Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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“Home is Where the ♥ is”
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LOOK NOVO :)
quinta-feira, 30 de junho de 2011 || 8:42 da tarde

Nao sei bem o que se passou comigo mas ganhei coragem para mudar o aspecto do blog. Estou orgulhosa de mim porque pela primeira vez na minha vida consegui aplicar o tema e manipular os codigos html sozinha e acho que nao ficou assim tao mau. Uns erros aqui e ali mas nada que salte muito 'a vista. Se encontrarem alguma coisa mal, tipo um "<" a mais ou uma hiperligaçao que nao funcione digam-me para eu tentar resolver.

Estava mais que farta do branco apagado do blog, ja tinha o antigo tema ha quase um ano e estava a precisar de por aqui umas cores mais fortes, mais eu. Para todos efeitos o nome do blog mudou de "A whole world" para "Home is where the heart is" porque acho que, actualmente, este ultimo tem muito mais significado para mim e para a maioria das pessoas que visitam o blog. Excluindo o facto de visitarem um blog com um nome mais fancy esta mudança nao afecta minimamente os leitores.

No separador "comments" estao os temas das publicaçoes e os links para algumas das minhas redes sociais, por muito que mexesse nao consegui mudar o nome do separador.

Espero que tenham gostado, deixem em comentario a vossa opiniao :)

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|| 5:51 da tarde

Se aprendi alguma coisa durante as minhas duas semanas e meia de estudo para os exames foi que me ia dar muito bem como freelancer. A serio, acho que nunca tive a minha vida tao organizada e nunca tive tanta facilidade em conciliar a minha vida de estudante com a vida familiar e com a vida social. E enquanto aprendi que dava uma boa e feliz freelancer consegui estudar 600 paginas de materia de geografia e ir para o exame tranquila e com a materia toda bem sabida. E isto so vem confirmar que a minha estrategia de passar as minhas aulas de historia a praticar a minha escrita, as aulas de frances a pintar as unhas e a por a leitura pessoal em dia e as aulas de filosofia a estudar para os testes de outras disciplinas fizeram de mim a pessoa organizada que sou hoje.

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voces pensam que o universo esta' como esta' por pessoas com gostos como eu. E' mentira!
domingo, 26 de junho de 2011 || 10:05 da manhã

*Tenho que publicar sem acentos ate o meu computador estar arranjado.


Letters to Juliet e' um dos meus filmes preferidos. Comercial, cliche, romantico e muito pouco original, um filme que a maioria das pessoas mais entendidas diriam ser horrivel tanto em termos de argumento como realizaçao. Nao posso negar as primeiras criticas. Quanto 'as ultimas...acredito que cada um de nos faz a sua propria qualidade e no que me diz respeito, a minha definiçao de qualidade e bem diferente da dos especialistas e dos ditos intectuais.

Letters to Juliet tem tudo para ser um dos filmes da minha vida. Passa-se em Italia, em locais de cortar a respiraçao. Locais como Verona ou as grandes planicies e vinhas italianas que so' pecam por ser belas demais. Sitios recatados que envergonha a provincia portuguesa pela sua beleza e pelas boas maneiras dos seus habitantes (e falo por experiencia propria e nao pelo que vi no filme). E' uma historia de amor. Diria ate que e' uma historia de amores porque neste filme nao so' o amor entre a bonita e jovem americana e o bonito e jovem ingles e' tratado. Sao tratados todos os tipos de amor, os que nao sao correspondidos e por isso levam as mulheres desesperadas a pedir ajuda a Julieta (a do "Romeu e Julieta", historia que e' originalmente italiana, em Verona - apesar de haver quem diga que tudo começou em Siena), dos amores que correram bem e que fazem as mulheres escrever a Julieta a agradecer e dos amores que foram esquecidos devido ao comodismo e a circunstancias da vida mais fortes do que tudo o resto. Este filme 'e, para mim, mais do que um filme.

