Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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“Home is Where the ♥ is”
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2011
sábado, 31 de dezembro de 2011 || 11:27 da manhã

Comecei 2011 da pior maneira possível e a pensar que ia ser dos piores anos da minha vida. E a  verdade é que foi mas, simultâneamente, foi também dos melhores. As coisas más que me aconteceram atingiram-me com força e repetidas vezes, mas seria injusto não contar com as coisas boas, com as conquistas, com todas as novas experiências e com tudo aquilo que acabou por correr bem contra todas as previsões. Não tenho grandes expectativas para 2012. Tenho exames e uma espera horrível para saber se entro na faculdade. Vai ser um ano complicado aconteça o que acontecer, por isso tento não começar o ano demasiado animada. Pelo menos vou entrar em 2012 melhor do que entrei em 2011 (até porque pior era impossível) por isso vejo-vos a todos amanhã :)


*tinha que aderir a pelo menos um clichézinho blogosférico e fazer o balanço de 2011 senão até era excomungada.

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eu voto nisto para aforismo.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011 || 3:15 da tarde

Sempre me disseram que não interessa o que fazemos se, mas sim o que fazemos quando. E eu sempre fui perdoando o mal que algumas pessoas fizeram quando, porque pensava naquilo que elas fariam se. E depois compreendi que o "se" pouco conta e que o "quando" só tem o peso que nós lhe dermos. E eu já conheci tanta gente que fazia tudo "se" mas não fazia nada "quando". E o contrário, felizmente ou não, também já conheci. E esta é mais ou menos a história de como eu comecei a preocupar-me primeiro comigo e depois com os outros. Assim, sem qualquer outro enquadramento e sem nehuma história de referência porque o que é importante é mesmo o que está escrito na primeira frase desde post, e o resto torna-se conversa de fundo.


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3 anos disto ♥
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011 || 1:14 da tarde




O home is where the heart is faz hoje três anos. Cresci tanto como pessoa e como blogger ao longo destes três anos. Muito obrigado a quem me lê e mantém isto vivo.

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De vez em quando olho para estas fotografias e fico mais animada
sábado, 24 de dezembro de 2011 || 2:53 da tarde




Ian Somerhalder.

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Neste blog não há posts de Natal [sem contar com este], a não ser que queiram que eu fale sobre Jesus...e disso não me parece que gostem
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011 || 3:11 da tarde

não tem nada a ver com o post mas pelo menos não é uma modelo magríssima


Aos 12 anos decidi que nunca mais receberia prendas de Natal. Porque sou Cristã Católica e para mim o Natal é o nascimento de Jesus, porque não acho justo nem correcto gastar mais dinheiro numa época em que as coisas estão mais caras e porque dispenso sabonetes, meias, cachecois e livros para crianças. Foi dificil as pessoas à minha volta compreenderem isto. Assim como foi dificil para a minha familia e amigos compreenderem que eu celebro o facto de estar viva todos os dias e não no meu dia de aniversário. Esse é, aliás, o único dia em que não celebro coisa nenhuma e tento ficar bebeda e esquecer-me que "faço anos" [deixem-me que vos diga que nunca aconteceu e nunca conseguirei embebedar-me]. E foi dificil precisamente porque, independentemente de me amarem, as pessoas querem as coisas à meneira delas, querem celebrar um aniversário, dar uma prenda e mostrar que gostam muito de mim, mas fazem-no sempre como gostariam que lhes fizessem a eles, e isso comigo nunca vai resultar. Por isso é que acabei de despachar uma mala que me ofereceram, por isso é que prendas e mensagens nesta altura do ano não têm qualquer significado para mim e por isso é que eu acredito que os nossos verdadeiros amigos são aqueles que não sentem necessidade de estar presente em todos os minutos da nossa vida mas sim aqueles que sabem quando é que é necessário estarem e quando é apenas agradável.

Mas, tirando o Natal que é dia 25 de Dezembro sabem que outra data importante se aproxima? Dia 26 de Dezembro e os três anos do meu blog. Isso eu celebro e vocês também. [ou não]

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Isto é para vocês verem o que é que não acontece nesta casa. E porque é que eu mereço uma medalha pela minha paciência
terça-feira, 20 de dezembro de 2011 || 1:19 da tarde

Hoje veio cá uma cableireira cortar o cabelo à minha avó. Mal a senhora entra ela começa a falar da vida da minha mãe e da minha tia e a dizer onde é que elas vão e o que fazem e as casas que têm e mimimi, o que é realmente aquilo que nós precisamos já que toda a gente deste bairro social nos odeia porque acha que somos ricos e snobs. Tentei ir lá mudar o tema da conversa, perguntei pelo almoço, pelo gato e pela gata e a minha avó nada, continuava a falar da nossa vida. Até que tenho uma ideia de génio, pego no telefone, ligo para casa e obrigo o meu avô a passar-lhe, fingindo ser uma prima do Norte. E pronto, lá lhe disse para parar de falar da vida de quem não deve e ainda me diverti a fingir que era a prima zézinha da Trofa.

