Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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ainda sobre as tradições americanas
sexta-feira, 30 de novembro de 2012 || 11:56 da manhã

Também adoro o Halloween. Não sei bem porquê e admito que não tem grande utilidade e que compreendo quem acha este feriado (que não é feriado) uma perfeita estupidez e perda de tempo. Desde os meus doze anos que celebro o Halloween com um grupo de amigos e posso garantir-vos que é das minhas alturas favoritas do ano...acho que nunca me divirto tanto em festas como nas festas de Halloween. Claro que, em parte, a responsabilidade é dos meus amigos e não da data em si, pois basta estar com eles para passar uma noite incrível, mas a atmosfera também ajuda muito. Não sei, gosto muito das máscaras, de ir pedir doces (claro que agora já estou demasiado crescida para o fazer a abandonei esse hábito, sob a pena de ser corrida das casas das pessoas à vassourada), dos doces e decorações especiais e daquele ambiente misterioso. Eu, que detesto coisas de terror. Realmente sou uma pessoa complicada.

Além disso, gosto das Black Fridays, que a pouco e pouco começam a chegar a Portugal e que sempre permitem às pessoas poupar uns dinheiros nas compras. Convenhamos, da maneira que Isto está, bem precisamos de aproveitar a black friday e todas as promoções que consigamos encontrar. Também gosto da ideia dos bailes de recepção aos alunos e de finalistas. Provavelmente, se fosse americana, não iria a todos estes bailes, já que gosto de passar o menor tempo possível na escola, mas admito que acho que é uma excelente ideia. Bem como os mil e um clubes a que os alunos de podem juntar e assim fazer amigos, desenvolver talentos e fazer da escola um sítio um bocadinho menos desagradável. Aqui em Portugal, por exemplo, temos tanta carga horária e há sempre tanta falta de verbas que é impossível ter um sistema destes. Sistema esse que muitos alunos (pelo menos na minha escola secundária) iria adorar e rentabilizar. Já para não falar do incentivo que os liceus americanos dão ao desporto (e não apenas a um desporto). E fala alguém que detesta desporto...

(Antes de virem dizer que eu sou uma hater de Portugal e que só sei dizer mal do que é nosso e que só penso assim porque não sei distinguir os filmes da realidade e isto e aquilo e mimimi, deixem-me assegurar que sim, sei que as coisas não são como nos filmes e que sim, sei, igualmente, que nem tudo é bom nos EUA.)




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tesourinhos deprimentes antes das nove e meia da manhã...
terça-feira, 27 de novembro de 2012 || 8:22 da tarde

Hoje, ia no metro sentada em frente a um rapaz (pouco mais velho que eu e giro que se fartava). A dada altura, o moço olha para a minha cara e desata a chorar compulsivamente. Parece que estou a inventar, mas, infelizmente, isto aconteceu mesmo e eu ia com um camadão de sono que nem sabia se ria ou se chorava. Eu realmente devo ter cara de Voldemort, é a única explicação plausível. 



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:O
segunda-feira, 26 de novembro de 2012 || 8:18 da tarde

Há um professor na minha faculdade que é conhecido por chumbar mais de metade da turma e de dar cincos a imensas pessoas. Cadeira obrigatória, área complicada. Único professor disponível no horário que eu precisava. Primeiras aulas e o homem a ensinar coisas super específicas que os meus colegas não aprendiam com outros professores. Primeiro teste marcado no auditório principal da faculdade, que é coisa para intimidar qualquer um. Teste de 60 minutos "nem mais um segundo". O primeiro exercício era japonês. Não, literalmente, o homem lembrou-se de nos pôr a analisar frases em japonês porque, segundo ele, quem sabe analisar uma língua sabe analisar as outras todas. Eu olho para aquilo, entro em pânico e penso "merda, vou ter cinco". Saio do teste um bocadinho mais consolada porque, afinal, consegui fazer tudo. Espero um 14, 15 na melhor das hipóteses. Recebo o teste e constato que tive 19. Desta vez nem eu sei como é que fiz isto. 




