Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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JO 2012
terça-feira, 31 de julho de 2012 || 8:08 da tarde

Não sei quando nem como é que isto aconteceu, mas o que é certo é que me transformei numa fã dos Jogos Olímpicos e que, pela primeira vez, estou a seguir as competições em várias modalidades e tenho atletas e equipas preferidas. Sabe bem olhar para o ecrã e ver nomes conhecidos, principalmente no campo da ginástica artística, modalidade em que me viciei depois de começar a ver Make it or Break it.


E por falar nisso, EUA ganham a medalha de ouro na competição de equipas de ginástica artística feminina. E eu que estava a torcer por elas estou felicíssima. 

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mais uma prova de que eu tenho gostos polémicos e só gosto de séries que os outros detestam
sexta-feira, 27 de julho de 2012 || 1:46 da tarde

Depois de Make it or break it - que se tornou uma das minhas séries favoritas - eis que me vicío em Merlin



uma série que deve muito pouco ao rigor histórico - se é que pode haver rigor histórico quando se fala de Camlot  - e em que alguns episódios roçam o parvo. Ainda assim, e contra toda a racionalidade, estou apaixonada por esta série. Vale a pena pela relação entre o Arthur e o Merlin (na foto), pela hotness do Lancelot e pelos momentos divertidos que vão aparecendo todos os episódios. Se nos concentrarmos muito no Arthur (que tem uma personalidade sexy sexy sexy) e no Lancelot até conseguimos perdoar o facto de a actriz que faz de Guen ser mulata e não loira e pálida como é descrita nas Brumas de Avalon. 

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sabes que ligas demasiado ao intelecto e à cultura quando
terça-feira, 24 de julho de 2012 || 12:58 da tarde

Conheces um surfista (um surfista!) moreno, bonito, divertido, rico, cheio de estilo, com bom gosto, simpático, pragmático, com uma atitude super agradável e capaz de te pôr a rir de 10 em 10 segundos e pensas, muito triste, "Quem me dera que ele ligasse mais à escola e quisesse ir para a faculdade...assim nem pensava duas vezes"






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domingo, 22 de julho de 2012 || 8:26 da tarde

Já vos aconteceu conhecerem alguém e pensarem: " Eu e ele/ela somos tão diferentes como dois Humanos podem ser!" e "Eu e ele/ela somos tão iguais como dois Humanos podem ser!" ao mesmo tempo? É que ultimamente isto tem-me acontecido mais do que o normal, e isto é coisa para baralhar a cabeça a uma pessoa...



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18
quinta-feira, 19 de julho de 2012 || 11:23 da tarde

Hoje a minha melhor amiga faz dezoito anos. Sendo ela a irmã que eu nunca tive (nem desejei ter), acho que é justo dizer que uma parte de mim faz anos com ela. Conhecendo-a desde que temos quatro anos e fazendo anos quatro dias antes dela, vê-la fazer dezoito anos é confirmar que também eu estou a crescer, porque a evolução de uma é, indissociavelmente, a evolução da outra. E visto que estamos a falar de atingir a maioridade, acho que é mais que justo que celebremos indo ao cinema ver o Magic Mike, porque, afinal, haverá melhor forma de entrar nos dezoito anos do que vendo um filme sobre strip masculino com o Alex Pettyfer?



image
[não podia faltar a imagem cliché da Serena e da Blair]

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quarta-feira, 18 de julho de 2012 || 12:27 da tarde

Podem criticar tudo o que quiserem na escrita da Nora Roberts, mas ninguém pode dizer que aquela mulher não retrata bem os encantos de um homem italiano. Ou de qualquer homem, por aquilo que eu tenho lido nas sinopses dos livros dela. 