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Rihanna
domingo, 18 de dezembro de 2011 || 1:22 da tarde

 Gostei muito mais do que estava à espera. A companhia foi bastante boa, apesar de nos termos conhecido lá, a comunidade GBTL estava no concerto em peso e tornou aquilo bastante mais descontraído e divertido, fiquei relativamente à frente, tendo em conta que estamos a falar de um concerto Pop com bilhetes a 90 euros para quem queria a primeira fila e a 300 para quem queria entrar mais cedo.

O calvin Harris começou em grande mas foi um bocadinho cansativo, 4 das seis raparigas com quem eu fui sentiram-se mal e tiveram que sair mais cedo mas apesar de ter sido fisicamente muito duro valeu completamente a pena. Fiquei num excelente lugar e vi tudo na perfeição.


Quanto à Rihanna, ela deu um concerto fantástico. Foi uma explosão de energia do principio ao fim, tocou quase todas as músicas que eu queria ouvir, falou imenso com o público e foi muito menos diva do que aquilo que eu esperava, o que é, sem sombra de dúvidas, muito positivo.  E claro que deu um espectáculo super sexual, mesmo à meneira dela. Não me arrependo, nem por um segundo, de ter ido e posso dizer que este concerto está no meu top 7 :)



Os videos não são meus e têm a má qualidade habitual.

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eu a falar de coisas relacionadas com a escola outra vez [aviso já que contém referências ao professor de e.f que eu sei que vocês já tinham saudades]
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011 || 11:57 da manhã

Esta última semana de aulas é a minha parte preferida do período. Não só porque vejo as merecidas férias mais próximas do que nunca mas também porque é nesta altura que colhemos os frutos do nosso trabalho. E eu trabalho muito para colher bons frutos nesta altura do período. E quando o meu trabalho árduo não é suficientemente bom eu aceito-o de braços abertos, ligeiramente desapontada, como é óbvio, mas sempre sem qualquer vergonha dos resultados que obtenho pois mesmo que não sejam aquilo que eu realmente queria são o fruto do meu esforço. E chegar ao fim do período sem qualquer peso na consciência, em paz comigo e totalmente pronta para receber os resultados do meu trabalho é algo de que me orgulho muito.

Por isso mesmo me faz confusão ver pessoas a mendigar notas, a perderem toda e qualquer dignidade que ainda possam ter ao discutir as notas baixas que os professores lhes dão com toda a justiça e a desesperarem porque não pensaram no trabalho que fizeram ao longo do período. Também me irria ver os professores a quebrarem promessas e a irem contra aquilo que dizem no início do perído. O meu professor de educação física passou a período a fazer uma espécie de chantagem emocional connosco, disse-me que o máximo que me podia dar este período era 12 porque eu não tinha passado num teste de condição física ridiculamente importante, apesar de ter pessado em todos os outros e de ser uma aluna exemplar. Chamou-nos individualmente para fazermos a palhaçada da auto-avaliação e eu pedi-lhe um 12, sem qualquer tristeza, sem qualquer arrependimento e completamente em paz comigo e com o meu trabalho e ele, depois de me ter enervado durante três meses com a conversa do 12 diz que não, que me vai dar mais porque não pode ser só 12. Olhei para ele, relembrei-lhe que tinha chumbado no teste em questão e quando ele disse que não importava eu disse "Está Bem" e dei o lugar ao próximo. Estava preparada para ter aquele 12 e estaria tão em paz com ele como estarei quando vir o meu 13 na pauta. Na verdade, aquilo que mais me interessa é mesmoa acabar a disciplina e não ter que dialogar com o professor nunca mais...o que acontecer até essa data pouca diferença me vai fazer até porque não confio no que o professor diz.

E por falar nele, tenho mais um post sobre ele para fazer. E sim, eu admito que tenho sérios problemas com aquele homem e garanto-vos que em nada têm a ver com o facto de ele ser incrivelmente sexy, estão relacionados com o facto de ele ser das pessoas mais desagradáveis que conheço.

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meanwhile às duas da manhã
terça-feira, 13 de dezembro de 2011 || 7:55 da tarde

(vamos ignorar que eu estou mais uma vez a falar de coisas parvas que me aconteceram porque não tenho nada de jeito para dizer!)