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thanksgiving
sábado, 24 de novembro de 2012 || 1:26 da tarde

Eu, que como vocês sabem não sou a maior fã de datas especiais, até acho piada ao Thanksgiving americano. Aliás, gosto dos eventos americanos, no geral. Claro que continuo a achar que devemos dar graças pelas coisas boas que temos todos os dias, porém um feriado que tem como base dar graças [a Deus, ao Universo, à natureza, a nós próprios, whatever] pelas coisas fantásticas que aconteceram na nossa vida e que, por vezes, tomamos como garantidas até faz algum sentido. Além disso, é uma fofura ver toda a gente em casa, com a família e quantidades industriais de comida saborosa a celebrar as coisas boas que lhes aconteceram. 



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eu não devia usar peças de roupa tão mainstream, é o que é
quarta-feira, 21 de novembro de 2012 || 10:13 da tarde

Adoro o pessoal de Erasmus da minha faculdade. São todos super simpáticos e descontraídos e 90% deles têm uma forma giríssima de falar português  Claro que hoje, exactamente no dia em que eu estava vestida com um daqueles hoodies que dizem "I love Roma", me apresentaram um italiano. Foi muito awkward estar ali a falar com ele, numa mistura de português, espanhol e italiano, sabendo que estava a usar uma camisola que fazia referência ao país dele e que ele tinha reparado e só não dizia nada porque era demasiado cliché. Enfim, mais um momento ligeiramente constrangedor para juntar à lista...já no ano passado, enquanto usava uma camisola que dizia "I love London" (não, não tenho uma de cada cidade onde vou, só destas duas cidades) fui abordada por um grupo de inglesas, na baixa e acabámos a falar da minha viagem a Londres e da viagem delas a Lisboa.


Sim, a foto da rapariga a fazer duck face era dispensável, mas tentem lá arranjar uma foto jeitosa de alguém com um destes hoodies...

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Rebeldia de domingo
domingo, 18 de novembro de 2012 || 6:09 da tarde

O crescimento e maturação da maioria das pessoas passam por aprender que, por vezes, é melhor ignorar do responder a certas provocações, porque o desprezo e a superioridade podem doer mais do que uma agressão verbal. Já o meu crescimento, aparentemente, passa por compreender que por vezes é bem melhor responder a uma provocação do que ter calma, porque nem sempre ganhamos mais em ignorar e em assumir uma atitude de "eu sou superior a isto". Até porque uma boa agressão verbal, nas circunstâncias certas e com as palavras certas e falsas cortesias que a boa educação exige e coisa para deixar uma pessoa abananada. Ou então não estou a crescer nada e a minha maturidade esperou até eu fazer dezoito anos para tirar folga. Agora que penso nisso, a ultima vez que me deu a mania que era mazona foi há dez anos e espanquei o meu colega de mesa, que tinha passado o ano inteiro a chamar-me nomes e a torrar-me a paciência ( uma das pouquíssimas vezes que fiquei fora de mim e desesperada ao ponto de agredir alguém. E sabem que mais? Resultou. O rapaz pôs-se manso e nunca mais me aborreceu.) Será que isto é cíclico?

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cheeeeeesy
quinta-feira, 15 de novembro de 2012 || 7:49 da tarde

Por vezes as pessoas que mais nos marcam são aquelas que menos esperamos. Ou o professor com quem não simpatizámos nada de inicio*, ou aquele membro mais calado de um grupo de amigos, ou alguém com uma personalidade, aparentemente, não compatível com a nossa, ou o guia turístico de uma viagem que fizemos meio-contrariados, ou a americana 15 anos mais velha que conhecemos no meio de um grupo de 50 pessoas que falam todas a mesma língua que nós,ou o casal de brasileiros que cantavam no coro na igreja, ou a rapariga mais bonita e extrovertida que já conhecemos e de quem nunca pensamos vir a aproximar-nos porque "ela é tão perfeita que não vai querer relacionar-se comigo", ou o rebelde da turma do quinto ano, ou, até alguém que odiámos tanto e que nos fez sofrer de tal forma que nos fez crescer mais do que qualquer outra pessoa que tenhamos amado. Já tantas pessoas entraram na minha vida e tiveram uma posição importante, sem que eu, à partida, sonhasse. E sem que elas mesmas, em muitos dos casos, desconfiassem do efeito que tiveram em mim e do seu contributo para a formação da pessoa que sou hoje. Até actores, cantores e escritores, através das suas personagens, me ensinaram lições preciosas e me deram esperança quando ela me faltou. Esta é uma das coisas que mais gosto nas pessoas: a capacidade que estas têm de se transformar e o papel importante que assumem em nós. Acredito sinceramente que somos formados por experiências e por pessoas. Mesmo que essas pessoas sejam, para além dos nossos amigos e família, a velhinha que nos tratou como se fossemos suas netas durante muitos anos [e fomos mesmo!] ou o rapaz mais velho que conhecemos quando ainda andávamos na primária e que, um dia, se mudou para Cascais e deixou saudades, ou a mãe do nosso melhor amigo que um dia se torna nossa professora de ballet, ou a rapariga que conhecemos num forum e com quem falámos anos e anos, até esta se ter tornado uma das nossas melhores amigas e se ter materializado no nosso "mundo real".  Quando ligo o computador e me ponho a olhar para o editor do blog e a pensar sobre o que raio hei-de escrever, a primeira coisa que me vem à cabeça não é uma coisa, são várias pessoas, como as deste post, que tiveram um papel aparentemente secundário mas que, ainda hoje, permanecem na minha memória e continuam a transformar-me na pessoa que quero ser.


