Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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Brevemente estarei a contar como foi o RIR 2010
domingo, 30 de maio de 2010 || 7:40 da tarde

O titulo já disse tudo.
Por agora ainda estou muito ocupada a estudar que nem uma louca para os últimos testes, ainda estou com as bochechas vermelhas do sol que apanhei ontem e ainda não estou bem consciente que vi os mcfly - e até a miley - na terceira fila, com MILHARES E MILHARES DE PESSOAS atrás de mim.
Por isso volto em breve para vos contar como foi tudo.

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Há pessoas com classe.
segunda-feira, 24 de maio de 2010 || 9:33 da tarde

E uma dessas pessoas é o César Augusto Moniz.
Para quem não sabe quem é este maravilhoso senhor, a frase "Achas que Sabes Dançar" diz-vos alguma coisa?! Sim, o César é o juri ( e digo O juri porque óbviamente que não ia dedicar um post ao outro juri que é DJ e está lá um bocado de para-quedas.) Já viram pessoa com mais classe e com uma postura tão bonita?

Não costumo acompanhar muito de perto estes concursos da Sic/Tvi mas este prendeu-me imenso ao ecrã. Em primeiro lugar porque adoro dança, fiz Ballet durante dois anos e meio e tenho umas bases de contemporâneo dos meus tempos de Ballet e em segundo lugar porque o juri está fantástico, tanto ele como a coreógrafa - de quem nunca me lembro do nome mas adoro o trabalho dela - são super sensiveis, não são o tipico juri rude, tipo nos idolos. NÃO, ELES CHORAM PELOS CONCORRENTES.
O concurso tem bailarinos fantásticos, sendo o meu preferido o Ricardo Pereira, dança nos musicais do La Feria e tem um estilo que manda tudo pelos ares.

Se juntarmos o César Augusto Moniz e o seu charme - que eu continuo a afirmar que é muito à moda Britânica - e o Ricardo Pereira, garanto-vos que o programa vale muito a pena.

Ricardo Pereira, primeira audição
César Moniz, mais informação

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Às vezes acontecem coisas
quinta-feira, 20 de maio de 2010 || 10:48 da manhã

Às vezes acontecem coisas que nos deixam a pensar. Coisas que fazem tudo ruir, coisas que nos tiram as forças. Às vezes sentimo-nos assim, insatisfeitos connosco próprios,com a nossa vida e com aquilo que estamos a fazer dela. Às vezes acontecem coisas, coisas que não podemos evitar que aconteçam, coisas que têm um profundo impacto em nós. São coisas que ninguém compreende como são além de nós, que passamos por elas. E é nesses momnentos que não podemos ouvir ninguém, não queremos saber de nada e queremos fechar os olhos e sonhar, por entre lágrimas que não se está a passar nada. Sim, são coisas horríveis que demoramos a suportar, coisas que nos marcam, mas ao fim de uns anos, aquilo que mais nos marcou não foi o acontecimento em si, mas sim a forma como reagimos. É isso que as torna diferentes, é isso que as torna fantásticas, a forma como elas reagem. 
As pessoas diferentes, com interesse, normalmente andam perdidas nelas próprias, com inseguranças, problemas e erros, sim, muitos erros, mas são essas pessoas que mais nos surpreendem ao mostrar que não são como todas as outras, ao reagir de maneira diferente. Bem ou mal, melhor ou pior, a maneira de reagir é diferente de pessoa para pessoa. E é quando acontece alguma coisa assim, mais aborrecida, que percebemos como as pessoas podem ser muito mais daquilo que esperamos delas e como podem crescer perante todos os momentos.


Mariana

Achei que era demasiado verdade, para não partilhar convosco. Há pessoas assim, que são diferentes e que mostram como são diferentes - tendo os seus erros, defeitos, como todos nós - quando acontece alguma coisa menos boa e elas a encaram de frente.
Até sexta/Sábado.  

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Neurociencias: a culpa de eu gostar disto é do Derek Shepherd
domingo, 16 de maio de 2010 || 6:36 da tarde

Hey pessoas.
Vim cá dizer que não morri durante estes seis dias e tenho coisas para dizer.

