Write loud and clear about what hurts

About
Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




Template by Elle @ satellit-e.bs.com
Banners: reviviscent
Others: (1 | 2)


“Home is Where the ♥ is”
Dezembro 2009 Janeiro 2010 Fevereiro 2010 Março 2010 Abril 2010 Maio 2010 Junho 2010 Julho 2010 Setembro 2010 Outubro 2010 Novembro 2010 Dezembro 2010 Janeiro 2011 Fevereiro 2011 Março 2011 Abril 2011 Maio 2011 Junho 2011 Julho 2011 Agosto 2011 Setembro 2011 Outubro 2011 Novembro 2011 Dezembro 2011 Janeiro 2012 Fevereiro 2012 Março 2012 Abril 2012 Maio 2012 Junho 2012 Julho 2012 Agosto 2012 Setembro 2012 Outubro 2012 Novembro 2012 Dezembro 2012 Janeiro 2013 Fevereiro 2013 Março 2013 Abril 2013 Maio 2013 Junho 2013 Julho 2013 Agosto 2013 Setembro 2013 Outubro 2013 Novembro 2013 Dezembro 2013 Janeiro 2014 Fevereiro 2014 Março 2014 Abril 2014 Maio 2014 Junho 2014 Julho 2014 Agosto 2014 Setembro 2014 Outubro 2014 Novembro 2014 Dezembro 2014 Janeiro 2015 Fevereiro 2015 Março 2015 Abril 2015 Maio 2015 Junho 2015 Julho 2015 Agosto 2015 Setembro 2015 Outubro 2015 Novembro 2015 Dezembro 2015 Janeiro 2016 Fevereiro 2016 Março 2016 Abril 2016 Maio 2016 Junho 2016 Julho 2016 Agosto 2016 Setembro 2016 Outubro 2016 Novembro 2016 Dezembro 2016 Janeiro 2017 Fevereiro 2017 Março 2017 Abril 2017 Maio 2017 Junho 2017

Ponto da situaçao
domingo, 31 de julho de 2011 || 3:52 da tarde

*sem acentos

A minha melhor amiga esta internada porque fez um piercing na orelha e parece que aquilo correu mal e agora tem a cartilagem toda destruida e vai precisar de uma semana a soro e medicamentos para recuperar. Fui la ve-la e ate me da do nao poder ir la ter com ela todos os dias da proxima semana para ela nao estar ali sozinha naquele sitio tao triste que e' o hospital.

Amanha vou para Londres, estou com um medo enorme que me percam as malas, e' a primeira viagem para o estrangeiro que faço sem a minha familia e se o hotel tiver computadores com net para os hospedes usarem prometo que venho ca dizer uns ola's. Caso contrario volto no Sabado e vou ter uns 547414
044 posts para fazer.

A blogosfera anda uma loucura por causa de um hate-blog que anda por ai a criticar toda a gente. Ainda nao falei disso e nao pretendo falar muito porque e' nestas alturas que eu gosto muito que o meu blog tenha 40 visitas diarias, poupa-me muitos aborrecimentos. Nao sei se sou eu que tenho falta de sentido de humor mas leio a maioria dos blogs que sao satirizados e quase todos fazem parte da lista dos meus blogs favoritos. Aguardo ansiosamente para ver como e' que isto vai acabar e espero que o blog acabe de uma vez porque estou farta de ver blogs de qualidade serem gozados.

E pronto, vou manter-me longe da blogosfera ate Sabado. Boas ferias a todos :)

Etiquetas:


Comentários.

Jamie Cullum
sábado, 30 de julho de 2011 || 5:41 da tarde

*sem acentos.

    Este ano, por uma serie de factores, o cool jazz fest foi o unico festival para o qual eu comprei bilhete. Nao quis ir ao SBSR so' para ver os Artic Monkeys e tambem nao quis gastar 50 euros no Alive quando os Paramore nem sequer eram cabeça de cartaz.

