Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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“Home is Where the ♥ is”
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Tomislav
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012 || 10:05 da tarde

Há relações que já acabaram antes mesmo de começar. E com isto quero dizer que conheci o Tomislav no Verão quente e abafado dos meus treze anos, na Bosnia. O Tomislav tinha 19/20 anos e era o filho mais velho dos donos da pensão onde eu fiquei instalada três anos seguidos. Estudava direito, ajudava os pais na pensão durante as férias e, ao pôr-do-sol, costumava encontra-lo com os amigos a jogar futebol. Melhor, era fã do Cristiano Ronaldo. O organizador do grupo e as pessoas mais sociáveis falavam com ele quase todos os dias. Nós só nos conhecemos "oficialmente" quando ele me deu com uma taça cheia de salada na cabeça e me pediu desculpa. A partir desse dia colovava as travessas com a comida mais próximas de mim do que dos outros, como forma de pedir desculpa. E durante um ano pouco mais falamos.

No ano seguinte voltei. Fomos "formalmente" apresentados, o que foi bastante positivo porque não tinha vontade nenhuma de levar com um jarro de água na cabeça para voltarmos a ter tema de conversa. Durante esse ano conversámos mais do que no ano anterior. Sobre o Cristiano Ronaldo, sobre o curso dele, sobre Portugal, sobre as nossas viagens e sobre a Bosnia. Ele até veio com o nosso grupo visitar uns lagos e umas cidadezinhas nas redondezas. Arranjaram lugar para ele ao meu lado e até conceberam um plano para nos pôr a jantar ao pôr-do-sol numa esplanada de Dubrovnick. Eu não estava minimamente interessada nele. Ele não estava minimamente interessado em mim. Durante esse ano fingimos que não eramos envolvidos por uma atmosfera constrangedora devido aos risinhos das outras pessoas e às piadas que incluíam sempre as palavras "Summer Love". Depois do jantarzinho e do passeio pelo porto de Dubrovnick voltamos ao autocarro, cada um mais cansado do que o outro. Eu porque tinha acordado às oito da manhã e tinha passado o dia de um lado para o outro. Ele porquê tinha tido uma festa até às cinco da manhã do dia anterior. A partir desse dia, em Dubrovnick, falámos o menos possível para evitar comentários, porque não nos sentíamos confortáveis a falar um com o outro enquanto as pessoas à nossa volta forçassem a nossa convivência e olhassem para as nossas breves conversas como declarações de amor. Acabamos por deixar de falar completamente e por nos evitarmos mutuamente, o que, como podem imaginar, era complicado, já que eu tinha que almoçar e jantar todos os dias e ele tinha que servir as respectivas refeições. Eu só queria conversar sobre o Cristiano Ronaldo. E sobre as viagens dele. E sobre a Bosnia. Ele só queria falar com uma estrangeira...mais nova do que as irmãs dele.

No terceiro ano em que voltámos à Bosnia compraram uma camisola do Cristiano Ronaldo e obrigaram-me a ir lá oferece-la, debaixo de um festival de palmas e de risinhos. A partir daí deixamos de conseguir conversar, tornou-se completamente impossível para dois estranhos aturarem as porcarias inconvenientes das pessoas que os rodeavam. Nessa ano, chegaram ao cumulo de o levar para o meu quarto às nove da manhã (eu estava de pijama...a dormir) e de forçarem uma conversinha em que nos "reapresentavam". 

Hoje, eu podia ter o mail ou o facebook do Tomislav. Podiamos ser "amigos". Aqueles amigos que se conheceram numa viagem e que partilham um carinho especial porque nunca tiveram tempo para descobrir defeitos uns nos outros. Amigos que quando se viam (e eu ainda vou à Bosnia algumas vezes) se cumprimentavam e bebiam um café uma vez por ano. Mas isso não aconteceu porque um grupo de adultos achou que era muito engraçado fazer um arranjinho entre dois adolescentes. E eu tenho pena, porque ele era um rapaz simpático. E eu era uma rapariga simpática. E não queríamos absolutamente nada um do outro...nem nos passava pela cabeça de tão ridículo que era.  E bolas, o rapaz gosta do Cristiano Ronaldo, uma oportunidade para falar com uma pessoa assim não se desperdíça.