Vi hoje no blog Paracuca descobri uma entrevista a um neuro cientista, publicada pelo jornal I.
Devo dizer que desde que comecei a gostar de ver a Anatomia de Grey e de ter começado a ter uma panca pelo neurocirurgião Derek Shepherd que as temáticas do cérebro me começaram a interessar. Sempre gostei deste tema, o cérebro é misterioso, ainda temos tanto para descobrir e tem tantos ramos, tantas utilidades que há sempre algo a explorar, uma explicação para uma coisa simples do nosso dia a dia que é dada através da actividade do cérebro.


Por isto fiquei interessada na entrevistas. Li, e apesar de não dizer nada de novo e de o senhor ser um bocadinho rigido demais gostei. Para quem quiser, Entrevista aqui.

É tudo, até Quarta.

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Lógica?
segunda-feira, 10 de maio de 2010 || 11:48 da manhã

Como toda a gente sabe - quem não sabe esteve num coma muito grande durante o dia de ontem e a manhã de hoje - o Benfica é campeão. Queria, desde já, felicitar todos os Benfiquistas, eu também teria ficado contente de o Manchester ou o Real Madrid ganhassem um campeonato. Acho que foi merecido, já não era sem tempo e fizeram muito bem em festejar, porque o titulo é vosso.

Mas aquilo que aconteceu ontem à noite não foram festejos, foi selvajaria. Com todo o respeito aos Benfiquistas que ainda têm alguma sanidade mental, ontem, foi o caos. Era pessoas completamente bebedas, milhares de pessoas na rua até às tantas, a cair de bebedas ou de mocadas que hoje acabaram por ter que ir trabalhar, sabe-se lá em que estado, coisas destuidas, berros, frases completamente incoerentes, porrada, alegria, extase, e muito barulho. É normal estar alegre, estar eufório, e não julgo as pessoas por se sentirem assim, felizes, muito felizes, mas tudo tem limites.

Ontem os meus vizinhos fizeram tanto barulho e mandaram-se tantas vezes contra a minha porta que eu estava a adivinhar quando é que ia tudo abaixo e eles entravam todos por aqui a dentro. No meu prédio houve barulheira até altas horas e muita gente ficou (ainda mais) alterada. Passava da meia noite e puseram-se a lançar foguetes e fogo de artificio, resultado? Acordamos todos, super assustados, assim do nada. Milhares de pessoas foram completamente podres para o trabalho, desempenhar mal e porcamente as suas funções porque o Benfica ganhou. A sério, muitos parabéns pelo titulo, foi merecido, mas não se podiam ter controlado um pouco mais?

O que me custa, no meio disto tudo, é que quando há um concerto e se vêm milhares de raparigas à porta do pavilhão atlântico, completamente histéricas, toda a gente pensa " ai, que pitas" ou "deviam era morrer todas". Quando os Tokio Hotel vieram a Portugal, as fãs que dormiram lá - com exagerada antecedência, claro - foram assaltadas, foram goazadas, fizeram-lhes trinta por uma linha. Dizem que as bandas mais comerciais que atraem muitas adolescentes que fazem tudo para demonstrar o seu amor à banda são uma porcaria e que só querem é vender, são comerciais, não prestam e as fãs não merecem respeito. Digam-me, leitores, quandos Benfiquistas ouvem Heavy Metal e condenam as fãs de Tokio Hotel, Jonas Brothers, Miley Cyrus, Justin Bieber e outros e ontem fizeram as piores figuras devido ao histerismo? Digam-me quantas pessoas que ontem festejaram com tudo o que tinham, que se deixaram invadir pela mais pura alegria, condenam as festas para adolescentes em que há alcool e as curtes? Quantas pessoas acabaram ontem por fazer exactamente aquilo que condenavam na nossa sociedade?

