pena de morte...

Então e aquelas pessoas que acham que uma criança/adolescente não tem direito a estar deprimido porque ainda é muito novo? É melhor nem me pronunciar.

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A propósito do post sobre os filmes
terça-feira, 9 de julho de 2013 || 9:04 da manhã

No dia em que o publiquei decidi ver o Spring Breakers. Mesmo depois de me terem descrito o filme com palavras pouco generosas, insisti e lá fui ver a coisa porque até nem desgosto de três das quatro actrizes principais. Eu já devia ter aprendido que me dou mal com filmes Indie, devia cingir-me às produções de Hollywood e afins. Foi muito surrealismo, às tantas até eu me sentia mocada como elas - o que é um elogio ao realizador que conseguiu transmitir o ambiente que desejava - e já rezava para aquela porcaria acabar depressa. O final foi só parvo e tenho pena, o filme tinha potencial!

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já cá faltava uma situação destas
segunda-feira, 8 de julho de 2013 || 8:49 da manhã

No Domingo de manhã, como não conseguia dormir com o calor, fui com a minha mãe a um armazém para comerciantes, buscar coisas para o café. Deixei tudo em casa, telemóvel incluído, pelo que entrei lá dentro só com a roupa que tinha no corpo. Uma vez lá dento, e já depois de aguentar 2 penosos minutos na peixaria, ofereci-me para ir comprar tabaco e levantar dinheiro, sob a pena de vomitar ali mesmo se continuasse a cheirar peixe. A parte da tabacaria, com multibanco incorporado, tem segurança adicional e temos que passar por sensores que detectam alarmes. Passo a primeira vez e aquela merda apita. O funcionário olha para mim com um ar muito desconfiado e manda-me sair e voltar a entrar. Passo a segunda vez e aquilo apita outra vez, sabe Deus porquê e para quê, uma vez que eu não podia sair dali com nada roubado porque a tabacaria não tem saída própria. Voltei a sair e, antes de entrar a terceira vez digo, já um bocado aziada "Veja lá se eu roubei as calças que tenho no corpo, é que é a única hipótese". Claro que tinha que me sair um engraçadinho, como em todas as situações da minha vida em que eu me estou a chatear, que me responde: "Pois, não sei, se calhar vai ter que as despir". Felizmente não apitei a terceira vez e fui-me embora a olha-lo de lado com aquele sorriso triunfante nos lábios.


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Mixórdia de filmes extremamente bem sucedidos que me passaram ao lado
domingo, 7 de julho de 2013 || 4:53 da tarde

Toda a gente que viu o The Perks of Being a Wallflower e o Silver Linnings Playbook adorou ambos os filmes. Eram citações nos facebooks e blogs, gifs das cenas mais marcanes e um verdadeiro circo de opiniões e reviews, de modo que o tumblr entupiu de publicações relacionadas com os filmes pouco após estes estrearem. Muita gente até leu os respectivos livros e, segundo me apercebi, gostou ainda mais. Ora, eu vi ambos os filmes, não fizessem parte do cast do The Perks a Emma Watson e a Nina Dobrev (que são só as minhas actrizes favoritas) e do Silver Linnings o Bradley Cooper (que é lindo que só ele e meio italiano!) e a Jennifer Lawrence (com comecei a simpatizar há pouco tempo). Não gostei nem de um, nem de outro. Provavelmente o problema é meu, - não estou a ser irónica - escapou-me o rasgo de genialidade de que quase toda a gente fala. Aconteceu-me o mesmo com o Eternal Sunshine of the Spotless Mind, que foi dos filmes mais horríveis que eu já vi, com o Shame (que apesar de ter um significado mais profundo me pareceu apenas uma sucessão de cenas de sexo) e 500 days of Summer (não desgostei, mas não me marcou muito). Estou a tornar-me especialista em não gostar de filmes altamente valorizados pela audiência.

Jennifer e Bradley 

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constatações de uma stressada permanente
sábado, 6 de julho de 2013 || 10:22 da manhã

Há pessoas tão felizes que eu não consigo perceber de onde vem tanta felicidade. A vida parece fluir de uma forma natural, os problemas que aparecem resolvem-se sempre sem aborrecimentos, a maioria das situações negativas fazem tanta mossa como um dia mais quente/frio do que o desejável. Gostava muito de ser assim. Depois, existem outras que se esforçam muito para ser felizes. As coisas já não fluem com tanta naturalidade e os problemas já chateiam mais um bocadinho, mas com esforço a coisa vai, os obstáculos ultrapassam-se, deixam de fazer mossa e ao fim de um tempo a vida volta a ser bonita. Finalmente, existem aqueles (a maioria das pessoas, talvez) que, por muito que se esforcem, não conseguem ser verdadeiramente felizes. Falta sempre qualquer coisa, há sempre mais um problemazito, mais uma adversidade, mais uma má-disposição. Não acredito que estas pessoas não queiram ser tão felizes e despreocupadas como as primeiras, acho que se esforçam largamente para não se sentirem tristes e o problema começa aí, a alegria e a felicidade não se forçam, ou aparecem espontaneamente ou simplesmente não aparecem. O mesmo acontece com a tristeza, podemos tentar combate-la e até ser relativamente bem sucedidos, mas nunca conseguimos livrar-nos daquela sombra de tristeza ou de ansiedade, por muito que tentemos não pensar no assunto, por muito que treinemos a nossa mente, a tristeza é uma reacção espontânea ao universo, tal como o é a alegria. 