Letters to Juliet leva-nos por uma magnifica viagem por Italia, a hospitalidade italiana passa para o ecra, as paisagens tem vida e a historia de amor de uma velha mulher que desistiu do seu amor italiano e fugiu e volta, 40 anos depois para o procurar (depois de ter recebido uma resposta 'a carta que  enviou a Julieta e ficou esquecida durante esses 40 anos) intercala-se com a paixao do seu neto pela rapariga responsavel pela resposta 'a carta ha muito esquecida.

E depois e' como qualquer historia de amor, como qualquer filme comercial. E' lindo, com algumas das cenas mais romanticas que eu ja vi e nunca, nem por um segundo, se torna lamechas ou piroso. Por mim, valia a pena so' pelo italiano ocasional que vamos ouvindo, ou pela beleza tanto do protagonista masculino como da protagonista feminina, ou por ser uma historia sobre amor a serio e nao mais uma comedia romantica, ou pelas imagens de uma Italia belissima, ou pela banda sonora excelente, ou por a rapariga ser escritora, ou por estar muito bem construido. Ou por uma centena de coisas que o tornam um dos filmes da minha vida.

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Stuff&Stuff
terça-feira, 21 de junho de 2011 || 12:47 da tarde

Entre as longas horas de estudo intensivo para os exames, as horas passadas a resolver exercicios, o tempo demorado a fazer exames de anos anteriores, os jantares de turma e dos diversos grupos de amigos, as dormidas fora, as idas ao Bairro Alto, as vacinas que tenho que levar, os apoios de geografia que me ocupam duas manhas por semana, o meu computador que apanhou uma virose qualquer e que agora tem que ir para formatar porque nao faz acentos, como devem ter reparado, as tardes de estudo com a minha melhor amiga, a vontade repentina que me deu ultimamente de jogar sims, as idas ao cafe da minha mae, os cafes-concerto, os exames em si, e os 1001 compromissos que tenho tem sido dificil escrever alguma coisa de jeito neste meu blog. Desculpem, a (falta de) qualidade volta brevemente, a gerencia.

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definição de pessoa perfeita!
quarta-feira, 15 de junho de 2011 || 7:15 da tarde

Agora imaginem uma mulher magra e elegante que dança ballet muito bem. Imaginem que essa mesma senhora é Italiana. Imaginem que para além destas qualidades todas (que não dependem dela, ao fim de contas) ela ainda é simpática, culta, sociável e é professora de literatura na faculdade de letras da universidade de Lisboa (que só por acaso é, na minha opinião, a melhor faculdade na área). Imaginem que, como se isto não fosse suficiente, o nome dela é Francesca. Isto é a minha definição de perfeição Humana tornada realidade. E eu que nunca pensei que não podia existir alguém que reunisse estes atributos todos!

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Hoje vai ser assim!
domingo, 12 de junho de 2011 || 5:09 da tarde

Adoro os Santos Populares nas ruas de Alfama, adoro a confusão :)

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Adenda a um post que nunca foi publicado
sábado, 11 de junho de 2011 || 1:04 da tarde

      Quando estava a fazer uma espécie de plano de posts no blog ( e não, ainda não desisti do desafio dos 30 dias mas tenho tido tanto que dizer!) e preparava-me para postar um texto enorme sobre o B. Um texto que eu escrevi enquanto estava nas aulas a morrer de aborrecimento e que precisava de ser escrito há muito tempo, um texto que foi a única forma de exteriorizar as minhas emoçoões e de me despedir de "gostar dele". Quando me preparava para passar o texto para o pc apercebi-me que não podia posta-lo. Em primeiro lugar porque é demasiado específico ( e não num sentido sexual), ou seja, retrata momentos muito particulares que não só não quero partilhar com o resto do mundo como facilmente o identificavam a qualquer pessoa que o conhecesse e, em segundo lugar, porque era um longo texto de despedida daquilo que alguma vez senti por ele.

