Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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“Home is Where the ♥ is”
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história da minha vida
sábado, 30 de junho de 2012 || 12:17 da tarde

A semana passada eu não podia ir para a praia, nem tinha nada combinado nesse sentido. Esteve um calor enorme, daqueles que faz com que só se esteja bem entre os banhos no mar e os banhos de sol e de boa vida na toalha. Esta semana que começa amanhã, eu estou totalmente livre para ir para a praia, pelo menos em três dias diferentes. Está o céu encoberto e até já choveu. Isto é tão a história da minha vida que nem vos digo nada. 


[Ultimamente não posto nada de jeito, mas pelo menos não se podem queixar de que as imagens que escolho não são bonitas! Alguma coisa se aproveita.]

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moral da história: se eu andasse em Hogwarts não tinha que combinar encontros com os meus amigos porque eles vivam no mesmo castelo que eu
quarta-feira, 27 de junho de 2012 || 3:48 da tarde

Tenho uma "amiga" que vive em Lisboa mas que, devido às circunstâncias pouco convencionais em que nos conhecemos, não costuma estar muitas vezes comigo. Normal, cada uma tem a sua vida. Acontece que essa mesma amiga, a quem vamos chamar C., para facilitar as coisas, de há uns meses para cá decidiu que queria começar a ver-me regularmente. Por mim tudo bem, gosto bastante dela. Começa a enviar-me sms semanais e a publicar mensagens muito saudosistas no meu facebook. Aqui a história já começa a descambar. Acabámos por não sair nem nas férias de Natal, nem das de Carnaval, nem nas da Páscoa porque, vá-se lá saber porquê, sempre que se aproxima uma período em que ambas temos claramente tempo e vontade, a C. deixa de dar sinais de vida. Ok, pode ter muito que fazer, não vamos dar importância a isso; passemos à frente. Uns dias depois das férias lá voltam as mensagens e as declarações de saudade e amizade eternas. Lá combinámos, ainda antes dos exames para não existirem desculpas do género "ah, eu gostava muito, mas entretanto vou com a minha mãe para o Algarve" ou "nessa semana não posso porque o meu namorado vai ter uma competição de volley na Ericeira", que iamos sair esta quarta-feira. Ela lá me mandou vinte mensagens muito felizes, eu fiquei entusiasmada por a ir ver de novo e poder passar uma boa tarde a falar com ela. Combinámos falar melhor do assunto depois dos exames. O nosso último exame foi na Sexta e eu mandei-me sms no Sábado, já depois de ela me ter publicado mais uma mensagem cheia de saudades no moral do facebook. *Inspira, expira*. Confirmá-mos a data e local.  Não pensei mais no assunto até ontem à noite, quando lhe mandei uma sms a perguntar se podiamos encontrar-nos às três da tarde ou se preferia outra hora. Não é que a rapariga me manda uma sms a dizer que se tinha esquecido completamente e que tínhamos que adiar a nossa saída para outro dia porque tinha combinado coisas? É nestes momentos em que eu penso Fuck this, I am going to Hogwarts. Lá se remediou a situação e tratei rapidamente de combinar ir ver o jogo da selecção com os meus melhores amigos. Não há-de ser nada. Posso não ser uma pessoa extremamente entusiasta, posso não passar a vida a dizer às pessoas que tenho milhões de saudades delas, posso até não ser rapariga para andar sempre ao beijinho e ao abraço, mas quando combino um encontro com alguém, sei que vou aparecer!



Moral da história 2 - Se quiserem combinar um encontro com uma pessoa que não têm a certeza que vá comparecer, marquem o tal encontro para um dia de jogo da selecção, assim têm sempre um plano B

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palavras que podiam ser minhas
segunda-feira, 25 de junho de 2012 || 10:39 da tarde


Sou má na expressão da minha fragilidade. Ou, às tantas, sou mesmo má a expressar-me. Não gosto de beijos e abraços por dá cá aquela palha e só porque sim. Choro muito raramente, tanto que quando acontece deixo as pessoas em meu redor em pânico. Não verbalizo a dor, não gosto de falar das minha mágoas ou medos. Gosto da minha imagem de dura que não é só imagem, sou eu, sim. Não sou uma pessoa frua, não confundam. Sou sensível mas não estendo a minha fragilidade ao sol à espera que core e mostre as suas cores ao Mundo. Enxugo-a dentro de casa. Com aquecedores ligados à corrente, ainda que para isso a factura da electricidade doa a pagar. As pessoas como eu sabem que há sempre um preço a pagar por esta reserva, este pudor, este resguardo.Não é que seja má de afectos, que não o sou. Sou má na expressão de tudo o que expõe a minha fragilidade. De tanto me mostrar dura ganhei uma carapaça rija. A carapaça colou-se, entretanto, à pele, unas num só corpo que é o meu. (...) Talvez por isso as palavras, como cães de fila, nunca deixaram de me fazer guarda. Treinei-as e, obedientes, sempre me fizeram a vontade, rosnando ao primeiro sinal de desconfiança, lambendo-me as feridas, rebolando aos meus pés quando me apetece brincar. As palavras substituíram as lágrimas, as beijocas, os abracinhos, o colinho, a auto-comiseração e os lamentos. O mesmo que dispenso nos outros que gosto de ter por perto mas não em momentos de fragilidade, que os vou tendo, com a resignação que os trinta nos trazem. Acho que com as palavras me saio melhor. 
Porque a fragilidade é uma coisa muito, muito íntima. 
Ficam as palavras. Acho que não me saio mal. 