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As aparências iludem e o mundo está de pernas para o ar
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 || 7:47 da tarde

Uma das raparigas mais fantásticas e mais fortes da minha turma foi vítima de bullying no ano passado. A maior pêga da turma é também a mais insegura e passa a vida a desabafar comigo os complexos que tem com o seu corpo. O melhor aluno da turma a Literatura (ou um dos três melhores, vá) e o preferido da professora entregou-lhe hoje um teste a gozar com a cara dela e a professora achou imensa piada. Eu finjo que sou amiga da pêga acima mencionada e dez minutos depois já estou ao lado de outro grupo que a odeia (não tomo partidos a não ser quando estou no meu grupo de amigas). A melhor aluna da minha turma é a que mais depressa vos vai tratar mal e mandar à merda se a chatearem. Todas as semanas tenho que falar com a pessoa responsável pelo meu maior (e dos poucos) traumas. Eu finjo que não o odeio, ele finge que não sabe que fez porcaria. A blogger mais anti baby-blogs da blogosfera está grávida (e eu estou tão feliz por ela. eu, que não gosto de bebés). A minha melhor amiga passa a vida a tratar mal o rapaz de quem gosta. Toda a gente da minha turma de Clássicos da Literatura finge que acha graça às anedotas da nossa professora só porque não queremos que ela se aperceba que nós nunca percebemos as piadas literárias dela. Uma das raparigas mais badass que eu conheço adora ver glee. Uma das professoras mais bitchy e intolerantes que já tive foi insultada e mandada pela minha professora de Clássicos durante três semanas e não foi capaz de abrir a boca. O meu professor de educação física é sexy que se farta mas já teve relações falhada com os dois sexos e agora finge que é arrogante e mauzão para se sentir melhor com ele próprio. As aparências iludem e o mundo está de pernas para o ar mas ultimamente tem sido extraordináriamente fácil compreender esta lógica ilógica que me (nos) rodeia. 



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Eu, a Nora Roberts e os malditos italianos outra vez
domingo, 26 de fevereiro de 2012 || 12:07 da tarde

Nos últimos meses tenho lido bastantes autores literários e esta semana comecei, finalmente,  a ler um livro da Nora Roberts - e confesso que já tinha umas saudades loucas de um bom comercial para desanuviar a cabeça - que tem como protagonista masculino um italiano. Não só é tipicamente italiano, como dentro do tipicamente italiano ainda consegue ser exactamente o meu tipo de homem. Eu até quero (e vou) transcrever para aqui um ou dois excertos mas a raça da personagem é tão atrevida que acaba tudo em sexo e eu ainda estou à procura de um excerto decente para pôr aqui. Quem não perceber a panca que eu tenho por italianos e por Itália leia a Dama Negra que está lá tudo bem explicadinho. (Nunca tinha lido nada da Nora Roberts mas cheira-me que ela também tem uma panca por italianos. Acho que nos vamos dar bem)

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012 || 7:35 da tarde

Pedir a senha de acesso ao ensino superior? Mas parece que ainda ontem andava no primeiro ano. Não é que tenha muita vontade de ficar a criar raízes no secundário, mas é impressão minha ou o tempo passou assustadoramente depressa?

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Pride and prejudice
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012 || 1:39 da tarde

Cada vez que releio o Orgulho e Preconceito deliro com a parte em que o Darcy se declara à Elizabeth pela primeira vez. E morro de alegria quando renova a proposta, meses a seguir, depois de tanto drama e de tantos sentimentos desencontrados. Não sou nada romântica, mas acho a relação deles assustadoramente maravilhosa.




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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012 || 4:39 da tarde

Escusado será dizer que detesto o Carnaval. Estou a aperceber-me que este trauma que eu tenho com as épocas festivas é maior do que eu pensava. De qualquer modo, acho que de todas as épocas festivas, a do Carnaval é a mais propícia a ser odiada, por isso vamos fingir que eu sou só muito mainstream e só não gosto do Carnaval por causa disso, pode ser? (Eu, que ontem até fui a uma festa de Carnaval!)

Ainda assim, gosto muito de ver as crianças (diga-se até aos 11/12, no máximo) mascaradas. Principalmente se for uma menina com um vestido adorável de princesa ou de fada or something like that.

