Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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sexta-feira, 30 de setembro de 2011 || 9:12 da tarde

Era de esperar que eu aos 17 anos já tivesse o mínimo de instinto maternal, right? Qualquer coisa que não fosse este medo irracional e este nojo (será a palavra certa?) que sinto quando vejo filmes ou séries ou até quando penso na possibilidade de, um dia muito mais tarde, ser mãe. Ou que parasse de ter pesadelos em que fico grávida e quero abortar. Ou que não achasse a ideia de ter filhos uma maneira de, na maioria das vezes, estragar a nossa vida. Ou que achasse os bébes fofinhos e adoráveis. Ou que não achasse o parto uma experiência extremamente traumática. Ou, simplesmente, que entendesse como é que a maioria das mulheres sente uma necessidade biológica de passar por isso. Gostava mesmo de gostar destas coisas mas a verdade é que não consigo e acho que isso é ligeiramente preocupante. Parece que vou ficar para tia...

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o professor de educação fisica, claro está
quinta-feira, 29 de setembro de 2011 || 7:43 da tarde

É oficial, o homem tem a vidinha toda mal resolvida. Eu bem ando a dizer às minhas colegas que ele tem carências a nível afectivo, mas toda a gente me ignora.  Depois de, na aula de hoje, durante os alongamentos o homem gitar (e o ginásio faz eco!): "DOÍ. DOÍ MAS DEPOIS DÁ PRAZER" quero ver quem é vai ignorar a minha teoria. Ou ele não tem mesmo competências sociais ou não sei o que se passa naquela cabeça.

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sem motivo aparente
quarta-feira, 28 de setembro de 2011 || 10:42 da tarde

Há tanta coisa sobre mim que eu gostava de conseguir dizer. Tanta coisa que eu gostava de vos contar porque, afinal, vocês não me podem julgar muito violentamente. Tantas histórias que eu gostava de conseguir partilhar, tantos desabafos, tantas pessoas de quem vos quero falar. E o tempo é tão pouco, e os motivos são tão escassos que nunca digo tudo o que quero. Acho que acontece com toda a gente, não é? Temos sempre tanto (ou tão pouco) a dizer que parece que metade se perde pelo caminho.

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Pretentious cunts
terça-feira, 27 de setembro de 2011 || 7:32 da tarde

   Acho que tenho um preconceito contra pessoas muito intelectuais. E digo acho porque nunca pensei muito no assunto até hoje. E digo intelectuais porque há pessoas que não se sentem suficientemente abençoados por serem inteligentes e terem capacidades fantásticas e sentem necessidade de se fazer parecer mais eruditas aos olhos do mundo. Não me interpretem mal: eu adoro pessoas inteligentes e acho que possuir inteligência é uma das melhores coisas que a vida nos pode dar, eu acho fantástico que pessoas inteligentes e não tão inteligentes se interessem por temas interessantes (LOL!) e gostem de os discutir mas acho que quando alguém com 16/17 anos passa a vida a falar de António Lobo Antunes, Freud, Platão e Nietzsche sem haver qualquer necessidade e anda com o queixo tão levantado que não se apercebe que pisou cocó, foi atravessada a linha que separa a inteligência do ridiculo.

Mas isto sou eu que na realidade não percebo mais de comunismo do que outra pessoa qualquer, que, humildemente misturo clássicos da literatura com livros como "Harry Potter" ou "Crepúsculo" e não me envergonho disso e que prefero não ser recordada de todo a ser recordada como a rapariga que deu uma seca a toda a gente por passar o tempo a falar de como o Nietzsche descrevia muito bem não sei o quê na página x do livro não sei das quantas ou de como o prefácio que o Lobo Antunes escreveu para o livro "Sinais de Fogo" focava os pontos a., b. e c. Também não gostava de ser recordada como "aquela pretentious cunt".