    Ontem fui ver o Jamie Cullum a cascais. Tudo muito chique, muito Cascais, com as senhoras de calçoes e vestido, os homens com um ar descontraido - que contraste com os concertos a que eu normalmente vou - e tudo muito calmo, sem correrias, sem berros histericos mas com imensa energia. A atmosfera estava excelente, aquele por do sol e noite amena (esperava menos de Cascais, confesso) com um ventinho fresco. Adorei o ambiente, com o pessoal todo muito composto e muito digno, com os bares e as pessoas descontraidas a comprar bebidas a meio do concerto (vantagens do ar livre e de nao estarmos todos apertados e abafados)  e eu confortavelmente sentada nas bancadas a abanar a cabecinha e a bater palminhas.

E mal o Jamie entrou em palco toda a gente começou a gritar, a cantar, a bater palmas, a dançar, a saltar (a saltar! num concerto de Jazz! so para verem o quao fantastico o rapaz e') e entre as musicas mais calminhas, capazes de fazer uma pessoa chorar, as mais mexidas, que conseguiram por o recinto todo a saltar e a bater palmas de pe, os exercicios de voz que o Jamie dava 'a audiencia e os elogios que ele fazia a Portugal e ao publico portugues (tinha uma familia de britanicos sentada ao pe de mim e deu-me vontade de rir de tao fulos que eles estavam) passaram duas horas num instante.  E foi das melhores experiencias de sempre, e ele e' 100 vezes melhor ao vivo do que em estudio ( e ele ja e' tao poderoso em estudio) e por ele ate vou a concertos de jazz :)

Etiquetas:


Comentários.

eu sei que sou suspeita por ser toda all for Italy mas....
terça-feira, 26 de julho de 2011 || 8:08 da tarde

*post sem acentos.
*quando falo de chunga refiro-me nao 'a forma de vestir, porque isso a mim pouco me interessa, mas sim 'a tipica mentalidade muito limitada, falta de cultura geral e, muitas vezes de educaçao. Estou a generalizar, obviamente, porque conheço pessoas fantasticas que pertencem a esse mundo e a essa cultura.

Hoje ia eu no autocarro e atras de mim ia um grupo de mitras (chungas, pessoal sem cerebro, mal-educados, sem-postura, escoria da sociedade, chamem o que preferirem). Mas o objectivo deste post nao e' falar mal da chungaria e da geraçao de hoje em dia e de como e' por causa de pessoal sem cerebro que estamos como estamos e blablabla porque quando se mora relativamente perto de Chelas uma pessoa ja nao fica incomodada com este tipo de coisas, o que e' de realçar nesta situaçao e' que, a certa altura eles começam a falar do pessoal do hip-hop e do Rap, a conversa muda para vandalismo e escrever nas paredes e nos comboios e das respectivas multas. E nao e' que, ao contrario do que eu estou habituada com os meus chunguitas portugueses, eles ate diziam uma ou outra coisita de jeito. Nao era so' aquela conversa do "bora ai pintas umas paredes" "bora comprar umas cervejolas" "fogo, aquela gaja e' mesmo podre de boa.*gritando*COMIA-TE TODA" e coisas que tais. Nao, eles conseguiam ter uma conversa bastante estruturada sobre as raizes do hip-hop e de como o Jay-Z trabalhou antes de chegar 'a MTV ou que nao vale a pena ir espancar as pessoas de quem nao gostamos porque so arranjamos problemas e, a certa altura um deles sai-se com uma franse do genero "segundo o artigo x do codigo penal quem vandaliza um comboio pode pagar ate 35 mil euros".

Obviamente que, habituada a ver a escoria da sociedade todos os dias, o pessoal que mora em Chelas e so quer saber da zona e dos manos de chelas e que anda ha 10 anos na escola e ainda esta no setimo ano - ou a trabalhar nas obras, claro - ate fiquei bem impressionada e ponho-me a pensar " sera que eles sao do Cacem e la os chungas sao mais sofisticados?" Ja ia toda contente a pensar que ainda ha pessoal em Portugal que, apesar de ter uma determinada cultura nao se torna numa besta e que ainda ha pessoal que apesar de nao ser muito culto e de pertencer a um mundo mais chunga e mais limitado nao deixa de saber umas coisinhas e de ter alguma coisa na cabeça e ate e' uma pessoa normal quando finalmente percebi porque e' que eles eram assim. A questao e' que eles eram todos franceses, com familia portuguesa e a passar ferias em Portugal mas ainda assim frances. E foi assim que eu percebi que um chunga tao sofisticado nao podia ser portugues porque, embora eu tente combater este meu nagativismo, de Portugal espera-se sempre o pior e com razao.

