Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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Feira do livro I
segunda-feira, 30 de abril de 2012 || 10:52 da tarde





Esperei um ano por ele :)

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só para ter a certeza
quinta-feira, 26 de abril de 2012 || 9:28 da tarde

Um professor dizer-vos "Senti a tua falta na aula passada. Onde é que estiveste" e terminar com uma festa no vosso queixo é considerado impróprio, não é? Só mesmo para ter a certezinha absoluta, é ainda pior se ele disser isso com um sorriso pseudo-sexy e falar quase em cima de vocês, não é? Pronto, era só isto. Hoje até eu me ri com as proporções que isto está a tomar.

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não sei se isto me dá vontade de rir ou de chorar...
terça-feira, 24 de abril de 2012 || 9:55 da tarde

Pensava que tinha uma conjuntivite, mas como os sintomas não desapareciam nem pioravam no Domingo lá fui eu para as urgências da Cuf. O médico, um espanhol giríssimo, mesmo simpático e com o sotaque mais sexy de sempre atendeu-me e explicou-me que o que eu tinha era uma úlcera no olho e que tinha que tomar gotas de meia em meia hora. Lá fui embora, a pensar porque é que me calham sempre homens tão sexys nestas situações constrangedoras. Hoje lá fui ao oftalmologista ver se a porra da úlcera já estava a desaparecer e o médico - que não era nem espanhol nem giro mas era um querido!  - diz-me que o que eu tinha, para além da úlcera, claro, era um bocado de plástico enfiado no olho há uma semana. O médico tirou-me aquilo em menos de um minuto e mandou-me voltar lá na Sexta, para ver se a úlcera desapareceu de vez. Depois deste relato, só tenho uma pergunta: como é que eu andei uma semana com um bocado de plástico no olho e não senti nada? Medo!


(P.S. O Miguel Portas morreu, que tristeza tão grande! Maior do que a tristeza por termos perdido um homem tão inteligente, é a pena dos filhos dele, que nesta altura devem completamente desesperados)

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Crazy Stupid Love
segunda-feira, 23 de abril de 2012 || 7:17 da tarde



Já há algum tempo que não via comédias românticas mas esta vale mesmo a pena. Muito divertida, relativamente original e bastante boa tendo em conta o tipo de filme que é. O Ryan Gosling e a Emma Stone fazem um par mesmo querido - e olhem que eu não gosto especialmente de nenhum dos dois e a personagem dele é absolutamente genial.

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crónicas de uma bailarina falhada com conjuntivite no olho esquerdo
sábado, 21 de abril de 2012 || 7:00 da tarde


Nas férias da Páscoa marquei uma espécie de workshop em que fazia 4 aulas de dança num dia por apenas dez euros. Na véspera mandam-me uma sms a dizer que o workshop ia ser adiado três semanas e que se realizaria no dia 21 de Abril. Claro que fiquei um bocado aborrecida por estarem a adiar tão em cima da hora mas como não queria perder os dez euros lá pensei "pronto, vou lá na data nova e finjo que vou muito entusiasmada". Além disso ia com uma amiga e não a ia deixar pendurada, por isso hoje lá fui eu para os restauradores com uma conjuntivite lixada mas algum entusiasmo, pronta para ter as minhas quatro aulas de dança. Mal chegamos lá dizem-nos que estamos enganadas e que o Workshop está marcado para a próxima semana. Até me saltou uma lágrima do olho infectado com a conjuntivite! Lá mostramos a sms a dizer que as aulas se iam realizar hoje mas, pelos vistos, fui um engano porque o workshop sempre esteve marcado para dia 28 de Abril. Já visivelmente chateadas com a situação decidimos ir à secretaria pedir a devolução do dinheiro porque para a semana já não nos dá jeito e, como é óbvio, depois de vermos o workshop adiado duas vezes o entusiasmo e a vontade de o fazer já são menos do que zero. Dizem-nos que não dá porque a secretaria está fechada aos fins de semana. Acabei a tarde num café alternativo na baixa a beber um capuccino gelado (é delicioso, really!), a falar sobre mil e uma coisas e a chorar do olho esquerdo. 