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Private Post [ou "toda a gente pensa que eu escrevo coisas sem sentido porque eu não consigo aprofundar mais um tema que dava para concluir duzias de doutoramentos"]
domingo, 25 de setembro de 2011 || 2:16 da tarde

É lixado não estarmos todos nas mesmas circunstâncias. É lixado que as minhas lutas não sejam também as lutas dos outros e que os meus problemas não tenham a mesma dimensão para os meus amigos do que têm para mim, porque afinal, são os meus problemas enquadrados nas minhas circunstâncias. Porque afinal aquilo que é um problema para mim não seria, provavelmente um problema para ti. Apenas porque as circunstâncias são diferentes, porque as mentalidades são dispares e a teoria da relativização só é gira quando aplicada aos outros. E, tendo em conta as circunstâncias em que eu me encontro, acho que tenho feito um trabalho mais do que excelente. Tenho até a certeza que se as pessoas que discordam desta minha opinião não teriam conseguido fazer metade do que eu fiz. Isto tendo em conta as circustâncias em que todos nos encontramos. No final de contas as circunstâncias são o mais importante e, ao mesmo tempo, o menos valorizado porque ninguém se importa com o que me levou a agir de determinada forma, o importante vai ser sempre a minha acção. Pois, é lixado.

[Sim, tenho noção que isto parece tudo um conjunto de disparates escritos por alguém que não se sabe expressar bem mas precisava mesmo de um private post para pôr as ideias em ordem. Desculpem]

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Manipulação!
sábado, 24 de setembro de 2011 || 12:41 da tarde

Acho que se as pessoas soubesse a diferença que a forma como falam com os outros faz eram um bocadinho mais simpáticas. Se mais pessoas soubessem que um sorriso no final da frase faz milgres, que se dissermos algo incriminatório sem o tom incriminatório a outra pessoa vai aceitar a crítica sem se ofendar e que tudo o que nós dizemos pode ser suavizado e que não é por isso que a mensagem deixa de chegar ao destinatário, tenho a certeza absoluta que as pessoas com quem nos vamos cruzando nos entretantos da vida faziam um esforço por ser mais simpáticas. Porque, pelo menos para mim e na minha vida, a forma como dizemos as coisas faz toda a diferença. E o que é que custa ser um bocadinho mais simpático? Quer seja para proveito próprio (porque quando falamos de forma simpática colhemos simpatia em troca) ou apenas para fazer o dia de outra pessoa um bocadinho menos desagradável.

Eu não me importo de chamar a isto manipulação porque, ao fim ao cabo, é isso que fazemos: damos contrornos às nossas palavras para que elas surtam nos outros o efeito que desejamos. E o que mais me aborrece é que esta "manipulação" é uma das melhores coisas que podemos fazer e, nos dias de hoje (e em todos os outros, diga-se de passagem) vejo muito pouca gente a usar as palavras de forma inteligênte e, pior, a não fazer qualquer esforço para demonstrar um bocadinho de simpatia pelo próximo.

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*revirar de olhos*
terça-feira, 20 de setembro de 2011 || 9:00 da tarde

Querido professor de Educação fisica, tenho a certeza absoluta que já tínhamos discutido o facto de o professor ser extremamente despropositado nas suas interacções sociais com alunos, não vamos voltar a ter que passar por esta conversa outra vez pois não? Boa, então vamos manter as nossas vidas pessoais e a azia que nos acompanha todos os dias para nós, sim?

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Expectativas
sábado, 17 de setembro de 2011 || 11:46 da tarde

       É muito complicado viver a tentar corresponder às expectativas que os outros têm para/sobre nós. É ainda mais complicado viver sem tentar corresponder a quaisquer expectativas. O pior é quando as nossas próprias expectativas para nós próprios são muito exigentes, ou quando vão contra as expectativas que as pessoas mais próximas de nós têm. E torna-se impossível corresponder a todas as expectativas que eu própria tenho para mim, corresponder ao que os meus melhores amigos querem e esperam de mim, honrar aquilo que as minhas amigas-colegas esperam de mim, obedecer ao que a minha mãe quer de mim e não desiludir a minha familia, ser a escritora de RP's que os meus amigos dos RPG's querem e precisam que eu seja, ter a atitude e a crença que os meus amigos da igreja esperam e têm a certeza que eu terei. E assim, torna-se tudo extremamente dificil para mim, que tento corresponder às expectativas de 10 grupos de pessoas diferentes, com ideias diferentes e planos diferentes, e, não menos complicado é para os meus amigos, que esperam que eu faça isto ou aquilo ou me comporte ou reaja de determinada maneira e me veem vacilar perante um monte de expectativas diferentes.