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...
sábado, 18 de fevereiro de 2012 || 1:03 da tarde

Não sou pessoa de invejas. Acho que é dos sentimentos mais corrosivos do mundo, tanto para nós como para a pessoa que invejamos. Ainda assim, às vezes é impossível não ficar triste quando alguém tem uma oportunidade que eu gostava muito de ter tido, ou quando alguém alcança algo que eu queria muito alcançar. Mas sempre sem desejar mal ou até menos felicidade à pessoa que teve a sorte de alcançar aquilo que eu queria. Sempre sem pensar, por um segundo, que a pessoa que conseguiu aquilo que eu não consegui é mais ou menos, é melhor ou pior. Tanto mais quando sei que a culpa não é nem minha, nem da outra pessoa, nem do sistema em si. Há coisas que não podemos alcançar, e é pena.

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Teorias alheias que podiam ser minhas
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012 || 10:51 da manhã

- Mais vale ter fama de má do que ter fama de mole

- Mais vale fazer tudo de forma a ter alguma coisa a atirar à cara dos outros do que deixar que eles tenham alguma coisa para te atirar à cara.


Da Susana.

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"merda, hoje é dia dos namorados" foi a primeira mensagem que a minha melhor amiga me mandou hoje de manhã
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012 || 10:44 da manhã

Melhor (ou pior, conforme a opinião) que o Dia dos Namorados é mesmo as reacções das pessoas à nossa volta ao Dia dos Namorados. É que variam entre um estado de excitação pura e assustadora, acompanhada com desejos de constituir família e viver num regaço de amor e ursos de peluche, e uma vontade extrema de cortar os pulsos, acompanhada de deprimência por se estar solteiro (ou comprometido, dependendo), com direito a ficar fechado em casa só para não ver casais e resmungos durante uma semana inteirinha. Pior, há pessoas neste segundo grupo que conseguem detestar mais o dia dos namorados do que eu detesto o meu dia de anos, e olhem que eu julgava que não era possível detestar mais um dia do que aquilo que eu detesto o dos meus anos. Sempre a aprender, sempre a aprender. 


Sou um bocado indiferente ao dia de S.Valentim, visto que nunca tenho namorado acaba por ser um dia como os outros. Uma rapariga também não pode detestar todas as épocas festivas, não é?

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da borboleta
domingo, 12 de fevereiro de 2012 || 12:39 da manhã

Provavelmente sou tendenciosa pois desde que me conheço que quero ser professora de Português, mas os melhores professores que já tive ou, pelo menos, aqueles que me marcaram mais, foram os de Português. No quinto ano a minha professora preferida era a de Português e era nas aulas dela que mais me divertia. No sexto ano a professora nem era nada de especial mas eu adorava cada minuto das aulas. Do sétimo ao nono a professora de Português era a Directora de Turma e a maioria da turma detestava-a mas eu não só a adorava como me sentia preenchida na disciplina dela. Claro que ela também me adorava e isso ajudava muito. No décimo ano conheci a professora que mais me influenciou como aluna. Chamava-a Borboleta por uma série de razões irrelevantes e era exactamente a professora que eu me queria tornar. Era também de Português, como não podia deixar de ser. Identificava-me tanto com ela e adorava tanto as aulas e a matéria que chegava a odiar Português de tanto o amar. Sim, era estranho. Foram as aulas mais intensas que alguma vez tive na vida, mas foram também as melhores. Eu dava tudo de mim durante aqueles 90 minutos, era como uma terapia e um esgotamento, tudo ao mesmo tempo. Mas valia a pena quando via um 17 no teste ou quando a professora me fazia algum elogio porque um comentário positivo vindo dela era mesmo muito valioso. Os meus 17s a Português deixavam-me mil vezes mais orgulhosa do que os meus 20s a história. E vai ser sempre assim. No décimo primeiro ano a Borboleta foi embora da escola e nunca mais a vi. Ainda estou a tentar ganhar coragem para lhe mandar um mail a dizer o quão importante foi na minha formação académica. Tenho uma professora razoável e simpática desde que a Borboleta foi embora, mas nunca mais foi a mesma coisa. Entretanto conheci a professora de Literatura Portuguesa, que me dá Clássicos da Literatura (opção de décimo segundo ano). É daqueles professoras para quem a perfeição não é suficiente e isso assustou-me terrivelmente ao inicio. Toda a gente lhe tem o maior respeito do mundo porque ela é, literalmente, uma divindade literária. Fui a primeira pessoa que conseguiu 19 logo no primeiro teste e hoje dou-me muito bem com ela e sinto-me bem nas aulas dela. É daqueles professoras que nos fazem sentir que é um privilégio assistir às suas aulas. Ainda assim, não é a Borboleta. 