[já vos contei que tenho uma crush pelo Sasha, de Make it or Break it? É que a personagem é mesmo fantástica]

[*a borboleta, não o miserável do bigode voador. Sim, Susana, este P.S é para ti.)

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o problema só pode ser meu e da minha capacidade de compreensão limitada.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012 || 9:59 da manhã

Ontem chego à faculdade e dizem-me que estão a obrigar os caloiros a andar em roupa interior pela faculdade. Assim, de surpresa. Dizem-me ainda que os acéfalos que organizaram essa praxe o fizeram só para poderem gozar com os caloiros, principalmente com as raparigas que não tivessem a depilação feita. Já sei que há por aqui mil e uma pessoas a favor da praxe e que o argumento é sempre o mesmo, a praxe é diferente de faculdade para faculdade e de comissão para comissão e algumas são muito giras e ajudam à integração. Não concordo a 100% com esse argumento, mas aceito-o. Depois de ver aquela espectáculo só tenho duas questões: Como é que andar semi-despido na faculdade nos ajuda a integrar? e Quem é que se presta a este tipo de coisas? Olhem, choquei. 

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Amizade, a definição
domingo, 11 de novembro de 2012 || 12:55 da manhã

Estares sentada num muro com os teus amigos. De repente, um deles vê três cães raivosos a aproximarem-se e grita "Cães Selvagens" e o outro, imediatamente salta para o chão e diz "eles vêm a correr para aqui, vamos embora". Tu saltas mas cai-te a carteira e os teus amigos ficam para trás, contigo, para te ajudar. Na impossibilidade de correrem dali para fora a tempo agarra-se uns aos outros e começam a gritar em coro. Afinal os cães eram uns amores e só querem festinhas e acabam os três a rir-se da figura parva que fizeram.

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:)
quarta-feira, 7 de novembro de 2012 || 8:14 da tarde

Imagem retirada do blog Verde Lima

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segunda-feira, 5 de novembro de 2012 || 9:11 da tarde

Até há uns tempos atrás acreditava, com todas as minhas forças, que a pior sensação do mundo era estar magoado com alguém de quem gostamos muito e não querer, sequer, procurar forças para perdoar. Mas, felizmente, estamos sempre a aprender e hoje sei que estar demasiado magoado com alguém para nos sentirmos ainda mais magoados e desiludidos e querer com todo o nosso coração perdoar mas não ser capaz é mil vezes pior. 


porque independentemente de não ter nada a ver com o conteúdo do post, imagens de Roma fazem toda a gente sentir-se melhor. Ou talvez seja só a mim. 


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e a lista continua...
domingo, 4 de novembro de 2012 || 3:53 da tarde

Não faz nada o meu género, mas acabei a primeira temporada de Nikita e estou absolutamente viciada. Eu, que acho os filmes de acção todos parecidos e aborrecidos fui apaixonar-me por uma série de espiões...desta vez nem eu sei como é que isto foi acontecer. (E escusado será dizer que o Shane West teve entrada directa na minha lista de celebrity crushes, por motivos óbvios)


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