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Actividade nocturna!
quinta-feira, 19 de abril de 2012 || 9:34 da manhã

A - Os meus vizinhos de cima são um casal na casa dos sessentas/setentas que é, aparentemente inofensivo. Ele é extremamente gordo e ela é extremamente magra e costumam andar pelo bairro a passear. Mas, a partir das onze da noite o diabo entra-lhes no corpo e acabam quase sempre a ter relações. Até aqui nada de mal, cada um faz o que quer as vezes que quer, o problema começa quando eu voz explicar que o quarto deles é exactamente por cima do meu e que, apesar de ser muito pesado, o meu vizinho gosta de ficar sempre por cima.  Resultado: é a cama a saltar, a ranger e a arrastar pelo chão.

B - A minha vizinha de baixo tem dois netos, e entre as dez e meia e as onze e meia grita com eles com toda a violência possível e imaginária para os mandar para a cama. Entre as onze e meia e a uma da manhã aproveita para gritar com o filho, já adulto, ou para gritar mais um bocadinho com os netos se estes decidirem sair da cama para fazer qualquer coisa. 

C - A minha vizinha do lado tem a casa cheia. São seis pessoas a morar lá permanentemente. A isto juntam-se mais quatro ou cinco que passam a vida lá em casa porque nunca têm dinheiro para comer ou, simplesmente, não sabem cozinhar. Sem nos esquecermos dos dois cães que vivem para lá (um deles um pitbull). Eu até aguento a gritaria e a porta a bater durante o dia, mas acontece que aquela gente não é de se deitar cedo, se é que me percebem. Entre a meia-noite e as quatro da manhã há, quase sempre, gritaria no corredor, gritaria em casa, gritaria à volta do prédio, gritaria na rua, e, por vezes, a gritaria evoluir para pancadaria. 

D- As outras vizinhas com quem partilho o andar são mãe e filha. Têm uma relação conflituosa e passam a vida a gritar uma com a outra, muitas vezes depois das onze da noite. O caso piora quando a filha mais velha, já casada e com um filho, vai visitar a mãe e acaba à pancada com a irmã.

Posto isto, o que é que me aconselham para finalmente ter paz suficiente para dormir como deve de ser? Faço as minhas necessidades para um saco de plástico e deixo à porta de cada um deles com a mensagem "façam menos barulho ou isto vai dar merda!" ou deixo, simplesmente, esta mensagem na caixa do correio deles? 

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não estão mais fartos disto do que eu!
terça-feira, 17 de abril de 2012 || 9:33 da tarde

Hoje estava eu a fazer os alongamentos em Educação Física quando o professor vem ter comigo e começa a fazer-me perguntas sobre sistemas de ensino. Sem qualquer introdução, sem um olá, sem nada. Além de estar a falar comigo no meio de uma chuva de bolas lançadas pelos meus colegas, manteve-se quase em cima de mim durante a conversa toda - que foi, diga-se de passagem, a mais longa que alguma vez tivemos e que espero que alguma vez tenhamos. No fim, depois de uma série de perguntas sobre as minhas preferências e os meus pensamentos sobre o sistema de ensino de desporto e de ouvir as minhas opiniões, diz-me: "Estamos a pensar implementar um sistema novo no departamento de E.F no próximo ano e tu foste a primeira aluna a quem eu perguntei a opinião. A tua opinião é muito importante". Vira as costas e vai embora, deixando-me ali sem saber se ria ou se chorava. Ao fim de quatro ou cinco passos, já com uma distância considerável entre nós, decidiu reiterar a sua opinião e voltou a gritar "A tua opinião é muito importante". Se estavam 20 pessoas naquele ginásio, tenho a certeza que pelo menos 25 ouviram o que ele disse. Já nem reviro os olhos por ele insistir em quase sussurrar as palavras de qualquer conversa ao meu ouvido, o que me incomoda mesmo é que ele de vez em quando insista em gritar aos sete ventos coisas estranhas como esta e se arrisque a colocar-nos aos dois numa situação muito complicada perante os meus colegas. Tanta gaja gira e com uma paixoneta por ele e eu, que não o podia achar mais indiferente, é que me vejo metida nestas aventuras. Para piorar a situação, uns minutos depois uma colega minha fez um movimento tão estranho a meio do jogo que olhámos um para o outro e nos rimos automaticamente. Não foi cumplicidade, mas para um observador externo é isso mesmo que parece. Morro de medo que os meus colegas vejam estas coisas e pensem coisas que não são verdade. 