Claro que podemos trabalhar a mente e habituar-nos à realidade em que vivemos. Se as coisas correm mal durante um período de tempo alargado, tendemos a sentir-nos infelizes e a conformar-nos com coisas cada vez mais pequenas, mais insignificantes. Os nossos padrões descem e começa a ginástica da adaptação e, ainda assim, não somos muito mais felizes, apenas mais conformados, porque no final do dia, de forma mais ou menos consciente, continuamos a sonhar com dias melhores, mais horas de sono, mais jantares fora e férias no estrangeiro, menos horas de trabalho, mais realização pessoal, mais lucro e melhores salários, uma casa maior, uma piscina e uma garagem, uma mesa se bilhar e de matraquilhos e churrascadas até às tantas com os amigos e familiares. Acho que é esta a maior diferença entre o primeiro e o terceiro grupo. Os primeiros conseguem, de alguma forma, sentir-se preenchidos sem aquilo que não têm, enquanto os segundos, por incapacidade, obstinação, esperança ou desconhecimento do problema, continuam sempre à procura de melhor, mesmo quando estão relativamente bem com aquilo que têm. 

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home is where the hotties are [o rei!]
quinta-feira, 4 de julho de 2013 || 9:34 da manhã






Ian Somerhalder
33 anos, EUA
Acotor, Modelo, Fundador da ISF, uma fundação para ajudar os animais e combater os danos ambientais
The Vampire Diaries, Lost, The Rules of Attraction, Life as a House (...)

O Ian é, sem sombra de dúvidas, o homem mais bonito que eu já alguma vez vi. Além de ser absolutamente deslumbrante, é um excelente actor e isso só se vê bem em Vampire Diaries. É super simpático para as fãs - como é uma pessoa muito dada a contacto físico há imensas fotos dele a abraçar as fãs, que muitas vezes nem estão à espera e ficam desorientadas quando vêem aqueles olhos tão perto. A fundação dele está a ganhar cada vez mais visibilidade e são imensos os projectos a favor dos direitos dos animais e as acções de sensibilização e prevenção de danos ambientais. Este tão é só muito giro, também é bonito por dentro :) 

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surrealidades
quarta-feira, 3 de julho de 2013 || 10:03 da manhã

Não consigo perceber muito bem porque é que em pleno Domingo entro numa igreja da baixa e a missa é em Latim. Pensava que este tipo de coisas tinha deixado de acontecer em meados do século XX (por volta de 1962, segundo a minha avó), mas afinal não. Devagar, devagarinho, parados. Percebo e gosto que existam Missas noutras línguas, temos cá comunidades estrangeiras e sabem que eu nunca nego uma ocasião que me permita ouvir falar um italiano, inglês, francês ou espanhol bonitos, mas celebrar Missas numa língua morta em plena baixa já é um bocadinho demais. O pior foi que tive que ficar a assistir ao resto da Missa porque tinha uns assuntos importantes a tratar com a encarregada da igreja. Escusado será dizer que estavam quatro pessoas a assistir à Missa: eu, porque estava lá obrigada, o Padre, porque tinha mesmo que estar lá e os dois encarregados da igreja, que estavam lá tão obrigados como eu. 

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Home is where the hotties are [cheira-me que esta rubrica veio para ficar]
terça-feira, 2 de julho de 2013 || 7:15 da tarde






Neil Jackson
37 anos, Reino Unido
Practicou Boxe profissional, actor.
Make it or Break It

Confesso, neste caso a personagem que me levou a conhecer o Neil Jackson é que me fez apaixonar por ele. Interpretou Sasha Belov, medalhista olímpico e treinador de ginástica artística feminina. O actor é talentoso, versátil e tem um sotaque britânico muito querido, mas, neste caso, foi a personagem que fez brilhar o actor e não o contrário. 

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século XIX outra vez?
segunda-feira, 1 de julho de 2013 || 11:46 da manhã

Estava no café da minha mãe quando, depois de almoço e claramente sem nada para fazer, decidi pôr-me a explorar as prateleiras e ver se encontrava lá alguma coisa de jeito. Pus-me a cheirar os licores e whiskys (whiskies?) com curiosidade, já que não gosto da maioria das bebidas alcoólicas (safa-se a vodka e mais uma ou duas) e tenho alguma dificuldade em perceber como é que certos clientes conseguem beber bebidas tão fortes, todos os dias e a toda a hora. Não é que entram dois clientes e, vendo-me com a garrafa na mão, se lançam num discurso interminável sobre como uma menina como eu não devia beber bebidas para homem?! Eu realmente devo ter adormecido no século XXI e acordado no século XIX, pensava que já ninguém tinha a lata de dizer a uma mulher que ela não pode beber ou fumar. Ofereceram-se para me pagar um Baileys, que isso sim, era uma bebida docinha e indicada para senhoras - devo ser um Homem, detesto Baileys. Ainda estive com a garrafa de Brandy na mão, a pensar se bebia um copo só para os chatear ou se parava de me armar em parva e me poupava a beber uma bebida que detesto e que tem imenso álcool  Desta vez, o bom senso prevaleceu. Amanhã não sei se acontecerá o mesmo. Sim, sou facilmente irritável e nem sequer sou feminista. 

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