Write loud and clear about what hurts

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Se conseguisse descrever-me em poucas palavras não tinha criado um blog. Desde 2009 a escrever sobre pedaços aleatórios de vida e histórias mirabolantes. Para questões, sugestões ou dúvidas existenciais, ana_bmd@sapo.pt




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“Home is Where the ♥ is”
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scrapbook
sábado, 23 de setembro de 2017 || 12:54 da tarde

Bebi um dos melhores cappuccinos da minha vida em Gaia, numa manhã de trabalho, num hotel onde fiquei hospedada e tomei o pequeno almoço com a minha tutora de estágio. Fui imediatamente transportada para Itália, para as memórias dos melhores momentos da minha vida e os cheiros que ainda hoje me aquecem o coração. Desde essa manhã, ainda não voltei a conseguie beber cappuccinos nas máquinas da faculdade ou do trabalho, morro de saudades dos originais, dos que trazem o gosto a Itália e aos melhores dias da minha vida agarrado. 




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Quiet
sexta-feira, 22 de setembro de 2017 || 5:27 da tarde

First, think back to what you loved to do when you were a child. How did you ansewer the question of what you wanted to be when you grew up? The specific answer you gave may have been off the mark, but the underlying impulse was not.


Finally, pay attention to what you envy. Jealousy is an ugly emotion, but it tells the truth. You mostly envy those who have what you desire. 

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das pessoas
quarta-feira, 20 de setembro de 2017 || 6:10 da tarde

Tenho tido muito poucos némesis/ódios de estimação na minha vida, mas quando os tenho, são sempre pessoas radicalmente semelhantes a mim. Parece piada de mau gosto, sempre. Partilhamos interesses, irritações, competências distintivas e áreas de proficiência, traços de personalidade significativos e até datas de nascimento. 


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gratidão
terça-feira, 19 de setembro de 2017 || 9:16 da tarde

Cruzar o olhar com alguém com tenho universos de cumplicidade e memórias partilhadas e sentir que não precisamos de palavras para comunicar, que naquele segundo podemos dizer tudo com os olhos e um sorriso discreto que passa despercebido a toda a gente à nossa volta. 

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dos dias
domingo, 17 de setembro de 2017 || 8:21 da tarde

Se me perguntassem há uns tempos atrás, diria que o tipo de trabalho que mais gostava de fazer envolvia contacto com pessoas e o dinamismo que daí advém. Hoje em dia, por mais insólito que possa parecer, fujo de ter que trabalhar com outras pessoas ou em contextos de muita agitação e troco tudo pela oportunidade de estar em casa sozinha a despachar tarefas em silêncio ou com música ambiente e uma calma que já não consigo encontrar quando estou rodeada de pessoas. Raramente acredito em mudanças permanentes, por isso ainda estou a tentar perceber se isto é um estado temporário, se sempre fui assim e andei uns anos iludida ou se houve um acontecimento específico que tenha marcado o início desta necessidade quase excessiva de me afastar das pessoas. 

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Quiet
sexta-feira, 15 de setembro de 2017 || 10:01 da tarde

When someone asks us "How are things?" we may give a throwaway answer, but our true responde is a funtion of how well our core personal projects are going.

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adulting 101
quarta-feira, 13 de setembro de 2017 || 12:40 da tarde

Uma das maiores vantagens de nos tornarmos adultos é que os nossos amigos começam a ter as suas próprias casas e, de repente, podemos simplesmente passar uma noite todos juntos sem apanhar frio, ter horas para sair do restaurante ou precisarmos de expulsar os pais de casa para termos privacidade. Nem tudo é mau!


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Quiet
terça-feira, 12 de setembro de 2017 || 11:16 da manhã

Este livro explica de forma muito estruturada e com base em dezenas de estudos credíveis porque é que o trabalho em equipa gera, na grande maioria das vezes, menos resultados e resultados com menor qualidade. Também me mostrou que, contrariamente ao que eu pensava, não sou a única a sentir-me menos produtiva e concentrada em open spaces e a passar parte do dia a desejar fugir para um cubículo onde me deixem trabalhar descansada. Eu ando há anos a dizer que trabalho muito melhor individualmente - mais resultados, resultados e ideias de maior qualidade, menos tempo necessário e menos fadiga mental - mas se soubesse que existiam dezenas de estudos científicos realizados pelas universidades e centros de investigação top a nível mundial a defender a teoria que defendo há uma vida inteira já tinha despido qualquer preocupação em estar a ser parva e exagerada. A partir de hoje podem encontrar-me no meu cubículo ou no meu quarto de porta fechada!