por Pólo Norte, em Quadripolaridades

Se tivesse sido eu a escrever este texto, dificilmente exprimia melhor aquilo que penso. É exactamente assim que eu lido com a minha fragilidade.

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summer mood
domingo, 24 de junho de 2012 || 2:23 da tarde

Já não sabia o que era não estar stressada há muito tempo. Algo me diz que estas férias vão saber muuuuuuito bem. Acho que já não aguentava mais uma semana de preocupações com os exames e com a média sem enlouquecer completamente. Agora vou preocupar-me com outros assuntos...como com a cor do biquíni que quero comprar ou com o livro que quero ler a seguir. :)



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eat pray love (pela milésima vez)
quinta-feira, 21 de junho de 2012 || 10:49 da manhã

Estou a reler o Eat Pray Love (Comer, Orar e Amar). Li-o pela primeira vez há cerca de um ano atrás e já me tinha esquecido do quão maravilhoso é. Excluindo aquela quase obsessão que a personagem principal tem com o sexo oposto, poderia ter sido eu a escrever aquilo. Não tão bem, nem com tanto sentido de humor, mas as ideias base seriam as mesmas. Não, não é literatura, mas ainda assim consegue ser um dos melhores livros que já li - fala a rapariga que tem como livros preferidos a saga Harry Potter. O filme também é muito engraçado e vale a pena, principalmente para quem gosta de viagens (já referi que uma das três partes do livro se passa em Itália, na minha belíssima Roma?), mas o livro é infinitamente melhor, como acontece sempre. 



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Make it or break it
segunda-feira, 18 de junho de 2012 || 9:58 da tarde

Ando mesmo viciada nesta série. Fala sobre ginástica de alta competição, sobre o stress de fazer qualquer desporto a um nível profissional, sobre lidar com a pressão e com os problemas , sobre sexo e amor e sobre um sem fim de outras coisas. Consegue ser uma série muito boa sobre ginástica, sem deixar, na minha opinião, de ser uma série muito boa sobre adolescentes e sobre a vida. Apaixonei-me desde o primeiro minuto. Claro que o facto de o treinador ser extremamente sexy ajuda muito, mas a série tem imenso mérito. Experimentem e vejam o pilot...vai valer a pena nem que seja pelas proezas que aquelas raparigas fazem  :)




[e sim, sobrevivi ao exame de português, correu bem, obrigada. Segundo os critérios do GAVE é muito possível que tenha um 16, talvez um 17.]

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Modo estudo intensivo de História A #2
quinta-feira, 14 de junho de 2012 || 11:15 da tarde

Acho que sou parecida com o Marcelo Caetano. Aquela ideia dele de não ser nem conservador, nem liberal e de tentar agradar a gregos e troianos é muito algo que eu faria. Acontece que, no final, quando ele precisava mesmo, acabou por não ser apoiado por ninguém. Uns porque o achavam muito mau, outros porque o achavam muito mole. Onde é que eu já vi este filme? Quem disse que a história não ensina nada?






[sim, eu sei que mais grave do que andar há uma semana a fazer maratonas de estudo de história A é descobrir semelhanças por políticos do Estado Novo. Mau sinal, Anaa, muito mau sinal]

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até amanhã :)
terça-feira, 12 de junho de 2012 || 8:46 da tarde

Adoro a noite de Santo António. Adoro a confusão de Alfama, as pessoas todas na rua, a alegria e o convívio. 



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Modo estudo intensivo de história A
segunda-feira, 11 de junho de 2012 || 10:38 da tarde

Faz-me confusão pensar que coisas como o Nazismo e a Segunda Guerra Mundial aconteceram há relativamente pouco tempo. Quando uma pessoa estuda a idade média pensa "este tipo de atrocidades nunca aconteceria agora", mas quando estuda o século XX percebe que a humanidade não evoluiu assim tanto.