Agora que penso nisso, as aulas de Português foram sempre boas para mim. No quinto ano o rapaz mais popular da turma declarou-se a mim durante uma aula de Português. Do sétimo ao nono as aulas de Português eram uma espécie de descanso e nessa altura fazia os testes de Português por prazer. Sabia bem, era quase agradável passar uma hora e meia a interpretar textos e a escrever composições. No décimo ano conheci a Borboleta e esforcei-me como numa me tinha esforçado, melhorei como nunca tinha melhorado e senti-me como nunca me tinha sentido. Descobri que ganhei o primeiro prémio de escrita de contos na aula de Português. Quatro anos seguidos. Percebi que me tinha apaixonado pelo rapaz errado numa aula de Português e comecei a "esquece-lo" nessa mesma aula. Recebi as melhores críticas da minha vida e senti-me reconhecida, sempre nas aulas de Português. E tenho saudades da Borboleta. E vontade de partilhar isto tudo com ela, porque foi a melhor professora que alguma vez tive e o maior modelo que alguma vez terei em relação à minha carreira. 

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Romeu e Julieta. (e o tipo estranho que está sempre atrás da cortina e cuja função é abrir e fechar o pano)
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012 || 8:32 da tarde

Há gente que se pudesse fazia de Romeu e Julieta ao mesmo tempo. E ainda arranjava um bocadinho para ir fazer de encenador. E, já que estamos a discutir a questão, também podia ser ser técnico de luzes. E, só para encerrar a coisa, também podia fazer de público, porque no corropio de representar o Romeu, a Julieta, o encenador e o técnico de luzes ainda se arranjava boa vontade suficiente para bater umas palmitas. E isto é coisa que me faz muita confusão porque, pelo menos nas peças da vida, a minha experiência ensina-me que só temos a ganhar se não formos nem o Romeu nem a Julieta, porque é quando os olhos do público se afastam de nós que a verdadeira magia começa a acontecer.


(nas peças de palco ser o Romeu ou a Julieta até é bom, significa que somos reconhecidos. mas tenho a dizer-vos que da última vez que fui a personagem principal de uma peça - contrariada, claro está, pois como já disse, evito ser a Julieta e fujo dos Romeus - fiquei com um vestido de noiva entalado na cabeça em pleno palco e foi um problema para o fazer descer sem ninguém notar.)

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this is me time. Me time.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012 || 7:35 da tarde

A exposição sobre Dickens que estava a preparar e na qual participei correu muito bem. Foram muitas pessoas, eu estava minimamente bonita e a leitura pública correu muito bem e até me vieram elogiar no final. Fiquei o resto da tarde na mesa de vendas, fiz mais de 50 euros e ainda consegui falar com a maioria das pessoas. Felizmente não me enervei...passei o dia numa atmosfera um bocadinho apática, que é a minha melhor defesa contra o stress. E ainda há a possibilidade de um dos meus textos expostos vir a ser publicado no jornal da escola, o que é fantástico. Ainda assim, estou contente que tenha acabado e não quero nem pensar que vou ter que organizar uma outra exposição no terceiro período, desta vez sobre Proust. 

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Charles Dickens ♥
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012 || 8:23 da tarde




Faz hoje 200 anos que este escritor fantástico nasceu. E eu, com a minha turma de clássicos de literatura a preparar uma exposição em honra dele, para amanhã. Com direito a chá inglês, scones, pianista a acompanhar as leituras e tudo. E eu daqui a umas horas a ler "It was the best of times, it was the worst of times, it was the age of wisedom, it was the age of foolishness (...)" (traduzido para português, e em conjunto com outra colega, a ler o original em inglês) para uma multidão de pessoas (incluindo o British Council e os professores de português e literatura lá da escola - medinho!). E eu daqui a uma semana fazer uma análise crítica do livro A tale of two cities (Um Conto de Duas Cidades) para a minha avaliação de Clássicos da Literatura. E, ainda assim, conseguir considera-lo um dos meus escritores preferidos pela mestria como torna cada história imprevisivel e pela forma como consegue escrever sobre qualquer assunto, mantendo o seu estilo fluente e agradável. E, só para terminar, se agora tivesse que vos aconselhar um livro dele, não era capaz de escolher, por isso deixo aqui uns quantos que sei que são bons e, quem tiver coragem, que os leia todos que não sei vai arrepender.