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Harvard tips
segunda-feira, 11 de setembro de 2017 || 1:36 da tarde


Esta youtuber licenciou-se por Harvard há alguns meses e agora dedica-se a tempo inteiro ao seu canal, onde partilha várias dicas sobre como ter sucesso. Se me lêem há algum tempo, sabem que eu detesto livros de auto-ajuda e tenho genuinamente vontade de bater nos Gustavos Santos desta vida. Eu sou a primeira pessoa a rejeitar qualquer vídeo ou formação de soft skills, mas apanhei este vídeo dela na minha lista de sugeridos e achei todas as dicas muito válidas. Se conseguirem aguentar os primeiros 60 segundos de piadas péssimas, juro que o resto do vídeo é útil. Todos os conselhos são muito simples e eu posso dizer por experiência própria que são eficazes, já que os aplico quase todos desde muito nova. Acredito que a maioria das pessoas conhece grande parte das sugestões que são partilhadas neste vídeo, mas diria que apenas cerca de 20% dos estudantes e pessoas em idade ativa as aplica e que, precisamente por esse motivo, nunca é demais rever e relembrar que o tempo livre é o maior bem que temos e que é quase nossa obrigação maximiza-lo para bem da nossa sanidade mental!

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Quiet
domingo, 10 de setembro de 2017 || 1:56 da tarde

Existem dois tipos de pessoas no mundo: aquelas que se sentem energizadas após passarem tempo em grupo e aquelas que se sentem drenadas e sem energia. As primeiras são consideradas extrovertidas e as segundas introvertidas. 


Este livro - que é mesmo muito bom - fala-nos sobre a introversão, num mundo em que quase todos assumimos que ser extrovertido é bom e introvertido mau. Desconstrói muitos mitos e preconceitos totalmente errados sobre esta temática e explica que as pessoas introvertidas não são tímidas, não são menos capazes de liderar e certamente não são menos criativas que os seus pares. Gosto muito destes livros que têm uma base de psicologia ou gestão e se apoiam em estudos válidos e com conclusões claras, mas que não deixam de ser escritos de forma descomplicada e tendo como target o público geral e não apenas um nicho de especialistas. Este livro está recheado de histórias muito interessantes e lê-se de forma muito ligeira. Cada capítulo abordava um sub-tema dentro da temática geral e não houve um único com o qual eu não concordasse ou que tenha achado aborrecido. Vale mesmo muito a pena e é um dos melhores livros de não ficção que li nos últimos anos. 

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Self Care
sexta-feira, 8 de setembro de 2017 || 11:24 da manhã

Estar sozinha e em silêncio. Desligar as redes sociais todas e não atender chamadas de faculdade/trabalho. Esquecer-me de todos os assuntos da semana e focar-me num livro ou numa série. Comer com calma enquanto leio e vejo vídeos. Não pensar em ninguém sem ser em mim. Sair de casa só para estar com as minhas pessoas favoritas e nada mais. Fechar o estore e ficar na penumbra sempre que necessário. Acalmar o ruído e o vento que se levanta durante a semana e deixar de ouvir os milhões de vozes que me sugam a energia em horário útil. Fingir que os mil assuntos a ser tratados na semana seguinte não existem. Nota-se muito que estar permanentemente rodeada de pessoas me suga a energia?

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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
terça-feira, 5 de setembro de 2017 || 3:10 da tarde

Fazer uma apresentação (numa língua que não é a vossa) para mais de 400 pessoas e a equipa técnica esquecer-se de ligar o projector ao ecrã principal, por isso terem que gesticular para o técnico subir ao palco e resolver o problema enquanto continuam a apresentação sem slides e a tentar pensar noutra língua como se o circo não estivesse a pegar fogo e os holofotes não vos estivessem a cegar. 

Tinham apresentado três pessoas antes e apresentaram cinco pessoas a seguir a mim, mas claro só durante a minha apresentação é que o coordenador de imagem se esqueceu de ativar a projecção para o ecrã principal do auditório.


[Não contei aqui, mas já em Março tinha feito uma apresentação para um auditório com 100/150 pessoas e no meio de 15 apresentações, a minha foi a única em que o microfone deixou de funcionar a meio, tendo eu que fazer 2/3 da apresentação sem qualquer suporte de projecção vocal. Mais um dia na minha vida, portanto]

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coisas que aposto que nunca vos aconteceram
sábado, 2 de setembro de 2017 || 12:33 da tarde

Não demorei muito a perceber que o universo me tinha juntado com a pessoa certa. Lembram-se dos vários posts que eu escrevi sobre sair para lanchar ou tomar um café a meio da tarde e regressar a casa às 6h da manhã depois de uma noite de acontecimentos inesperados? Quando era mais ou menos da minha idade, a minha tutora saiu de casa para ir jantar com uma amiga e acabou a viver com ela durante dois anos. Se não acham isto hilariante, temo que este blog não seja para vocês porque, sejamos honestos, isto é algo que poderia muito bem ter acontecido comigo!

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life hacks 101
terça-feira, 29 de agosto de 2017 || 8:23 da tarde

Hoje estava a falar com a minha tutora e ela disse-me que conseguia ser feliz porque sabia desligar a vida profissional da vida pessoal e que sempre que essa parte da sua existência sai um pouco dos eixos, ela não sofre muito, jaá que a sua identidade não depende fortemente do campo profissional. E eu senti mais empatia com ela do que nunca, porque um dos maiores ensinamentos que consegui interiorizar nos últimos anos foi precisamente esse e hoje posso dizer que sou muito mais realizada e descontraída do que quando não tinha essa filosofia. Redimensionar a minha identidade para não comportar esse fator foi muito difícil e um processo demorado, mas atualmente já não me imaginava a usar o meu percurso profissional e académico para me definir - apesar de ser muito ambiciosa e focada na carreira, esse não é um dos principais fatores que uso para me pensar e criar a minha identidade e isso é um descanso gigante.