Demorei anos a conseguir dizer e sentir "I am so over him" ( e ainda hoje usar o "so" já seria exagerado, pois não estou assim tão esquecida e assim tão apática em relação a ele) e só depois de escrever o texto - que escrevi porque precisava de o escrever, para por as ideias em ordem - é que percebi que nunca o poderia postar porque, não se esquecem as origens, não se esquecem os momentos que passamos com as pessoas de quem gostamos, não se esquecem nem as coisas boas nem as coisas más e por isso nunca vou poder dizer adeus ao B., passamos demasiado tempo juntos, partilhamos demasiados momentos (apesar de ele nunca ter pensado na minha existência por mais de um segundo seguido uma vez por ano). Não se diz adeus às pessoas que um dia fizeram  parte da nossa vida, não resolvemos nada com uma despedida porque cá dentro não há um botão de desligar e só agora que me convenci a parar de pensar na existência do B. é que consigo ser racional o suficiente para compreender que não se esquecem as origens, não se esquecem as pessoas que de alguma forma fizeram parte de nós. Quanto muito podemos mudar a importância relativa que essa pessoa teve e tem na nossa vida e isso é, na minha opinião, o "I am so over him". Isso eu consigo fazer, isso eu fiz.

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E as despedidas que não são despedidas?
quinta-feira, 9 de junho de 2011 || 9:49 da tarde

       Hoje acabaram as aulas do ensino secundário (pelo menos em Lisboa). Hoje foi tempo de dizer adeus aos meus colegas (até às aulas de preparação para os exames da semana que vem, para alguns, até ao jantar de turma de amanhã a uma semana para outros, ou até amanhã para as minhas verdadeiras amigas) e, nem por um segundo, eu me senti triste. Nem por um segundo eu desejei abraçar alguém diferente das pessoas que abraço todos os dias apenas porque as amo. Nem por um segundo senti vontade de esboçar um sorriso verdadeiro e nem por um segundo vou sentir saudades de estar entre turma.

          Não que não goste deles, porque não desgosto, mas a verdade é que apesar de nos darmos bem e de falarmos todos entre nós cada um tem os seus amigos dentro e fora da turma e ninguém está interessado em perder tempo com quem não interessa. Somos todos amigos, vamos ao jantar de fim de ano, às aulas de preparação para o exame de geografia A e vamo-nos encontrar com um sorriso e um abraço, mas não vamos (ou eu não vou, pelo menos) sentir a falta uns dos outros. Até porque cada um dos membros da turma vai estar com as pessoas que realmente lhe interessam.


     Mas isto não sou eu a ser fria pois não? É sempre assim, não é? Não é preciso darmo-nos mal para não sentirmos necessidade de estar com pessoas que não nos dizem nada. Não é preciso odiarmos cada segundo que passamos juntos para não desejarmos mais. A verdade é que preciso de três meses de distância da escola, dos meus colegas e da personalidade que me obrigo a ter quando estou por perto de pessoas que não são minhas amigas mas que estão comigo todos os dias. Estas despedidas que não são bem despedidas não mexem minimanente comigo e às vezes penso se deveriam mexer, nem um bocadinho. (vou ter mais saudades do pessoal de 12º ano que para o ano vai estar na faculdade.)

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Filosofias de vida II
segunda-feira, 6 de junho de 2011 || 7:29 da tarde

   Não se esquecem as origens

Esta é bastante óbvia...Não se esquecem as primeiras experiências, não se esquecem as pessoas que contribuiram para a nossa formação como pessoas, não se esquece o local onde crescemos, não se esquece aquilo que mais nos marcou e um dia nos fez felizes. Em suma, não nos esquecemos daquilo que nos tornou ( e vai tornando) quem somos, não se esquecem as nossas origens quer nos orgulhemos delas ou não, o sítio onde nascemos e as pessoas que dele fazem parte nunca são esquecidos.

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