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coisas que me fazem alguma confusão
domingo, 15 de abril de 2012 || 12:50 da tarde

Descobri há pouco tempo que no ATL da escola primária onde eu andei impuseram um limite de meia hora para os miudos fazerem os trabalhos. Ou seja, dão meia hora aos miúdos para fazerem todos os trabalhos que têm - e, se bem me lembro, não são assim tão poucos e muitas vezes envolvem coisas que demoram a fazer, como cópias, composições e coisas do género...coisas que crianças entre os 6 e os 9 nem sempre conseguem fazer em meia hora porque ainda não conseguem escrever depressa - e  quando os trinta minutos chegam ao fim já não os deixam fazer os trabalhos que ainda não conseguiram acabar porque segundo as educadoras, as crianças têm que ir todas fazer actividades manuais ou físicas, lanchar, brincar no pático e conversar umas com as outras. Resultado: as crianças ficam no ATL até às 18h, 18:30h, chegam a casa por volta das 18:45h, 19h cansados de um dia de escola e de brincadeira e ainda têm que ir terminar os trabalhos de casa que as educadoras não os deixaram acabar porque ao fim de meia hora os meninos têm todos que ir saltar à corda para o pátio ou pintar um vaso, ou jogar ao telefone estragado. Sou só eu que acho isto ridículo? Claro que as crianças precisam de brincar umas com as outras e de fazer actividades diferentes, mas tirar-lhes, literalmente, os trabalhos de casa e manda-las ir brincar o resto da tarde é a melhor opção? Eu lembro-me que cheguei a andar no ATL três meses e, nessa altura, quem tinha muitos trabalhos ficava a termina-los e depois juntava-se aos colegas e fazia as tais actividades. Não me lembro nunca de ter pedido actividades ou de não ter tido tempo para brincar porque demorei mais do que meia hora a fazer os trabalhos. Acho e sempre achei que os alunos da primária têm demasiados trabalhos de casa. Falo por mim quando digo que se tivesse tido só metade dos trabalhos que tive não teria aprendido menos, mas também não acho que pressiona-los ou tirar-lhes os trabalhos ao fim de meia hora os vá ajudar...mas isso sou eu que, pelos vistos, não percebo nada de técnicas de ensino.

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fotografias
sexta-feira, 13 de abril de 2012 || 10:10 da manhã

Gosto de levar a máquina fotográfica comigo quando vou sair com os meus amigos. Gosto de pensar que estou a imortalizar as recordações dos bons momentos que passamos e que, provavelmente, vou guardar comigo durante muito tempo. Gosto, especialmente, de sentir que mesmo que um dia me perca no mar de recordações que tenho, ver as fotografias que tirámos juntos me vai fazer lembrar de muitas situações que, de outra forma, esqueceria. O que acho curioso é que os meus amigos protestam sempre (ou porque não querem tirar fotografias, ou porque se sentem parvos a rir para a câmara ou porque simplesmente não foram habituados a tirar fotos), mas no final, são eles quem gosta mais de ver as fotografias e quem mais se ri a olhar para elas! Hoje estive a rever algumas fotos e encontrei momentos de que já me tinha esquecido por terem sido, aparentemente, banais. Como é o caso da fotografia do post, que foi tirada numa das muitas noites do Verão dos meus 15 anos. 



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nota
quarta-feira, 11 de abril de 2012 || 1:33 da tarde





Quando as coisas complicam eu tenho tendência a adoptar uma postura muito apática e a desligar as emoções. Não sei se é a melhor opção, mas é a minha forma de lidar com o stress, e até aqui tem resultado. Mas tenho que ver se não faço isso nos próximos meses porque com o stress que eu estou a prever corro o risco de ficar apática ao ponto de hibernar.


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ponto da situação
segunda-feira, 9 de abril de 2012 || 2:19 da tarde



Amanhã começo o terceiro período. O último terceiro período da minha vida como aluna. O último período do ensino secundário. O último período com estes professores, estes colegas e estas disciplinas. Não tenho vontade de ficar mais tempo no secundário a criar raízes, mas a verdade é que estes três anos passaram a uma velocidade alucinante. Sei que este período vai ser horrivelmente stressante e que antes de voltar a ter férias tenho dois exames complicados e com peso na minha entrada na faculdade para fazer e que depois destes dois meses e meio vão ocorrer grandes mudanças na minha vida. Até agora contive-me e abstive-me de falar deste assunto porque é complicado e nostálgico e, enfrentemos a realidade, não vos interessa muito porque cada um de vocês já passou ou está a passar por esta experiência e tem as suas próprias memórias e sentimentos em relação a este tema, mas acho que vai ser inevitável descarregar um ou dois posts sobre o assunto daqui a dois meses, quando as despedidas a sério começarem e quando eu estiver incrivelmente stressada e estudar intensivamente para os exames.