Este foi o dia em que eu quase dei um elogio a um chunga. Quase. :)

Etiquetas:


Comentários.

isto agora e' uma questao de educaçao
segunda-feira, 25 de julho de 2011 || 8:29 da tarde

*mais um post sem acentos.

Existe uma cena no filme Fight Club em que, querendo passar (num daqueles assentos de aviao em que temos que nos esfregar nas pessoas porque o banco da frente esta ridiculamente perto) um homem diz ao outro " isto agora e' uma questao de educaçao: dou-te o rabo ou a braguilha?"

E nunca mais me esqueci desta cena (de um filme que eu nao vi e que provavelmente nunca verei)porque, no fundo, e' esta a pergunta que eu faço a mim propria muitas vezes. Quando alguem me faz um convite que eu nao quero aceitar dou mim a pensar "isto agora e' uma questao de educaçao, digo-lhe a verdade e atiro-lhe um nao-me-apetece-sair-contigo ou minto-lhe e invento uma desculpa que nao lhe va' ferir os sentimentos?"



Escolho, invariavelmente a segunda e faço-o por duas razoes. A primeira e', e nao vou mentir, para me proteger a mim propria porque sei que as pessoas ficam ofendidas com quase nada, que depois vai sair da boca delas um "nunca mais a convido para nada porque me disse que nao queria uma vez" ou um "da proxima vez que me convidares vou-te dizer que nao para veres como e'" ou ainda um "desiludiste-me imenso, nunca pensei que te fosses cortar assim. ( e Deus sabe como eu tenho tao pouco talento para ouvir e calar so para evitar chatices). A segunda razao e', talvez, um pouco mais nobre: proteger os sentimentos de quem me fez o convite porque, afinal, a pessoa foi querida em lembrar-se de mim e ninguem gosta de sentir rejeiçao, mesmo quando a outra pessoa nao nos rejeita, mesmo quando nao tem mal nenhum nao querer fazer algo.

E todos sabemos como e' facil ofender outra pessoa. Como alguem de quem nos gostamos muito pode duvidar disso mesmo so porque nao quisemos fazer isto ou aquilo. E 'as vezes dou por mim a pensar que a coisa certa a fazer e' inventar uma desculpa que justifique a nossa ausencia aos olhos do outro. E o mais triste e' que pelas reacçoes que tenho colhido, o melhor a fazer e' mesmo dizer " a minha avo sentiu-se mal e pensei que tinha que ir com ela ao hospital" ou "desculpa mas a minha mae nao me deixa" ou "tenho um jantar combinado com amigos da primaria, nao posso mesmo faltar" ou "vou ao dentista" e' mesmo a opçao mais pacifica e acertada. (e infelizmente ja vi muito boa gente ser recriminada por ter que ir ao dentista)

Infelizmente parece que dizer que nao nos apetece porque nao estamos com cabeça ou que nos apetece passar o dia em casa, sozinhos, a tratar das nossas coisas e a descansar do mundo la' fora e' menos correcto do que mentir para ter um bocadinho de paz. E isso e' uma grande tristeza mas e' o que eu faço e vou continuar a fazer para evitar aborrecimentos desnecessarios.

Etiquetas:


Comentários.

Shipping #1
quinta-feira, 21 de julho de 2011 || 2:21 da tarde

    Shipping, para quem não está familiarizado com o termo, consiste em imaginar (ou observar) que duas personagens de ficção, geralmente da mesma série ou filme têm uma relação. (a palavra ship vem, neste caso, da palavra relationship). Posto isto, podemos passar à parte interessante do post: eu mostrar-vos dois dos casais que mais Ships originam e que fazem com que o youtube esteja cheio de musiquinhas românticas e videos das cenas hot deles.