Hoje acordei às duas da manhã com um ataque de tosse. Levantei-me e fui à casa de banho. Quando saio, vou descontraidamente pela escuridão até ver um par de olhos a fixar-me. Dei um berro enorme (que por pouco não acordou o resto da família) e mandei-me para o sofá. Ok, não foi uma reacção sensata, tendo em conta que era só a minha tia que estava acordada e me ia perguntar se estava bem mas entrei em pânico. Juro que pensei que era desta que acontecia qualquer coisa fantasmagórica na minha casa mas não, continua tudo igual e aborrecido.  

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as sábias palavras do meu avô (not)
domingo, 11 de dezembro de 2011 || 9:47 da tarde

Ontem acordei muitíssimo constipada e, como não tinha muito para estudar nem nenhuma saída combinada aproveitei para ficar em casa a jogar sims, ler, ver séries e fazer as minhas coisas no computador. Acontece que ontem estava um frio que parecia que, assim de repente, tinha imigrado para a Sibéria, o que fez com que eu passasse o dia no sofá enrolada em três mantas e a assoar-me de cinco em cinco minutos. A meio da tarde o meu avô chega ao pé de mim e diz-me "Pareces aquelas mulheres que acabaram de ter filhos e que parecem umas mendigas castigadas pela vida" e acreditem que isto não foi um elogio à minha aparente capacidade de gerar vida no meu útero. E depois foi embora, sem uma palavra simpática ou de consolo.

Mas hoje veio ter comigo e passou quinze minutos a falar tão entusiasticamente como o Professor José Hermano Saraiva sobre os meus amigos e sobre como, em alguns casos, eu merecia melhor porque era uma rapariga às direitas. Este homem desorienta-me.

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Aos 4 anos já era assim!
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011 || 8:04 da tarde

Quando era pequena detestava Nenucos. A minha mãe bem tentava que eu brincasse com nenuquinhos e bonecas fofinhas mas eu punha-os, invariavelmente, no caixote do lixo. Adorava Barbies, mas enquanto as minhas amigas fingiam que as suas Barbies iam a festas, casavam com os Kens e tinham filhas Shellys todas giras eu punha as minhas Barbies a liderarem uma espécie de campo de treinos semi-militares semi imaginários composto por bonecos dos pokemons, do winnie the pooh, da branca de neve e  todos os outros bonecos que viessem no topo dos meus bolos de anos. Confesso que os bonecos dos Pokemons eram os meus preferidos. Ah, e para compôr mais este lindo quadro, quando os bonecos se portavam mal eram castigados e presos dentro de um copo da cristaleira cá de casa. E uma das minhas Barbies namorava com o ken mas nunca houve cá pedidos de casamento que eu não sou pessoa dessas coisas. Compreendem porque é que eu digo que estou sequinha de insinto maternal? É por coisas como estas.

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Constatações de quem joga sims.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 || 12:08 da manhã

  


Hoje cheguei a casa com uma vontade enorme de jogar sims, pelo que passei a maioria da noite a fazê-lo. Peguei numa família composta apenas por uma rapariga jvem-adulta e pus-me a tentar encontrar-lhe um marido para ter a certeza que teria uma geração seguinte com quem jogar. Encontro um sim masculino perfeito e começo a tentar que a minha Sim o conquiste. Passou dois dias inteiros na brincadeira com ele até que se apaixonaram, começaram a namorar e depois casaram. Ela passou, aliás, tanto tempo a tentar conquistá-lo que só estava com ele, dormia uma hora ou duas e ia trabalhar. Perdeu o gato por negligência porque deixou de lhe dar a devida atenção. Entretanto, mal começa a sua vida de casada, o marido dela - que pelos vistos era bisexual e tinha uma crush assumida por outro gajo - atende o telefone à sua crush e quando desliga a minha Sim acusa-o de infidelidade (I don't know), divorcia-se dele e passa três dias a chorar pela casa porque agora nem marido nem gato e pior, só tinha uma cama de casal que tinha que ir usando à vez com o ex-marido que entretanto vivia na mesma casa (nos sims quando dois Sims de casam passam, automáticamente a viver juntos e eu teimei em não os separar depois do divórcio). Entretanto decidi que eles tinham que se reconquistar, lá passou ela mais três dias com falinhas mansas e finalmente pede-o em namoro de novo, casam-se numa linda festa e ela até engravida. Os desejos dela passaram de "ser má para o ex-marido" a "Casar com o Jamie" e "Ter o primeiro filho com o Jamie".