       O pior é que esta treta das expectativas cruzadas acompanha-nos sempre, todos os dias da nossa vida e não apenas nas grandes decisões. As grandes decisões e os grandes acontecimentos são os mais fáceis de lidar porque não imagino ninguém a sentir-se desiludido comigo se eu disser, por exemplo "Vou para a faculdade" ou "Acabei com o meu namorado porque ele me falava mal", aí ninguém me pode censurar, são temas demasiado polémicos e demasiado importantes para alguém poder exigir que as nossas expectativas sejam deixadas à margem para corresponder ao que os outros querem para nós. Mas e nas decisões mais pequenas? E quando o meu grupo de melhores amigos me convida para ir ao bairro alto e a minha mãe não só espera que eu não vá como me diz que não posso? Ou quando tenho que decidir entre ir jantar com o meu grupo de amigas #1 ou com o grupo de amigos #2 nesta Sexta à noite? São nestas situações que todos têm expectativas para nós, que todos os nossos amigos esperam que estejamos lá para eles, bem como a nossa família. E aquilo que nós queremos fica, não esquecido mas sim posto de parte porque, muitas vezes, é pura e simplesmente demasiado complicado corresponder a todas as expectativas das pessoas que nós amamos têm para nós e, ainda assim, manter a cabeça bem erguida e saber o que esperamos de nós mesmos afinal.


    E vamos, quer queiramos ou não, ter que desiludir alguém, ter que deixar algo ou alguém para trás (e segundo a minha experiência esse alguém nunca pode ser nós mesmos), temos que derrubar e criar expectativas e levar os outros a fazer o mesmo. Mas é nestas alturas (em que os meus melhores amigos querem que eu vá com eles ao bairro alto, as minhas amigas querem que eu jante com elas, a minha mãe quer que eu fique em casa a estudar, outras amigas mais distantes querem que eu esteja disponivel para falar com elas via telefone e msn) que eu penso que é impossível corresponder a tantas expectativas e ser feliz. E, infelizmente, a maior parte das vezes é a nossa própria felicidade que é sacrificada. Ou a felicidade de alguém que amamos muito e, entre estas duas opções, nenhuma é agradável.

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O meu último primeiro dia de aulas no ensino básico e secundário.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011 || 7:43 da tarde

Só Deus sabe como me sabe (--') bem dizer isto. Por um lado tenho medo mas por outro é uma sensação fantástica saber que este vai ser o último ano a levar com as porcarias do ministério e com as aulas de educação fisica e com disciplinas que não me vão servir para nada. Este foi o meu último primeiro dia de aulas do ensino secundário e, mais do que tudo, estou contente por assim ser.

Comecei com história, mesmo professor, mesma forma de dar aulas. Além de nos ter retido na sala os noventa minutos ainda falou até ficar rouco, levando-me a mergulhar na minha já tão conhecida apatia das aulas de história. O estupor do professor de educação fisica está um farrapo, deprimido e com ideias de paz mundial e de aulas pacificas e à volta da palavra cooperação. Coitadinho. E, para terminar em grande o dia a professora de psicologia além de ter dado uma aula de uma hora e meia com direito a seis perguntas de diagonóstico, pequena análise do programa e apresentação sai-se com o seguinte exercicio "Sentem-se ao pé da pessoa com quem têm menos afinidade nesta sala", incentivando a sua turma a mostrar ao mundo quem é que odeia e porquê. Estou a prever muitas guerras abertas naquela aula. Still, psicologia é fofinho :)

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terça-feira, 13 de setembro de 2011 || 11:27 da manhã

  Quando estamos na missa e, momentos antes de o Padre subir ao altar uma senhora vai ao microfone dizer "Na excursão de ontem alguém me roubou um saco com um molho de grelos. Faz favor de me devolver porque não se levam as coisas dos outros para casa " começamos realmente a pensar que, afinal, não somos tão passados da cabeça como pensávamos.