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Coisas que aposto que nunca vos aconteceram
quinta-feira, 24 de agosto de 2017 || 11:18 da manhã

Lembram-se desta história e de eu ter passado umas semanas a falar amigavelmente com esta pessoa e de ter sublinhado ao nosso amigo em comum que nenhum de nós queria nada romântico com o outro? Os meus amigos foram todos de férias enquanto eu estava a estagiar e este rapaz e uma das nossas melhores amigas interessaram-se um pelo outro. Ainda estamos todos a ver onde é que isto vai dar, mas acho a coincidência mais hilariante e adorável que eles se tenham encontrado por causa de uma série de coincidências depois de eu e o rapaz termos ouvido dezenas de comentários a prever a nossa relação sem nunca nos termos sequer conhecido pessoalmente. 


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das pessoas
quarta-feira, 23 de agosto de 2017 || 9:25 da tarde

A minha vida é uma bola de neve de coicidências meio constrangedoras. Ontem estava a almoçar com a minha tutora e com duas colegas nossas poucos anos mais velhas que eu e a ouvi-las falar de um colega que de vez em quando passa pelo nosso piso e que é o trintão mais cobiçado do edifício inteiro. Hoje dei por mim a almoçar com ele e a descobrir que além da beleza, também é um daqueles homens muito cultos, charmosos e educados e o orgulhoso detentor de um part-time como professor na minha área de estudos, na minha faculdade. 

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Genius
terça-feira, 22 de agosto de 2017 || 12:12 da tarde

Uma das minhas funcionalidades favoritas do Spotify - para além da possibilidade de fazer playlists e da disponibilidade de praticamente todas as músicas de que gosto à distância de um clique - é a parceria com a Genius. Esta aplicação que já vem integrada do Spotify dá-nos informação sobre os artistas e as músicas que ouvimos, explicando-nos as letras e adiantando detalhes sobre a biografia do autor ou o contexto social que nos ajudam a compreender o verdadeiro significado daquilo que estamos a ouvir. 

Há anos e anos que oiço dizer que a música atual não é tão boa nem tão profunda como os grandes hits que todos conhecemos e que foram lançados há dez ou vinte anos. A verdade é que eu continuo a reconhecer muita qualidade em algumas composições recentes e desde que comecei a prestar atenção a esta funcionalidade que nos explica o que está por trás da letra das músicas que chegam aos tops, percebo que continuamos todos a escrever, cantar e ouvir músicas sobre os mesmos temas de sempre, as dificuldades não mudaram quase nada desde há trinta anos atrás e as motivações por trás de cada refrão são semelhantes independentemente do género ou da década em que as peças foram criadas. 


Se costumam utilizar Spotify no telemóvel, experimentem prestar alguma atenção ao ecrã enquanto ouvem música e de certeza que vão descobrir imensas curiosidades de que não faziam ideia e passar a olhar para as músicas de forma totalmente diferente. 

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gratidão
domingo, 20 de agosto de 2017 || 11:38 da manhã

Chá frio e torradas pela manhã, todos os fins-de-semana, para fazer reset e começar bem o dia. 

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The Unsent Project
sexta-feira, 18 de agosto de 2017 || 9:25 da manhã

Tomei conhecimento deste projecto por causa da Inês e apaixonei-me imediatamente pela ideia. O conceito é muito simples: retratar as pequenas mensagens SMS que milhares de pessoas (anónimas) gostariam de enviar aos seus amores e não têm coragem. A autora já expôs as suas unsent texts favoritas num local físico e, atualmente, publica-as no seu instagram para os milhares de seguidores e no site do projeto. Mais do que captar mensagens muito cruas e sentidas, a responsável por este projeto pretende explorar a relação entre amor e cor, pelo que quando submetemos uma mensagem podemos ainda escolher entre uma palete de cores que queremos que lhe sirva de fundo/cenário. Mais do que qualquer coisa que eu possa dizer, vale a pena verem e sentirem as mensagens que as pessoas enviaram - aqui


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problemas de primeiro mundo
quarta-feira, 16 de agosto de 2017 || 9:38 da manhã

Aparentemente ainda há pessoas que acham aceitável aparecer em casa dos outros sem avisar. Olhem amigos, eu aguento muita coisa nesta vida, mas ser roubada do meu descanso de domingo por primos em quem não ponho a vista em cima há cinco anos que vieram do Norte sem avisar e trouxeram o filho mal educado por arrasto não é, de todo, uma das coisas que eu me predisponho a aguentar. Durante dez minutos considerei muito seriamente sair de casa pela janela do quarto e teria levado a cabo uma fuga ninja se não tivesse tomado juízo no último momento, trazida à razão pelo medo muito razoável de partir um pé na aterragem. 

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