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se os sonhos italianos falharem já sei onde me vou estabelecer!
terça-feira, 17 de julho de 2012 || 5:29 da tarde

O melhor amigo da minha mãe vive no Luxemburgo e chegou ontem para as suas férias em Portugal anuais. A filha dele senta-se na cozinha com a minha mãe e diz coisas como "Pois, porque o ordenado mínimo nacional é 1800 euros, mas com o curso que tirou, o mínimo que o meu irmão pode receber é 2100 ou 2200 euros!" e "Não sei se faço melhoria de notas ou se passo já o ano. Se calhar faço melhoria, porque na faculdade quero entrar para um curso decente e ter a possibilidade de ganhar mais de 2000 euros". Não sei o que é que fazem aos estudantes e à economia no Luxemburgo, mas continuem, que está a resultar. E depois existem pessoas portuguesas como eu, que quase se sentem insultadas com o país em que estamos a viver, mas isso fica para outra altura, que eu detesto falar de política e faço questão que o meu blog seja um espaço livre de politicas e economias. 

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férias 2012 #1 (algo me diz que vai ser uma loooonga saga)
segunda-feira, 16 de julho de 2012 || 8:11 da tarde

Este ano a minha família vai comigo numa viagem à Polónia, Hungria, Croácia e Bósnia. Toda a gente que me lê há algum tempo sabe que a Bósnia (mais precisamente Medjurgoje) é uma espécie de terceira casa para mim e que lá vivi alguns dos melhores momentos da minha vida. Todos os dias agradeço a Deus ter tido a possibilidade de viajar e de conhecer estes sítios fantásticos que, de uma forma ou de outra, me ajudaram a transformar na pessoa que sou hoje. Ainda assim, super entusiasmada por ir conhecer Budapeste e por voltar à Bósnia, não consigo parar de olhar para imagens de Roma (Itália, no geral) e sentir um peso no coração e umas saudades do tamanho do mundo, porque se Lisboa é a minha primeira casa e Medjugorje a terceira, Roma será, certamente, a segunda. E porque estou outra vez com desejos de croissants com recheio de pêssego que só consigo encontrar na Itália. 





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serviço público!
sexta-feira, 13 de julho de 2012 || 11:24 da manhã

Se alguma vez estiverem em Santa Apolónia e quiserem ir para o cais do Sodré, nunca, mas mesmo nunca, apanhem o autocarro 706. É que eu cai nesse erro, cheia de pressa porque queria apanhar o comboio para Belém, e passados 40 minutos e uma visita à Graça, à Almirante Reis, às Picoas, ao Rato e a S.Bento, não via o Cais do Sodré ficar mais perto!

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terça-feira, 10 de julho de 2012 || 11:33 da tarde

Consigo perceber que certas pessoas façam coisas irracionais por causa dos ciumes. Consigo perceber que numa discussão até se digam coisas que não queremos. Consigo encontrar um fundo de racionalidade no desespero. Só não consigo compreender porque é que há inúmeras pessoas que não hesitam em criticar abertamente os outros, normalmente sem razão. Há críticas e críticas, eu sei, mas não consigo encontrar qualquer justificação que leve uma pessoa a insultar alguém que vê passar na rua ou de quem vê uma fotografia na internet, só porque sim. Acho das atitudes mais deploráveis e mais maldosas de que o Ser Humano é capaz. Mais grave é quando a pessoa em questão nem sequer é gorda, ou feia, ou tem o cabelo no ar, ou um nariz grande, ou as pernas tortas, ou a pele muito branca, ou o diabo a sete. E não digo isto por ter sido insultada recentemente, porque graças a Deus que há muito tempo que um atrasado mental não se lembra de opinar sobre a minha vida ou a minha aparência, digo-o porque só durante o dia de hoje vi um homem fazer uma cara de nojo para uma rapariga só porque ela tinha um estilo mais alternativo e vim a saber que uma blogger foi chamada de gorda no facebook , quando nem sequer o é! Nem aqui nem na China. Nunca consegui compreender o que é que leva alguém a pensar que tem o direito de opinar sobre a aparência das pessoas por quem passa na rua, nem que espécie de complexo de inferioridade pretendem colmatar tentando magoar os outros, mas é das atitudes mais tristes que podem existir. 