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Somewhere
sábado, 10 de setembro de 2011 || 5:57 da tarde

     Apesar de isto não interessar a ninguém a não ser a mim reparei hoje, enquanto assitia a um filme americano que se passava entre a California e Milão que já consigo perceber relativamente bem os diálogos em Italiano e não há nada que me deixe mais orgulhosa do que perceber que estou a começar a compreender melhor uma nova língua. Sim, toda a gente percebe um bocadinho de Italiano, sim, até nem é muito complicado e o que eu eu percebo nem é nada de especial mas continua a ser uma língua que estou a aprender sozinha (sem qualquer ajuda de professores ou de terceiros) apenas com os filmes que vou vendo e com os escassos dias que passo em Itália por isso sim, estou muito feliz. E é tão bom perceber cenas em italiano (tipo 80% do que dizem) e sem legendas (e os italianos falam bem depressa!) quase como se fosse Espanhol ou outra língua que já tenho mais contacto que só dá vontade de aprender mais e mais.

(e pronto, parei)



    Já agora o filme é o Somewhere de Sofia Coppola. Gostei bastante apesar de não ter exactamente um início, meio e fim. A primeira parte (leia-se primeiros 15/20 minutos) é aborrecida, admito, bastante parada e quase sem diálogo mas aquilo vai animando à medida que o filme avança e tem cenas fantásticas; consigo perceber porque é que dizem que ela é um génio. Mas a minha opinião não é muito fiável uma vez que costuma dizer exactamente o contrário das críticas oficiais.

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São lindas e eu quero-as todas!
terça-feira, 6 de setembro de 2011 || 8:46 da tarde







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Pessoas fantásticas
quinta-feira, 1 de setembro de 2011 || 9:33 da tarde

      Conheço pessoas que não valem nada. Acho que todos conhecemos. Pessoas que não queremos na nossa vida mas que não podemos expulsar porque não temos esse poder, pessoas que nos perturbam só por estarem na mesma sala que nós e pessoas que não queremos deixar ir mesmo que saibamos que nos fazem mal e apenas mal. Toda a gente sabe e volta a saber que as pessoas nos desiludem e são horríveis, que nem toda a gente é um perfect match e que aquela rapariga ou aquele rapaz que são extremamente irritantes não vão desaparecer só porque nós os detestamos. Mas a verdade é que me cruzo, igualmente, com pessoas fantásticas. Pessoas que quase nos fazem esquecer que as pessoas horríveis existem. Daqueles seres-humanos que nos fazem pensar "bolas, ele/ela é tão fixe, quem me dera conseguir ser assim" ou que nos fazem desejar que a vida lhes reserve apenas coisas boas porque se alguém merece é essa pessoa. O que mais me agrada nisto de conhecer pessoas fantásticas é que nunca sabemos quando nos vamos cruzar com uma dessas pessoas. Por vezes - muitas vezes - estão entre os nossos melhores amigos ou um dos nossos grupos de amigos, outras vezes são um professor que passa apenas 3 horas por semana connosco mas que nos transmite mais experiência de vida do que algumas das pessoas que passam todo o dia e toda a noite ao nosso lado, podemos até encontrar uma dessas pessoas fantásticas num país estrangeiro onde vamos, pode ser o nosso guia de viagem, como me aconteceu este Verão ou até um amigo dos nossos amigos.

Sou sincera, tenho fases on and off com as pessoas. Quando me cruzo com muitas pessoas que não valem a pena penso "Eu realmente odeio pessoas" mas depois, quando já perdi completamente a esperança na humanidade aparece uma pessoa que me faz repensar todos os meus sentimentos negativos e que me mostra que o Ser Humano consegue ser maravilhoso. Talvez seja por isso que adoro os amigos que fiz enquanto estava no estrangeiro, porque não tive tempo de ver os seus defeitos e de me sentir magoada por uma ou outra atitude. Existem pessoas tão fantásticas que nem sempre estão rodeadas por pessoas igualmente fantásticas e que por isso nos passam ao lado mas, de vez em quando, existe uma pessoa fantástica que, por mero acaso, também nos acha fantásticos e se interessa por nós. Essas pessoas são tão raras que encontra-las é um verdadeiro achado e ainda assim é possível encontra-las. Nunca me perguntaram de que é que eu mais gosto nas pessoas, na Humanidade no geral mas se um dia me perguntassem eu responderia que eram estas pessoas fantásticas e tão raras que aparece de vez em quando e nem sempre permanecem e que têm o poder de mudar a nossa vida e de nos fazer admira-las mais do que a nós mesmos.

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