The vampire Diaries é, como o nome indica, uma série de vampiros que para além de contar com o Ian Somerhalder no elenco (que fique aqui bem claro que o Ian Somerhalder é só a minha definição de homem perfeito) conseguiu por a Nina Dobrev (uma das mulheres mais bonitas, talentosas e fantásticas de sempre, na minha opinião) a interpretar não uma mas duas personagens diferentes. Por outras palavras, The Vampire Diaries é o meu paraíso.


O primeiro video mostra o Damon Salvatore (Ian Somerhalder) e a Katherine Pierce (Nina Dovrev), ambos vampiros, a protagonizar algumas das cenas mais hot da segunda temporada. E depois de verem este video digam-me se é possível não shippar estes dois e a intensidade do relacionamento deles. Uma bitch e um player *.*


No video seguinte a Nina interpreta Elena Gilbert, que ao contrário de Katherine é a tipica rapariga boazinha que só faz mal aos outros se for estritamente necessário e ainda assim eles fazem um casal extremamente sexy.


Etiquetas:


Comentários.

multiculturalismo, a definiçao
domingo, 17 de julho de 2011 || 3:35 da tarde

Multiculturalismo e´, num grupo de cinco amigas, uma ter o telemóvel em Português, duas em inglês, uma em francês e a outra em italiano - esta ultima e' facilmente identificavel, obviamente. E no meio disto tudo conseguem todas mexer nos telefones umas das outras.

Etiquetas:


Comentários.

"Tudo acaba aqui"
quinta-feira, 14 de julho de 2011 || 11:17 da manhã

Daqui a menos de 12 horas vou estar no cinema a ver o ultimo filme do Harry Potter da minha vida. A partir de hoje nao vao existir mais idas ao cinema para ver Harry Potter, o Daniel, a  Emma e o Rupert vao sempre referir a sua participaçao nesta saga como um acontecimento passado ('as vezes o facto de so podermos usar um verbo no passado ou no imperfeito e' o que custa mais). A partir do dia de hoje e durante o proximo mes milhoes de pessoas vao estar em pseudo-depressao por o Harry Potter ter acabado - e thanks God por nao ser uma delas. Hoje vou ver o ultimo filme da saga Harry Potter, estou entusiasmada mas nao passei os ultimos dias em contagem decrescente, quero ver o que o filme tem para me dar, quero"despedir-me" da saga em grande, com um grupo de 20 pessoas no cinema no dia de estreia mas amanha nao vou estar deprimida. Tristeza foi quando acabei - e acabo - o ultimo livro, as emoçoes sao 'as toneladas. Hoje vou finalmente ver a parte dois do ultimo Harry Potter, sem chorar ou sem me sentir triste porque acabou mas sim feliz porque durou 10 anos da minha infancia :)

Sabem de que e' que eu vou ter mais saudades? Do ar orgulhoso da Emma, do Daniel, do Tom, do Rupert, dos gemeos (and so on, mas estes sao aqueles que eu sigo com mais atençao) quando falam do seu trabalho na saga e quando descrevem a cena A ou B em que cairam por cima uns dos outros ou em que a varinha do Daniel saltou e foi bater num camaraman. E da musica de entrada que me transporta logo para Hogwarts. Oh, a musica de entrada....

Etiquetas:


Comentários.

eat pray love #2
segunda-feira, 11 de julho de 2011 || 1:10 da tarde

                                    Eat Pray love o filme - Italia


    E ainda dentro do mesmo tema, outra das coisas que eu mais gostei neste livro foi a quantidade enorme de citaçoes carregadas de humor. Exactamente do meu tipo de humor. E talvez por causa disso, por conseguir retratar uma das coisas que eu mais gosto nesta vida - uma viagem (neste caso tres viagens diferentes) com uma pitada de humor, com uma pitada das piadas que eu faria naquela determinada situaçao o Eat Pray love e' um dos livros da minha vida. Confesso que o facto de me identificar muitissimo com a personagem principal facilitou esta minha paixao pelo livro mas a procura incessante pelo prazer, pela devoçao e pelo equilibrio entre eles e' algo que marca a vida da maioria das mulheres.