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eu e as datas especiais - parte 575215
domingo, 8 de abril de 2012 || 11:23 da manhã

Admirem-se, não tenho absolutamente nada contra a Páscoa! 

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...
sexta-feira, 6 de abril de 2012 || 11:28 da manhã



Não gosto quando as pessoas falam muito alto nos transportes ou nos sítios públicos. Acho que existem poucas coisas que me envergonhem mais do que ir ao lado de um amigo que fale extremamente alto, principalmente nos transportes, e que não se importe que os outros oiçam a nossa conversa. Especialmente quando esta conversa incluí asneiras e temas menos próprios para discutir aos berros num autocarro, como sexo ou drogas. Nos últimos dias tenho-me visto nessa situação vezes demais e não gosto; perco logo a vontade de falar e começo a acenar e a dar respostas monossilábicas para ver se a pessoa se cala.



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a sério, ninguém merece passar por isto!
terça-feira, 3 de abril de 2012 || 8:10 da tarde

Hoje estava no autocarro para a baixa, onde a minha melhor amiga ia ter comigo. Quando o autocarro passa por Santa Apolónia pensei " Esta viagem está a ser mais calma do que o normal. Ainda não houve discussão, ainda não entrou nenhum atrasado com a música aos berros, ainda ninguém caiu por cima de ninguém, ainda não me pediram para se sentarem, ainda não ouvi comentários porcos... Alguma coisa se passa". Porque sim, as minhas viagens de autocarro nunca são muito normais (não se esqueçam que eu vivo perto de Chelas!). Na paragem seguinte entra um homem com quase dois metros e que não calçava menos que o 43 (sim, este pormenor é extremamente importante) que se sentou perto de mim. Não é que o homem tinha pisado cocó de cão e empestou o autocarro todo? À minha volta as pessoas já tinham vómitos, queixavam-se e franziam muito o nariz. Eu? Claro que tive um ataque de riso enorme e passei o resto da viagem a olhar para baixo e a tentar não me desmanchar a rir na cara da senhora que estava ao meu lado e que passou a viagem toda perigosamente perto de vomitar. Eu sabia que era impossível estar sozinha e fazer uma viagem de autocarro calma, era sorte a mais. A minha única pergunta é: porque é que este tipo de coisas estão sempre a acontecer comigo? É que eu podia ter uma reacção normal e ficar incomodada e  passar uma viagem aos vómitos, mas não, a minha reacção automática é rir-me que nem uma perdida das reacções das pessoas que vão ao meu lado. Realmente não tenho emenda. 

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(des)equilibrios
segunda-feira, 2 de abril de 2012 || 11:49 da manhã

Toda a gente conhece pessoas com tendência ao desequilíbrio; provavelmente muitos de nós até conhecemos mais pessoas desequilibradas do que equilibradas. Eu tenho fases na minha vida em que olho à minha volta e só me vejo rodeada de pessoas com esta tendência ao exagero, ao desequilibro. Esta desorganização mental faz-me alguma confusão, confesso, eu que sou uma pessoa de ideias organizadas e decisões definitivas. Mas quando volto a olhar bem à minha volta, chego à conclusão que as pessoas desorganizadas e desequilibras (sim, eu sei que são conceitos muito diferentes) acabam por ser mais felizes do que eu porque encontram uma ordem mágica na desorganização das suas cabeças, porque não se preocupam e porque mesmo que as coisas corram mal têm uma capacidade muito grande de encontrarem outros objectivos e começar tudo de novo, numa direcção totalmente diferente. Claro que tenho alguma pena que, hoje em dia, as pessoas equilibradas não ganhem grande coisa por serem equilibradas, e claro que sei que eu nunca conseguiria ser feliz se fosse (mais) desequilibrada e mais desorganizada e mais irreflectida e mais uma série de coisas, mas é impressão minha ou há ainda mais pessoas meias avariadas da cabeça do que há uns anos atrás?

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