Não digo que não se deva festejar, não temos que ser todos uns ratos de rotina, mas acho que muitas pessoas deviam pensar duas vezes antes de criticar os outros, criticar os jovens e os menos jovens, criticar estes e aqueles porque as atitudes gerais da sociedade não são mais correctas. Apoia-se a união dos fãs do Benfica em torno da vitória do seu clube - pois apoia! e apoia muito bem! -e  não se apoiam os grupos de fãs de que levantam cedissimo, trocam a sua casa pelo chão duro da rua e dormem à porta do local do concerto, não se apoiam os festivais de Verão porque é só ganza? Podiamos ser mais coerentes, mas somos Portugal, acho que isso seria pedir muito.

Em sintese, parabéns ao Benfica, que apesar das atitudes tristes de muitos fãs mereceu muito ganhar.

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Cus de Judas
sábado, 8 de maio de 2010 || 11:20 da manhã

Hey.
Ando super desaparecida, eu sei, mas não tenho tido nada para contar, nada para falar. Nada, Nada, Nada.

Acabei, há umas semanas de ler "os cús de Judas" de António Lobo Antunes. Foi um livro...estranho, por isso não me vou alongar muito a falar sobre ele, uma vez que nem eu tenho a certeza de saber ao certo de que é que o livro fala.
 Durante os 23 capitulos do livro - que estão ordenados por letras e não por números, como é normal, tipo capitulo A, capitulo B, etc - o protagonista vai alternando a sua narrativa entre o passado e o presente. O rapaz era/é médico, tal como ALA, e prestou serviço no exército, na guerra em Áfcrica. Muitas das memórias dele são a falar da guerra e de como era mau estar nos cus de Judas,que ele denominava como os quarteis generais das tropas Portuguesas em Africa. Ao mesmo tempo, falava das experiências que estava a viver no memento em que estava a contar a história. A história é narrada a uma mulher, a quem ele está a tentar engatar e com quem acaba por fazer sexo. Mudança curiosa entre a guerra e a relação dele com a mulher.

A personagem que narra a história é muito interessante, e muito rica intelectualmente. Acho que, de certa forma, o António Lobo Antunes se retratou a ele mesmo. O Homem foi, obviamente, afectado pela guerra, leva os dias como uma sucessão de nasceres e pores do Sol e sente-se completamente abandonado e sem propósito de vida. É engraçado - mas deprimente - a forma como ele vê o mundo, como narra o passado e como vê o seu presente triste e desprovido de pessoas.
Não aconselho o livro a qualquer pessoa, é complicado, é preciso gostar de histórias fortes. Gostei de o ler, mas não o aconselharia a mim. Para quem gosta de Lobo Antunes acho que é um excelente livro, os fãs dele costumam dizer que este livro tem quase tudo o que os fez gostar de ALA.


(capa da edição comemorativa - 30 anos)

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Maio é...
domingo, 2 de maio de 2010 || 9:37 da tarde

Maio é mês de sol e de mangas curtas, é mês de estudar muito e de me enervar com os testes, Maio é mês de pensar em férias e na média final, é mês de ter animo, é mês de reforçar as amizades. Mês de casacos de algodão, bem fininhos, mês de voltar a usar sandálias, mês de dançar muito, mês de jantar fora para desanivuar às sextas, com os meus melhores amigos, é mês de sair pouco por causa dos testes, é acomular energia. Maio é mês de apresentações orais e testes fisicos, mês de criar uma plotpage para o meu Stefan e mês de Rock in Rio. É mês de experiências novas, de concertos e de ver os meus artistas ao vivo. É mês de ficar histérica a ver os Mcfly e de fazer os últimos testes do 10º ano. Maio é o mês que antecede Junho, o fim das aulas. É mês de bailes de finalistas onde talvez entre à socapa, se arranjar vestido, é mês de contar os dias até 14 de Junho, é mês de o Papa vir a Portugal e não aulas por isso, é mês de reactivar contactos e de procurar fotos para o novo template do blog, que sairá em Junho, em principio. É altura de aguentar e de rezar para não morrer nos próximos 30 dias. Bom dia Maio.

(Rock In Rio)

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