                                          Eat Pray love o filme

    
    E agrada-me que este eat pray love nao seja um livro nem de viagens, porque e' muito mais que isso, nem um romance, porque essa definiçao abrange apenas metade do conteudo do livro nem uma obra autobiografica pois apesar de ser inspirada em factos veridicos e de (quase) tudo ter realmente acontecido 'a autora dificilmente a classificaria como uma obra autobiografica. Provavelmente outra pessoa nao encontra piada nenhuma neste facto mas, para mim, isto quer dizer que e' demasiado bom para caber numa unica categoria e isso e' francamente positivo.


Eat Pray Love o filme - Indonesia


      Tal como a personagem principal nao e' uma mulher de uma so definiçao este livro tambem nao e obra de uma so definiçao. E mais que isso, e uma viagem geografica e interior e honestamente, ajudou-me a perceber algumas coisas importantes sobre mim. Divide-se em tres partes: Italia, onde Liz procura o prazer e a comida, India, onde Liz procura a devoçao e a oraçao e Indonesia onde Liz procura o equilibrio e o amor. E a riqueza das personagens e' tao grande que so por ai se nota que ela se cruzou com cada uma das pessoas. E Deus sabe como eu adoro pessoas. (E e' por isso que me sinto muito tentada a fazer mais dois posts sobre o livro, correndo o risco que toda a gente se farte de mim)

Eat Pray Love o filme - Italia (e a minha preferencia por Italia a evidenciar-se muito como sempre)

Etiquetas:


Comentários.

Inacreditavel
sexta-feira, 8 de julho de 2011 || 10:22 da manhã

Inacreditavel e' ir no carro com seis pessoas (uma a mais, portanto), a caminho dos bolos da meia noite que se vendem pela cidade de Lisboa com uma das tuas amigas ao colo e seres mandado parar por uma operaçao stop em que o policia finge que nao ve que vai uma pessoa e mais e diz apenas que o condutor se esqueceu de ligar as luzes. Inacreditavel e' teres-te safado dessa sem um aviso sequer, inacreditavel e' nao teres uma multa de 500 euros a chegar 'a tua caixa do correio. O-M-G acho que e' precisamente por causa destes sustos que eu me esforço por cumprir as regras (quase) todas. E' que parece que sou sempre apanhada.

Etiquetas:


Comentários.

Libido literaria
terça-feira, 5 de julho de 2011 || 9:20 da tarde

(ainda sem acentos)

Hoje aprendi que "Desculpa, nao estimulas a minha libido literaria" ou "A tua libido literaria nao e' estimulada por boa literatura" sao duas das piores coisas que se pode dizer a alguem.

Etiquetas:


Comentários.

Eat Pray Love #1
domingo, 3 de julho de 2011 || 9:30 da tarde

O eat pray love nao podia ser mais comercial (ok, sejamos sinceros, por acaso podia) e ainda assim eu acho-o fantasticamente escrito, descobri que sou igualzinha 'a personagem principal e que faria tudo exactamente como ela fez, deliciei-me com cada pais que ela visitou e digo, sem qualquer vergonha que este e' um dos livros da minha vida. Daqueles que eu vou recordar durante muito tempo e, possivelmente, reler um numero consideravel de vezes. E nao, nao me importo que achem que a minha libido literaria e' deficiente.

Citaçao da primeira parte do livro, em Italia, que descreve exactamente a minha opiniao sobre Roma.

There is a power struggle going on across Europe these days. A few cities are competing against each other to see who shall emerge as the great twenty-first-century European metropolis. Will it be London? Paris? Berlin? Maybe Brussels, center of the young union? They all strive to outdo one another culturally, architecturally, politically, fiscally. But Rome, it should be said, has not bothered to join the race for status. Rome doesn't compete. Rome just watches all the fussing and striving, completly unfazed exurding an air like: Hey, do whathever you want but I am still Rome. I actually would like to be like Rome when I am an old lady

Etiquetas:


Comentários.