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high school problems
segunda-feira, 9 de julho de 2012 || 2:10 da tarde

Hoje saem as notas da primeira fase dos exames nacionais. Para as pessoas a quem correu bem, como eu, daqui a uma semana é tempo de fazer a candidatura online à faculdade. Eu tenho a sorte de saber que quero seguir português e comunicação desde que tenho oito anos, mas para a maioria das pessoas não é assim tão fácil. A verdade é que a escolha do curso é uma decisão que tem um peso assustador na vida de qualquer pessoa, a verdade é que para muitas pessoas ainda é cedo para tomar uma decisão tão importante, a verdade é que, independentemente de sabermos ou não aquilo que queremos, a escolha de um curso e a entrada na universidade são uma mudança enorme. Se para mim, que sei bem o que quero e que tenho a sorte de ter uma família que apoia as minhas decisões a nível académico já é assustador, não quero imaginar como é para os milhares de alunos do décimo segundo que nesta altura ainda não sabem que curso querem tirar e que têm que enfrentar uma candidatura online sem estarem absolutamente convencidos de que o curso a que se vão candidatar é, de facto, o curso certo.

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não é que eu duvide das minhas capacidades de blogger, mas alguma coisa se passa aqui!
sexta-feira, 6 de julho de 2012 || 7:06 da tarde

Ainda são só sete da tarde e eu já estou com o triplo das visitas que costumo ter por dia, no final do dia. Digam-me lá o que é que se passa hoje. Foi um daqueles blogs inúteis que só existem para gozar com os outros que falou de mim? Foi uma blogger famosa e querida que me mencionou? Ou hoje toda a gente se lembrou que de vez em quando eu até escrevo coisas boas? Contem-me lá que uma pessoa quando olha para o contador e vê tanta visita a mais até pensa no pior. 

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Desabafos
quinta-feira, 5 de julho de 2012 || 11:17 da manhã

É muito triste quando pessoas que considerávamos amigos se transformam, progressivamente, em estranhos com quem partilhámos um passado. Bem sei que dos seis aos dezoito as pessoas mudam muito, mas o que me chateia mesmo é que o carinho não vai embora, só os objectivos e os interesses em comum, o que torna o afastamento muito mais doloroso.


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Margaret George
segunda-feira, 2 de julho de 2012 || 6:28 da tarde

Não sei como é que nunca falei da Margaret George, já que ando completamente viciada nesta escritora. As suas obras não são consideradas literatura...nem sequer sei se são bem aceites pela crítica, mas os grandes clássicos já toda a gente conhece, não há necessidade de eu falar muito deles no meu blog, porque o que não falta por aí são críticas interessantíssimas e bem estruturadas ao Memorial do Convento ou ao Monte dos Vendavais. Esta escritora faz algo que eu considero fantástico: pega em grandes personalidades históricas femininas e reconta a sua história em jeito de romance, misturando a base histórica real com pormenores especulados e inventados que são indispensáveis na construção de qualquer romance. Graças a esta senhora maravilhosa fiquei a conhecer de trás para a frente a história da guerra de Troia e da Helena de Troia. Eu, que apesar de adorar mitologia grega e histórias da Grécia antiga olhava para aqueles nomes todos e três segundos depois já não sabia distinguir o Páris do Aquiles. Em vez de nos bombardear com dados históricos, Margaret George faz a própria personagem narrar a sua história na primeira pessoa, contando-nos os seus medos e descrevendo as suas emoções ao longo dos acontecimentos. O que poderia ser uma narrativa aborrecida torna-se num romance histórico pormenorizado e agradável de se ler. 




De modo que é mais ou menos assim que eu me encontro neste momento...algures na cama com a Cleópatra e o Júlio César. Escusado será dizer que aconselho imenso a quem se interessar pelas grandes mulheres da história. 

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