Ainda vou falar deste, daqui a uns tempos





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5.02.1985
domingo, 5 de fevereiro de 2012 || 3:29 da tarde




Se soubessem o orgulho que eu tenho de ser fã dele. De o acompanhar há tantos anos e de o ter visto tornar-se neste jogador fantástico, nesta pessoa fantástica. Cada pessoa tem as suas pancas...a minha é, há muitos anos, o Cristiano Ronaldo. É daquelas coisas que não se explicam, sentem-se. Parabéns ídolo.

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Lost Girl
|| 11:56 da manhã

Não faz o meu tipo de série nem é a típica série. Ainda não sei dizer se é boa ou se é má ou se o argumento é bom ou mau, mas a verdade é que estou completamente viciada nesta série. Quando começa ninguém dá nada por ela, eu própria comecei a ver porque dava na televisão enquanto eu almoçava e agora estou capaz de jurar que é das minhas séries preferidas. É uma série de fantasia/crime, com algum suspense à mistura (mas não se preocupem que eu tenho medo de tudo e consigo ver). 

Resumindo, fala sobre um tipo de criaturas sobrenaturais, as fae, que podem ser de vários tipos e ter vários poderes e vivem numa sociedade organizada e hierarquizada. A personagem principal é uma sucuba, que se alimenta da energia sexual das pessoas, sem, no entanto, as matar. E a série gira à volta da vida dela, dos amigos dela, dos inimigos dela e da descoberta do mundo fae. Como ela é uma sucuba há bastantes cenas de sexo bem giras e o cast parece adaptar-se perfeitamente aos seus papeis. Claro que ajuda eu ter uma crush no Dyson, mas vejam por vocês próprios e depois logo me dizem se ele não é fantástico. 



A Anna Silk tem 38 anos e está assim! E o Kris já é pai e continua assim!


                      A Kenzi é a personagem mais hilariante que eu conheço.


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Kharma chamado à recepção!!!
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012 || 9:56 da manhã

Às vezes não sei o que é que se passa com o Kharma, com  a Justiça Divina, com a Lei do Retorno e com todas essas entidades que deviam tornar a vida mais justa. Normalmente, naquelas alturas em que me sinto mesmo boa pessoa e ando a espalhar amor e unicórnios, as coisas correm-me todas mal. Pelo contrário, quando solto a bitch que há em mim e decido fazer justiça pelas minhas próprias mãos, a vida tem tendência a correr-me muiiito melhor. E da mesma forma que isto me acontece, vejo as pessoas mais honestas e mais simpáticas a terem azares atrás de azares e as pessoas mais sacanas a terem uma vida cheia de coisas boas. E, diga-se de passagem que é um bocadinho aborrecido e desmotivante ver coisas destas a acontecer...uma pessoa perde logo a vontade de ser boazinha e esperar que o Universo faça a sua parte.

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Ora adivinhem lá quem é que disse isto!
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012 || 7:36 da tarde

- Este fim-de-semana passei por uma experiência traumática
- (choque) O que é que se passou?
- Fui correr uma meia maratona e cheguei à meta sem nada no corpo
- (choque) Ficou nu?
- Não, fiquei lá nu. Fiquei desidratado. Bebam sempre água enquanto correm.


Tem o dom de transformar uma frase perfeitamente normal em algo com duplo sentido. E por falar nele, a desgraçada criatura chamou-me para a ajudar numa demonstração para o resto da turma. Demonstração essa que consistiu em quatro minutos dele a correr contra mim e a roçar o rabo na minha barriga por se virar para encestar a bola no último segundo. Estou em contagem decrescente para o final desta disciplina dos infernos. 

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