 

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ah, já cá faltava o raio do post sobre o Cristiano Ronaldo
sábado, 9 de junho de 2012 || 11:23 da tarde

Escusado será dizer que me vieram as lágrimas aos olhos em alguns momentos da entrevista. Não há nada a fazer, este homem vai ser sempre o meu ídolo, ainda que ninguém compreenda como é que uma pessoa como eu pode admirar uma pessoa como ele. Não vale a pena eu tentar explicar como a honestidade, a humildade, a força e a determinação dele me enchem de orgulho e de admiração. Independentemente dos resultados pela selecção - que não têm, de facto, sido os melhores. E a química que ele e o Daniel Oliveira têm é só espectacular. 

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digam lá
sexta-feira, 8 de junho de 2012 || 8:20 da tarde

O que acham do aspecto novo do blog? Acho que já estava na hora de mudar e de usar cores ligeiramente mais claras e veraneantes. Ainda não sou perita em html, por isso se encontrarem algum erro nos códigos ou alguma parte do blog parecer estranha ou deformada avisem-me. Opiniões?

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olha o post nostálgico
quinta-feira, 7 de junho de 2012 || 4:35 da tarde

Vamos lá ver se eu consigo dizer tudo o que quero, da forma como quero, para podermos arrumar este assunto de vez, porque tudo tem um tempo e eu não quero abusar da vossa paciência. Eu adorei o secundário. Se calhar não amei cada segundo dessa experiência, porque em tudo há momentos altos e momentos baixos, mas, no geral, estes três anos foram dos melhores da minha vida. Claro que o facto de ter andado num dos melhores liceus públicos do país, ter adorado a minha turma e ter tido professores excelentes ajudou muito. Estes três anos passaram depressa. Tão depressa que nem tive tempo para me aperceber de como cresci e me transformei numa pessoa infinitamente melhor do que aquela que era aos 15 anos. E isso é insubstituível e faz-me sentir saudades por antecipação, por saber que amanhã é o meu último dia num sítio que amei tanto e onde alcancei tanto. Não ajuda ver os meus professores a chorar - professores que foram mesmo importantes para a minha formação académica e que fizeram mais do que o simples papel de professores -  e os olhares tristes dos meus colegas - que não foram só colegas e que gostaram tanto do secundário como eu. Vai custar-me acabar o secundário, vou sentir saudades loucas e desmesuradas de espaços como a biblioteca da escola ou os pátios cheios de alunos de humanidades, vou sempre recordar com um sorriso na cara as pessoas que fizeram parte do meu secundário e que são feitas de particularidades e de opiniões que só um convívio prolongado pode dar a conhecer, mas principalmente, vou sempre recordar o secundário e a minha escola secundário como um sítio onde fui muito feliz.


[acho que por enquanto ficamos por aqui em matéria de posts nostálgicos sobre o secundário. não prometo é que daqui a um mês não volte a falar sobre este tema]

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isto não vos interessa, mas esperei doze anos para poder dizer bem alto:
quarta-feira, 6 de junho de 2012 || 10:10 da manhã

Nunca mais vou ter educação física na vida. Acabaram as provas de atletismo, os jogos intermináveis de andebol, o stress de criar uma coreografia de tango e de ginástica acrobática, os nervos com a avaliação de barreiras ou de ginástica de solo, o medo de cair de de me magoar em ginástica de aparelhos, as mãos do professor na minha cintura quando salto no mini-trampolim, o desespero que é ficar numa má equipa de volley. Ai senhores, a tortura de fazer desporto por obrigação acabou e sinto-me uma mulher livre!


(P.S o professor, o tal, a criatura, emocionou-se na nossa última aula, durante um discurso que incluiu a frase "também vocês, como alunos, me estimularam e acho que, de uma forma ou de outra, todos sentimos algum prazer por trabalhar juntos nestes últimos três anos". Fugiu da turma para ninguém o ver a lacrimejar e, quando a turma foi atrás dele para lhe dar um abraço, empurrou-nos para trás e disse "vou começar a despir-me. Vejo-vos na sexta, no campeonato de volley". E assim termina um ciclo - parecendo que não para uma pessoa da área das literaturas é importante haver ciclos, como nos livros - começou o 10º ano como o professor mais desagradável do mundo e terminou o 12º da mesma forma. Sou uma pessoa feliz com o universo.)

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Ryan Gosling
segunda-feira, 4 de junho de 2012 || 7:59 da tarde

Ainda não percebi o que é que acho do rapaz. Que é bom actor e tem muita pinta não duvido, mas ainda não percebi se simpatizo com ele ou não. Cheira-me que (cada vez mais) sim.



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