E porque é que as minhas aventuras nos sims vos interessam? Porque, enquanto isto tudo acontecia a uma velocidade alucinante eu pensei "estas coisas só acontecem mesmo nos Sims" mas depois lembrei-me que conheço mais que um casal que casou,teve filhos, divorciou-se e depois voltou a casar e a viver feliz para sempre, tudo no espaço de dois anos. Tenho amigos cujos gatos fugiram de casa porque eram mal tratados. Conheço uma mulher que se divorciou do marido mas só depois de separada compreendeu que queria ter um filho com ele e cria-lo como mãe solteira com namorado-três-dias-por-semana-e-é-quando-não-joga-o-Benfica e conheço um caso de uma senhora que deu o gato para a adopção porque queria ter um filho, teve o filho e pediu à mãe para tomar conta do neto porque ela só podia sustentar o filho ou o gato e tinha muitas saudades do gato, foi busca-lo à adopção e passados três meses mudou-se para casa da mãe para poder "ter" o filho e o gato. Por isso acabei por me desmanchar a rir e pensar que a realidade consegue ser mais surreal que os Sims. E era só mesmo esta constatação, boa noite.

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Eu e as pessoas outra vez
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011 || 11:10 da manhã



Acho que o meu problema é mesmo não saber se adoro ou se odeio pessoas. * Nunca consigo chegar a um meio termo. Há alturas em que adoro relacionar-me com pessoas, conhecer pessoas novas e descobri-las. Conhecer o mundo em que vivem, a grandeza dos seus corações e tudo e tudo. E depois há alturas como esta, em que alguém que eu julgava decente tem uma atitude parva, ou em que o mundo anda mais louco que o costume e as pessoas mais más e indiferentes e eu começo a odiar pessoas e a querer estar sozinha a ver as minhas séries - com pessoas que fingem que são outras pessoas. E depois conheço alguém fantástico que me faz voltar a gostar de pessoas. E depois desiludo-me outra vez com as pessoas. E isto é grave porque eu nem sequer posso dizer que gosto mais de animais do que de pessoas, porque não é o caso. O pior é que eu sei que lá no fundo adoro pessoas mas não consigo evitar odiá-las de vez em quando. E é por isto que eu tenho que falar mais vezes das pessoas fantásticas que vou conhecendo por esse mundo fora, para não me esquecer que adoro pessoas.

* Estrangeiros são excepção. Desculpem lá a minha falta de nacionalismo mas os estrangeiros sempre me divertiram e fascinaram. Mais que não seja por me darem a oportunidade de comunicar com eles nunca língua que não é a minha.

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Sou só eu?
sábado, 3 de dezembro de 2011 || 8:14 da tarde

Digam-me sinceramente, sou só eu que acho a Megara a princesa mais sexy de sempre? É que se tivesse que escolher entre ela e o Hercules escolhia-a a ela...acho que tenho uma panca por uma princesa disney :O 

em italiano, claro.

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Eu sei que as mulheres só costumam preocupar-se com a idade a partir dos trinta mas pelos vistos eu sou muito precoce
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011 || 11:43 da manhã




É muito estranho para mim que a maioria dos meus amigos mais próximos já esteja a tirar a carta de condução, ou, se ainda não tiverem feito os dezoito, a pensar em tira-la. E é estranho porque não me lembro de ter crescido tão depressa...há quatro anos atrás tinha treze anos e ainda via a carta de condução como algo muito distante. Passados estes quatro anos continuo a ter tanto medo de pegar num carro como tinha naquela altura. E acho que sempre soube, dentro de mim, que não ia tirar a carta logo que fizesse dezoito anos...sempre me pareceu tão cedo para mim. Provavelmente tiro-a no verão em que fizer dezanove anos porque acho que vou precisar de um ano para me habituar à ideia...não virá grande mal ao mundo. Também é estranho que muitos deles já votem e já tenham que ir ao dia da defesa nacional. E que já estejamos todos (ok, alguns) a pensar no próximo ano e nas respectivas faculdades. E a discutir as disciplinas do nosso futuro curso ou o curso que gostavamos de tirar. E as médias necessárias...sempre as médias e sempre os "se conseguir entrar...". E ainda mais estranho é saber que este Verão vou ter que me ir inscrever à faculdade, e fazer um cartão de eleitor. E que vou poder comprar alcool e tabaco de forma totalmente legal (não que me vá fazer diferença...não fumo e sempre que precisei venderam-me alcool) Não me lembro de ter crescido tanto e tão depressa. Ou se calhar, quando tinha onze/doze anos pensava que ter dezassete/dezoito anos era uma coisa que demorava muito a acontecer e que quando chegavamos a essa idade já eramos adultos mas a verdade é que em termos de personalidade, pouco mudei desde que tenho treze anos (cresci, amadureci, obviamente) e provavelmente é por isso que ainda não me parece muito bem que este Verão já me vá tornar uma adulta, aos olhos da lei...ainda sou tão como quando tinha treze anos.

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